Os terapeutas quânticos se utilizam de aparelhos ou ferramentas que tem como base de funcionamento os conhecimentos de física ou mecânica quântica. Adotando o conceito de tratar o ser humano de maneira integral: corpo, mente e emoções. Através de diferentes técnicas procuram diagnosticar e tratar possíveis desequilíbrios energéticos, identificando suas causas e com isso prevenindo ou auxiliando no tratamento de doenças orgânicas e psicossociais, contribuindo para o equilíbrio emocional e a integração da saúde com o bem estar gerando qualidade de vida.
Importante ressaltar que as MTCI, a Medicina Quântica inclusive, se entendem como terapias complementares às da medicina convencional, se integrando a estas para potencializar resultados. Ainda que existem diversas terapias incluídas nas MTCI, muitas destas milenares, sendo que no Brasil, desde 2006, temos instituída a Politica Nacional das Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no âmbito do SUS, regida pela portaria GM/MS nº 571/2006 e que disponibiliza gratuitamente à população 29 terapias complementares, entre estas, algumas incluídas na Medicina Quântica.
As MTCI, com as terapias quânticas vindo à frente, são a febre do momento e isto soa como um contrassenso, visto que, a medicina convencional, impulsionada pela tecnologia, evolui de maneira exponencial. Nos atendo a alguns marcos da evolução da medicina, tais como: a descoberta do aparelho de Raio X em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen, a descoberta do aparelho de eletrocardiograma em 1902 pelo fisiologista holandês Willen Einthoven, ou a descoberta da Penicilina em 1928 pelo médico e bacteriologista Alexander Fleming, percebemos que, apesar de evolutiva, a ciência caminhou com certa lentidão e dificuldade para proporcionar estas evoluções. Entretanto, nos dias atuais, a evolução tecnológica está proporcionando uma revolução na área médica e isto se percebe através de ferramentas como a telemedicina que leva para os rincões de nosso país, pelo SUS, a possibilidade de acompanhamento e emissão de laudos por médicos especializados à distância, as cirurgias robóticas presentes em diversos centros cirúrgicos país afora, as quais são menos invasivas, mais eficientes, eficazes e com recuperação pós-operatória menos traumática. Ainda podemos abordar o uso das células-tronco a curar doenças antes incuráveis ou a evolução das vacinas, sendo visível isto na elaboração das vacinas contra a COVID-19, elaboradas em tempo recorde, lembrando que anteriormente a vacina que havia sido criada em tempo mais rápido foi a da Caxumba, levando 4 anos, também a sua tecnologia de elaboração, se antes utilizávamos para humanos as elaboradas a partir do vírus atenuado ou inativo, para a COVID-19 temos vacinas a partir do vírus inativo, de proteína do vírus, de vetor viral não-replicante e, inclusive, de tecnologia mais avançada, a genômica. Pois é, o que justifica então a grande procura das terapias complementares, em especial, as incluídas na Medicina Quântica?
Talvez a explicação esteja no fato que estas terapias complementares trazem em seu bojo um conceito de tratar integralmente o ser humano: corpo, mente e emoções, privilegiando a prevenção das doenças, focando na manutenção da saúde como forma de tratar ou evitar as doenças, entendendo que o equilíbrio global das pessoas repercute e evidencia o binômio saúde e bem-estar, além de potencializar virtudes e tornar mais fácil o caminho para se alcançar os objetivos de vida.
Dentre as terapias quânticas, o Biomagnetismo Médico ou Par Magnético é a mais procurada. Este método terapêutico não invasivo foi desenvolvido pelo cientista e médico mexicano Isaac Goiz Durán em 1988, se utilizando de imãs de potência média, colocados em partes específicas do corpo, tendo a premissa que os órgãos e suas células formadoras emitem frequências eletromagnéticas específicas e, portanto, como toda onda eletromagnética, necessita de um equilíbrio entre os polos positivo e negativo para que haja a transmissão fluida de energia. Neste contexto, o Par Magnético designa os dois imãs (positivo e negativo) que sempre atuam em dupla para identificar situações de desequilíbrio. Estes desequilíbrios ou alterações de polarização geram um ambiente com um PH mais ácido ou mais alcalino, o que propicia o desenvolvimento de diversas patologias, por exemplo: o PH mais ácido permite o desenvolvimento de vírus e fungos, onde o PH é mais alcalino, está privilegiado o desenvolvimento de bactérias e parasitas. As causas destes desequilíbrios teriam como origem diversos fatores: alimentação, toxinas, microrganismos, emoções e situações estressantes.
O método terapêutico do Biomagnetismo Médico entende que a partir da aplicação da técnica é possível corrigir alterações do PH e assim eliminar não somente os sintomas, mas atacar a causa de muitas doenças. Funcionaria como um “scanner biomagnético”, sendo que, o terapeuta, ao reconhecer as áreas em desequilíbrio, aplicaria um conjunto de imãs, em pares, nesses pontos.
A evolução da medicina convencional potencializada pelo desenvolvimento tecnológico é sentida e muito importante, entretanto, não podemos deixar de perceber que as terapias incluídas nas Medicinas Tradicionais Complementares e Integrativas, com relevo para as da Medicina Quântica, além de praticamente serem desprovidas de efeitos colaterais, podem fortalecer o trabalho de prevenção e combate de diversas doenças, ainda trazem um novo conceito de entendimento do ser humano, das suas fragilidades e necessidades, assim como uma nova proposta que concilia saúde, bem-estar e felicidade em viver.









