quarta-feira, 28 de julho de 2021

MEDICINA QUÂNTICA, TERAPIA COMPLEMENTAR OU UM NOVO CONCEITO DE VIDA?

 


Desde algum tempo tem se ouvido falar bastante da Medicina Quântica ou Terapia Quântica, se inserindo nas práticas da medicina não convencional ou como se refere a Organização Mundial da Saúde (OMS), Medicinas Tradicionais Complementares e Integrativas (MTCI), em nosso país, Práticas Integrativas e Complementares (PICs).

Os terapeutas quânticos se utilizam de aparelhos ou ferramentas que tem como base de funcionamento os conhecimentos de física ou mecânica quântica. Adotando o conceito de tratar o ser humano de maneira integral: corpo, mente e emoções. Através de diferentes técnicas procuram diagnosticar e tratar possíveis desequilíbrios energéticos, identificando suas causas e com isso prevenindo ou auxiliando no tratamento de doenças orgânicas e psicossociais, contribuindo para o equilíbrio emocional e a integração da saúde com o bem estar gerando qualidade de vida.

Importante ressaltar que as MTCI, a Medicina Quântica inclusive, se entendem como terapias complementares às da medicina convencional, se integrando a estas para potencializar resultados. Ainda que existem diversas terapias incluídas nas MTCI, muitas destas milenares, sendo que no Brasil, desde 2006, temos instituída a Politica Nacional das Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no âmbito do SUS, regida pela portaria GM/MS nº 571/2006 e que disponibiliza gratuitamente à população 29 terapias complementares, entre estas, algumas incluídas na Medicina Quântica.

As MTCI, com as terapias quânticas vindo à frente, são a febre do momento e isto soa como um contrassenso, visto que, a medicina convencional, impulsionada pela tecnologia, evolui de maneira exponencial. Nos atendo a alguns marcos da evolução da medicina, tais como: a descoberta do aparelho de Raio X em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen, a descoberta do aparelho de eletrocardiograma em 1902 pelo fisiologista holandês Willen Einthoven, ou a descoberta da Penicilina em 1928 pelo médico e bacteriologista Alexander Fleming, percebemos que, apesar de evolutiva, a ciência caminhou com certa lentidão e dificuldade para proporcionar estas evoluções. Entretanto, nos dias atuais, a evolução tecnológica está proporcionando uma revolução na área médica e isto se percebe através de ferramentas como a telemedicina que leva para os rincões de nosso país, pelo SUS, a possibilidade de acompanhamento e emissão de laudos por médicos especializados à distância, as cirurgias robóticas presentes em diversos centros cirúrgicos país afora, as quais são menos invasivas, mais eficientes, eficazes e com recuperação pós-operatória menos traumática. Ainda podemos abordar o uso das células-tronco a curar doenças antes incuráveis ou a evolução das vacinas, sendo visível isto na elaboração das vacinas contra a COVID-19, elaboradas em tempo recorde, lembrando que anteriormente a vacina que havia sido criada em tempo mais rápido foi a da Caxumba, levando 4 anos, também a sua tecnologia de elaboração, se antes utilizávamos para humanos as elaboradas a partir do vírus atenuado ou inativo, para a COVID-19 temos vacinas a partir do vírus inativo, de proteína do vírus, de vetor viral não-replicante e, inclusive, de tecnologia mais avançada, a genômica. Pois é, o que justifica então a grande procura das terapias complementares, em especial, as incluídas na Medicina Quântica?

Talvez a explicação esteja no fato que estas terapias complementares trazem em seu bojo um conceito de tratar integralmente o ser humano: corpo, mente e emoções, privilegiando a prevenção das doenças, focando na manutenção da saúde como forma de tratar ou evitar as doenças, entendendo que o equilíbrio global das pessoas repercute e evidencia o binômio saúde e bem-estar, além de potencializar virtudes e tornar mais fácil o caminho para se alcançar os objetivos de vida.

Dentre as terapias quânticas, o Biomagnetismo Médico ou Par Magnético é a mais procurada. Este método terapêutico não invasivo foi desenvolvido pelo cientista e médico mexicano Isaac Goiz Durán em 1988, se utilizando de imãs de potência média, colocados em partes específicas do corpo, tendo a premissa que os órgãos e suas células formadoras emitem frequências eletromagnéticas específicas e, portanto, como toda onda eletromagnética, necessita de um equilíbrio entre os polos positivo e negativo para que haja a transmissão fluida de energia. Neste contexto, o Par Magnético designa os dois imãs (positivo e negativo) que sempre atuam em dupla para identificar situações de desequilíbrio. Estes desequilíbrios ou alterações de polarização geram um ambiente com um PH mais ácido ou mais alcalino, o que propicia o desenvolvimento de diversas patologias, por exemplo: o PH mais ácido permite o desenvolvimento de vírus e fungos, onde o PH é mais alcalino, está privilegiado o desenvolvimento de bactérias e parasitas. As causas destes desequilíbrios teriam como origem diversos fatores: alimentação, toxinas, microrganismos, emoções e situações estressantes.

O método terapêutico do Biomagnetismo Médico entende que a partir da aplicação da técnica é possível corrigir alterações do PH e assim eliminar não somente os sintomas, mas atacar a causa de muitas doenças. Funcionaria como um “scanner biomagnético”, sendo que, o terapeuta, ao reconhecer as áreas em desequilíbrio, aplicaria um conjunto de imãs, em pares, nesses pontos.

A evolução da medicina convencional potencializada pelo desenvolvimento tecnológico é sentida e muito importante, entretanto, não podemos deixar de perceber que as terapias incluídas nas Medicinas Tradicionais Complementares e Integrativas, com relevo para as da Medicina Quântica, além de praticamente serem desprovidas de efeitos colaterais, podem fortalecer o trabalho de prevenção e combate de diversas doenças, ainda trazem um novo conceito de entendimento do ser humano, das suas fragilidades e necessidades, assim como uma nova proposta que concilia saúde, bem-estar e felicidade em viver.
 
Vem comigo!!! 


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