A pandemia da COVID-19 tem sido muito dura com a saúde física e mental das pessoas, afinal são milhares de contaminados e de mortos mundo afora, não sendo diferente no Brasil com seus mais de 530 mil óbitos. As preocupações com relação a nossa saúde e de nossos entes queridos, as incertezas profissionais, as dificuldades financeiras inerentes a este período de crise sanitária global, enfim, são muitos fatores que se somam e que nos impactam diariamente com cargas de preocupação e de estresse.
Entretanto o momento ímpar que vivemos provoca além das dificuldades e sofrimentos, transformações importantes nas relações profissionais, na forma de trabalho, nas interações sociais, nos modelos políticos e econômicos, os problemas conjunturais que foram corresponsáveis ou aprofundaram este evento sanitário deverão entrar em pauta e diversas outras mudanças já estão ocorrendo no mundo. Certamente nada voltará a ser exatamente como antes, se melhor ou pior, creio que dependerá de nós.
Paralelo as transformações inerentes ao momento que vivemos, um imenso caminho se abre para aqueles que enxergam as oportunidades advindas deste mundo em transformação. É creditada à Leonardo da Vinci (1452-1519) a seguinte frase: ”Onde muitos enxergam pedras eu vejo os meios para edificar a minha catedral”, qual seja, olhar através das dificuldades, ter capacidade de se adaptar, de entender as necessidades oriundas das mudanças e motivação para empreender no novo mundo que se avizinha, pode se tornar o caminho perfeito para a prosperidade.
Há 100 anos, entre janeiro de 1918 e dezembro de 1920, tivemos o último evento sanitário da proporção do que estamos vivendo, a pandemia da Gripe Espanhola. Assolando um mundo que vivia as dificuldades da 1ª Guerra Mundial (encerrada em 1918), contaminando mais de 500 milhões de pessoas (1/4 da população mundial na época), vitimando mais de 50 milhões, sendo 35 mil no Brasil. Esta pandemia de Influenza apresentou 4 ondas e se somou aos impactos econômicos do pós-guerra para aprofundar a desigualdade social, a fome e o desemprego. O mundo vivia a 2ª Revolução Industrial (1850-1949), com o desenvolvimento de indústrias elétricas, de petróleo, química e aço, ainda, a evolução dos meios de transporte e comunicação.
A pandemia da Gripe Espanhola se somou aos impactos pós 1ª Grande Guerra, que ocasionou uma mudança geopolítica na Europa, já evidenciada com a revolução Bolchevique de 1917 que ascendeu ao poder o socialismo de Lenin na Rússia. Os Estados Unidos fortaleceram sua hegemonia no setor industrial mundial, beneficiado pela crise Europeia do pós-guerra. A Europa teve que se reinventar imersa em profunda crise social e econômica. A pandemia de Influenza potencializou os efeitos pós-guerra e mergulhou o mundo em um palco de problemas sociais, mudanças geopolíticas, crises econômicas, portanto, de muitos problemas, transformações, mas, igualmente de oportunidades, muitos prosperaram e impérios econômicos se edificaram neste ambiente de caos.
Historicamente percebemos que eventos da dimensão de uma guerra mundial ou de uma pandemia como a que estamos vivendo, são os únicos capazes de desestruturar e criar modelos econômicos, provocar mudanças importantes nos processos sociais, políticos, nas formas de trabalho, além de acarretar melhorias em problemas conjunturais na saúde, educação e em outras áreas.
Entretanto o momento ímpar que vivemos provoca além das dificuldades e sofrimentos, transformações importantes nas relações profissionais, na forma de trabalho, nas interações sociais, nos modelos políticos e econômicos, os problemas conjunturais que foram corresponsáveis ou aprofundaram este evento sanitário deverão entrar em pauta e diversas outras mudanças já estão ocorrendo no mundo. Certamente nada voltará a ser exatamente como antes, se melhor ou pior, creio que dependerá de nós.
Paralelo as transformações inerentes ao momento que vivemos, um imenso caminho se abre para aqueles que enxergam as oportunidades advindas deste mundo em transformação. É creditada à Leonardo da Vinci (1452-1519) a seguinte frase: ”Onde muitos enxergam pedras eu vejo os meios para edificar a minha catedral”, qual seja, olhar através das dificuldades, ter capacidade de se adaptar, de entender as necessidades oriundas das mudanças e motivação para empreender no novo mundo que se avizinha, pode se tornar o caminho perfeito para a prosperidade.
Há 100 anos, entre janeiro de 1918 e dezembro de 1920, tivemos o último evento sanitário da proporção do que estamos vivendo, a pandemia da Gripe Espanhola. Assolando um mundo que vivia as dificuldades da 1ª Guerra Mundial (encerrada em 1918), contaminando mais de 500 milhões de pessoas (1/4 da população mundial na época), vitimando mais de 50 milhões, sendo 35 mil no Brasil. Esta pandemia de Influenza apresentou 4 ondas e se somou aos impactos econômicos do pós-guerra para aprofundar a desigualdade social, a fome e o desemprego. O mundo vivia a 2ª Revolução Industrial (1850-1949), com o desenvolvimento de indústrias elétricas, de petróleo, química e aço, ainda, a evolução dos meios de transporte e comunicação.
A pandemia da Gripe Espanhola se somou aos impactos pós 1ª Grande Guerra, que ocasionou uma mudança geopolítica na Europa, já evidenciada com a revolução Bolchevique de 1917 que ascendeu ao poder o socialismo de Lenin na Rússia. Os Estados Unidos fortaleceram sua hegemonia no setor industrial mundial, beneficiado pela crise Europeia do pós-guerra. A Europa teve que se reinventar imersa em profunda crise social e econômica. A pandemia de Influenza potencializou os efeitos pós-guerra e mergulhou o mundo em um palco de problemas sociais, mudanças geopolíticas, crises econômicas, portanto, de muitos problemas, transformações, mas, igualmente de oportunidades, muitos prosperaram e impérios econômicos se edificaram neste ambiente de caos.
Historicamente percebemos que eventos da dimensão de uma guerra mundial ou de uma pandemia como a que estamos vivendo, são os únicos capazes de desestruturar e criar modelos econômicos, provocar mudanças importantes nos processos sociais, políticos, nas formas de trabalho, além de acarretar melhorias em problemas conjunturais na saúde, educação e em outras áreas.
A pandemia da COVID-19 já está trazendo consequências para a política global, tendo sido fator importante para a derrota do extremismo conservador e nacionalista de Donald Trump nos Estados Unidos, expoente no negacionismo a ciência e nas narrativas de desprezo à vida humana. As políticas de enfrentamento e as vidas ceifadas nesta pandemia certamente irão desencadear análises e investigações em muitos países, sendo bem provável que homens públicos que adotaram uma postura similar a de Trump, sejam responsabilizados e defenestrados de seus cargos pela população. Nesta mesma linha, este evento sanitário e a crise econômica oriunda dele, trará para a ordem do dia pautas relativas à desigualdade social, a superpopulação do planeta com sua fragilidade social e sanitária, a preservação do meio ambiente, a fragilidade dos sistemas de saúde, a ineficaz resposta global a pandemia, entre outras.
De outra medida, o mundo digital, expoente da 4ª Revolução Industrial que vivemos, se inseriu de maneira exponencial e definitiva nesta pandemia. A educação sofre mudanças importantes com a incorporação do ensino 4.0, o trabalho remoto foi incorporado definitivamente ao nosso dia a dia e está modificando os ambientes e as relações de trabalho.
A presença das vacinas já sinaliza o fim desta pandemia, muitos países, como os EUA e diversos países da Europa, que diferentemente do Brasil, encaminharam uma logística de compra de vacinas e iniciaram uma imunização em massa da sua população no início de 2021, estão revertendo as medidas de restrições sanitárias e voltando a normalidade da vida. Este novo normal é regido pelo controle epidemiológico através de ampla testagem da população e do inventário genômico que avalia a presença de novas variantes, além de outras ações de governança focadas na ciência, que se somam a campanhas de conscientização e claro, as vacinas.
Conforme o Brasil avance para a imunização coletiva vacinal (mais de 70% da população) e perante indicadores epidemiológicos favoráveis, igualmente iremos adentrar a realidade vivida por países em estágios mais avançados da vacinação.
O momento é propicio para compreender que apesar das dificuldades, das dores e receios, um mundo em crise se transforma, cria necessidades e isto gera enormes oportunidades para prosperar.
Vem comigo!!!
De outra medida, o mundo digital, expoente da 4ª Revolução Industrial que vivemos, se inseriu de maneira exponencial e definitiva nesta pandemia. A educação sofre mudanças importantes com a incorporação do ensino 4.0, o trabalho remoto foi incorporado definitivamente ao nosso dia a dia e está modificando os ambientes e as relações de trabalho.
A presença das vacinas já sinaliza o fim desta pandemia, muitos países, como os EUA e diversos países da Europa, que diferentemente do Brasil, encaminharam uma logística de compra de vacinas e iniciaram uma imunização em massa da sua população no início de 2021, estão revertendo as medidas de restrições sanitárias e voltando a normalidade da vida. Este novo normal é regido pelo controle epidemiológico através de ampla testagem da população e do inventário genômico que avalia a presença de novas variantes, além de outras ações de governança focadas na ciência, que se somam a campanhas de conscientização e claro, as vacinas.
Conforme o Brasil avance para a imunização coletiva vacinal (mais de 70% da população) e perante indicadores epidemiológicos favoráveis, igualmente iremos adentrar a realidade vivida por países em estágios mais avançados da vacinação.
O momento é propicio para compreender que apesar das dificuldades, das dores e receios, um mundo em crise se transforma, cria necessidades e isto gera enormes oportunidades para prosperar.
Vem comigo!!!


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