terça-feira, 23 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: LINGUAGEM CORPORAL, O CORPO FALA O QUE AS PALAVRAS NÃO DIZEM



A comunicação eficaz é uma habilidade extremamente importante nos dias atuais, se conotando como um diferencial para bem se relacionar com as pessoas nos âmbitos afetivo, familiar, social e profissional. Por ser algo comum, as pessoas tendem a não compreender a diferença entre se comunicar e se comunicar de maneira eficaz. Esta habilidade, por muitas vezes, significa a diferença entre sucesso e fracasso em diversos setores da vida.

Antes de discorrer sobre os tipos de comunicação existentes, salta aos olhos uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia (UCLA) de Los Angeles (EUA), a qual identifica que apenas 7% da comunicação é baseada nas palavras que são ditas, 38% vem da entonação da voz e, surpreendentes 55%, da linguagem corporal. Com estes indicadores em mãos, esta coluna foca na linguagem corporal, senão vejamos, quanto de felicidade e sucesso as pessoas poderiam alcançar se desenvolvessem a habilidade de conhecer e gerenciar a sua linguagem corporal, ainda se entendessem o que o corpo das outras pessoas fala.

Os tipos de comunicação existentes são a verbal e a não verbal. A comunicação verbal abrange a oral e a escrita. Quanto a comunicação não verbal, temos: a Paralinguagem, que engloba a maneira de falar, entonação de voz, sotaque; a Proxêmica, a qual aborda a utilização do espaço físico, distância do interlocutor, sendo influenciada por aspectos culturais; Características Físicas, que se constitui na apresentação pessoal, forma do corpo e aparência; Tacêsica, analisa o tato, o toque, como por exemplo, o aperto de mão; e a Cinésica, diz respeito aos movimentos, gestos e expressões corporais, é a linguagem corporal.

Olha só, a comunicação eficaz é uma habilidade que pode ser desenvolvida, entretanto, esta habilidade não se resume a ter uma boa apresentação pessoal, a pronunciar o idioma corretamente, sem erros gramaticais ou fazê-lo com uma entonação de voz adequada a cada circunstância e ambiente, expressando sentimentos e com uma eloquência que contagie os ouvintes. Esta aptidão envolve de maneira importante a postura corporal, gestos e movimentos, afinal, o corpo fala e, por vezes, desnuda efetivamente o que estamos pensando, contrariando as nossas palavras.

Antes de abordar a comunicação corporal, é importante esclarecer que para se comunicar de maneira eficaz, o desenvolvimento da Inteligência Emocional é um componente primário, afinal, como podemos conectar pessoas sem conhecermos e gerenciarmos nossas emoções, termos empatia e automotivação, por exemplo. Claro que, a comunicação escrita e mesmo a verbal se relacionam muito com o dom, o domínio destas ferramentas que nasce junto com determinadas pessoas, contudo, estas aptidões podem ser desenvolvidas e aprimoradas.

Perante as aptidões que precisam ser desenvolvidas e elaboram o desenho exigido na comunicação eficaz, a linguagem corporal representa 55% do fator sucesso, este indicador é muito expressivo, portanto, de que vale a pessoa ser a melhor oradora que existe se as suas expressões corporais a contradizem e não geram conexão com outras pessoas.

A linguagem corporal é inconsciente e se origina a partir da área límbica do cérebro, onde estão armazenadas as memórias (de eventos traumáticos, afetivos, entre outras), pensamentos são elaborados, os quais não controlamos, que resultam em expressões corporais que por vezes nos contradizem. O entendimento e controle da linguagem corporal resulta não apenas em uma melhora na comunicação pessoal, mas também no entendimento do que as pessoas estão realmente pensando. Se conotando como um detector de mentiras, também como uma ferramenta importante para a melhora na relação interpessoal, por estes motivos, sendo muito utilizada por autoridade policiais e no mundo corporativo.

Alguns exemplos de linguagem corporal são: mãos na cintura, indica impaciência e pressa para resolver um determinado assunto; braços cruzados, recurso utilizado para se sentir mais à vontade em situações tensas ou desconfortáveis; mãos na boca, indica que a pessoa está mentido ou não tem segurança no que está falando; curvar o tronco no sentido do interlocutor, significa interesse no que está sendo proposto; olhar desfocado, demonstra confusão mental ou falta de interesse no assunto; testa contraída, significa dúvida, tensão e nervosismo.

Da mesma forma que os gestos, os movimentos e as expressões corporais revelam o que as palavras não dizem, nossos olhos também expressam o que pensamos através dos seus movimentos e posições, inclusive se estamos falando a verdade ou mentindo.

Através do Coaching ou de treinamentos de desenvolvimento humano, pode-se trabalhar a comunicação eficaz, assim como, o entendimento e o gerenciamento da linguagem corporal, a qual passa pelo aprendizado do significado dos gestos, movimentos e das expressões corporais, também pelo exercício do autoconhecimento e do desenvolvimento de aptidões, como por exemplo, o conhecimento e gerenciamento das emoções.

Desenvolver uma comunicação eficaz, entender e gerenciar a linguagem corporal são pré-requisitos para a felicidade e o sucesso.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AUTOMOTIVAÇÃO, A IMPORTÂNCIA DE PERSISTIR E JAMAIS SE ABANDONAR



A automotivação é fundamental na busca pela felicidade e pelo sucesso em qualquer âmbito da vida, se evidenciando na atitude de persistir em objetivos e não se permitir abater, abandonando os sonhos e, em determinados casos, abandonando a si mesmo.

Uma pessoa sem motivação está fadada não apenas a infelicidade e ao insucesso, mas também a ser propensa a desenvolver distúrbios e doenças mentais, sendo que esta condição pode ainda desencadear desequilíbrios orgânicos, acarretando ou potencializando doenças físicas.

Os distúrbios e as doenças mentais têm crescido de maneira assustadora, já em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertava que a Depressão é o mal do século, com mais de 300 milhões de casos mundialmente, sendo a principal causadora do suicídio. Na mesma medida, os Transtornos de Ansiedade atingem cada vez mais pessoas, algo em torno de 265 milhões globalmente, sendo que, nosso país é o mais ansioso do mundo, com mais de 20 milhões de brasileiros afetados. A síndrome de Burnout, do esgotamento emocional causado pelo trabalho, incorporada em 2019 na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), já é considerada uma chaga destes novos tempos, sendo que, apenas no Brasil, mais de 33 milhões de pessoas já foram atingidas. Destes transtornos e doenças que atingem a saúde mental citadas, algo em comum é o fato de a desmotivação estar associada a suas causas ou ser uma de suas consequências.

Da mesma maneira que a desmotivação pode desencadear ou se associar a consequências de transtornos e doenças mentais ou mesmo estar relacionada a dependência química, a automotivação é fundamental para o bem viver, sendo um dos 5 pilares da Inteligência Emocional.

Nestes tempos em que vivemos, da 4ª Revolução Industrial iniciada em 2011, a qual impactou o mundo com a evolução tecnológica e das mudanças pós-pandemia da Covid-19, as quais estão redefinindo o mundo corporativo, as habilidades exigidas dos profissionais de alta performance e mesmo, a forma das pessoas se relacionarem, a automotivação é uma habilidade imprescindível para evitar ou potencializar doenças físicas e mentais, para bem se relacionar com os amigos, em casa ou no ambiente de trabalho, para remediar as pressões cotidianas, as muitas negações a que o ser humano está sujeito e, em última análise, para ser feliz e prosperar.

Que a automotivação é importante, este fato está explícito, mas como se faz para desenvolver e manter esta habilidade?

O autoconhecimento é a porta de entrada para o desenvolvimento humano e, claro, para o desenvolvimento da Inteligência Emocional. Podendo ser alcançado através de exercícios diários de relaxamento e meditação, onde a pessoa foca conversar e melhor conhecer a si mesmo, de outra medida, pode ser trabalhado através do Coaching, em sessões individuais ou coletivamente em imersões.

Usufruir de momentos de lazer, ter hobbies, dedicar espaço na agenda para estar com os amigos e com a família, também se faz importante, assim como as atividades físicas, que além de evitarem o sedentarismo e como consequência prevenirem doenças, também liberam no organismo os neurotransmissores: dopamina, ocitocina, serotonina e endorfina, os quais se contrapõe ao mecanismo orgânico do estresse, propiciando uma sensação de bem-estar e alegria, pré-requisitos para a automotivação. Aliás, todos os momentos de satisfação pessoal estimulam a liberação destes neurotransmissores e, portanto, devem ser exercitados.

Se faz necessário identificar se a ausência de motivação está relacionada não apenas a condição de vida da pessoa, mas a um transtorno ou doença mental em curso. Portanto, se permitir conversar em maior profundidade e confiança com um familiar ou amigo, falar a respeito do que sente ou mesmo buscar auxílio profissional, é fundamental.

A automotivação, em última análise, pode ser desenvolvida, iniciando pelo autoconhecimento, caminhando por se identificar e substituir pensamentos limitantes por outros positivos e que estejam alinhados aos objetivos de vida da pessoa.

A partir disto, deve se eleger sonhos, identificar objetivos e prioridades. Formular um planejamento de vida e rotas de ação para se atingir de maneira sustentável e gradativa o que foi planejado.

A felicidade é um pré-requisito para o sucesso em qualquer área da vida e não deixa de sê-lo para se desenvolver e manter a automotivação. Contudo, a vida é estratificada em diversas áreas, sendo impossível se alcançar a felicidade de maneira simultânea em todas elas. Portanto, alguns entendimentos se fazem necessários, quais sejam, a felicidade de viver acarreta ou potencializa a motivação pessoal quando há um equilíbrio de satisfação em todos os setores da vida ou, ao menos, a busca dele, fazer o que nos é prazeroso desencadeia a automotivação, ainda é necessário paciência para evoluir no que foi planejado, trabalhar o desenvolvimento pessoal e desenvolver progressivamente a tão necessária automotivação.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: COMO QUEBRAR AS CRENÇAS LIMITANTES

 


As crenças se formam a partir do que se vê, ouve ou sente, através da repetição de eventos e por situações de forte impacto emocional. Quando são negativas recebem a denominação de crenças limitantes, atuando como gatilhos que são disparados em momentos específicos, fugindo do controle das pessoas e atuando por causar prejuízos em todas as áreas da vida.

Quem quer atuar em uma área profissional que ama e ganhar muito dinheiro com isso?

Quem quer encontrar um(a) parceiro(a) que ame e ter um matrimônio feliz e duradouro?

Quem quer fazer amigos e ser recebido com entusiasmo em todos meios de convivência?

Estou certo que todos responderam de maneira positiva as perguntas acima, contudo, a maior parte das pessoas se acomoda em uma vida medíocre, eivada de insucessos, vociferando sobre a falta de oportunidades no trabalho, o azar nas relações afetivas, passando o tempo a culpar o universo e as outras pessoas pelo seu fracasso existencial.

Pois então, será que o fracasso está relacionado ao binômio falta de oportunidades e sorte ou existe outra explicação?

Por que duas pessoas com formação acadêmica e quociente de inteligência (Q.I.) similares tem resultados tão diferentes no que tange ao fator sucesso?

Estas indagações já estão respondidas atualmente, sendo que as respostas foram elaboradas a partir do aprofundamento dos estudos da psique humana e da Inteligência Emocional, de maneira mais intensa a partir da década de 1920. Perante estes estudos, as crenças limitantes e o desenvolvimento da Inteligência Emocional são fatores preponderantes para conduzir as pessoas no caminho da felicidade e do sucesso.

As crenças limitantes são formadas de maneira predominante na infância, principalmente entre os 8 e os 12 anos, sendo que estes pensamentos negativos são elaborados inconscientemente na área límbica do cérebro, onde ainda se originam as emoções e os sentimentos.

Como exemplo de fatos que podem desencadear a criação de crenças limitantes, temos a criança que vai pegar uma garrafa de água e a derruba, gerando com isto forte reprimenda da mãe que fala ser ela incapaz de fazer algo corretamente, este evento pode se tornar traumático na leitura da criança e gerar uma crença que sabote através do sentimento de medo do fracasso, vários momentos decisivos de sua vida adulta. Filhos que conviveram na infância com a separação de seus pais, por vezes carregam consigo crenças formadas a partir do sentimento de abandono, o que falar de crianças que conviveram com discussões e violência física entre os genitores ou com a dependência química em seu lar, certamente desenvolveram crenças limitantes que poderão sabotar o sucesso nas relações afetivas e no matrimônio.

Como já foi dito, as crenças limitantes se formam de maneira inconsciente na área límbica do cérebro, a partir do que se vê, ouve ou sente, sendo a repetição dos eventos e situações de forte impacto emocional, os 2 fatores predisponentes para sua elaboração.

Elas atuam de maneira tóxica, podendo ter uma ação destrutiva nos relacionamentos interpessoais, afetivos, na tomada de decisões, explicando, por exemplo, porque um profissional com currículo acadêmico invejável não consegue progredir numa empresa, acabando por ser preterido por um colega com currículo menos robusto.

Existem certas frases clássicas que expressam crenças limitantes que o subconsciente contaminado costuma sussurrar para as pessoas, pois vejamos algumas delas: “isso não é para mim”, “eu não consigo’, “felicidade dura pouco,” nasci pobre vou morrer pobre”,

Pois então, sabendo que a infelicidade e o insucesso estão diretamente relacionados a existência de crenças limitantes, quais seriam os passos para quebrá-las?

O primeiro passo reside no exercício do autoconhecimento, para tanto, deve-se conhecer e identificar as crenças limitantes, ainda descobrir a sua origem e finalmente, aceitar a sua existência, assim como a necessidade da mudança.

O segundo passo é a alteração da comunicação, com pensamentos positivos a gerar atitudes e comportamentos que venham se contrapor ao pensamento negativo anterior, acarretando consequentemente resultados diferentes. Esta atitude mudará o estado psicológico da pessoa, sendo que a repetição desta comunicação positiva irá gerar uma nova crença, esta positiva, que irá substituir a crença negativa.


Uma comunicação positiva pode ser exercitada, por exemplo, através do sorriso, do perdão, do auto perdão, do otimismo e da gentileza ao se expressar.

O ciclo de criação de uma nova crença passa pela repetição da comunicação positiva a gerar comportamentos e prover resultados que conduzam ao sucesso. Contudo as crenças limitantes precisam ser eliminadas e para tanto se soma as outras ações, a necessidade de exercícios com forte impacto emocional.

As crenças limitantes são obstáculos a impedir a felicidade e o sucesso, devendo ser eliminadas e substituídas por outras que enalteçam o bem viver, rompendo as correntes que aprisionam as pessoas a uma vida medíocre e infeliz, contudo o auxílio profissional é imprescindível e isto pode ser conseguido, por exemplo, através das sessões individuais e imersões coletivas de Coaching, mas tudo se inicia pela vontade e atitude de cada qual em ter uma vida feliz e próspera.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: SENTIMENTOS TÓXICOS, A IMPORTÂNCIA DA CURA INTERIOR


Os sentimentos tóxicos são dores da alma, são sentimentos que nos calam fundo, guardados durante muito tempo, são ressentimentos, mágoas, traumas, ódio, raiva, rancor e, por vezes, desejo de vingança.


Estes sentimentos se não identificados e eliminados, repercutem em atitudes e comportamentos aos quais não dominamos, naquela voz interior que insiste em nos dar maus conselhos, em impedir a nossa felicidade e a busca pelo sucesso em diversos âmbitos da vida.

De outra medida, prejudicam a nossa saúde física e mental, podendo originar ou potencializar doenças. As patologias de origem psicossomáticas são estudadas e se apresentam como uma grande preocupação do meio científico.

É muito importante o entendimento que sentimentos e emoções são coisas diferentes. A emoção é um conjunto de respostas químicas e neurais que surgem quando o cérebro é estimulado por fatores ambientais. O sentimento é uma resposta a emoção, é como a pessoa reage diante de determinada emoção.

Os sentimentos negativos, originados a partir de emoções oriundas de eventos traumáticos ou que nos impactam de uma forma profunda e que fica armazenada no nosso subconsciente, são os sentimentos tóxicos.

As emoções se originam na área límbica do cérebro e podem ser de 3 tipos, quais sejam: primárias, facilmente perceptíveis, como o medo e a alegria; secundárias, não são tão perceptíveis, como o nervosismo, a vergonha e a culpa; de fundo, não são perceptíveis, como a calma e a fadiga.

Ainda com relação às emoções, temos 5 que são consideradas universais: o medo, a tristeza, a alegria, a raiva e o nojo.

Os sentimentos tóxicos podem causar doenças psicossomáticas, as quais tem relação com problemas emocionais da pessoa e estabelecem a ligação direta entre a saúde emocional e a física. Por ser um processo inconsciente, a confirmação do diagnóstico é complexa. Seu desenvolvimento está associado a uma predisposição pessoal e orgânica, qual seja, como o corpo e o psicológico interagem e reagem perante determinado episódio. Este processo de somatização pode ser facilitado por doenças psicológicas já existentes, tais como, depressão e transtornos de ansiedade. Na mesma medida, determinadas situações podem estar associadas ao seu desenvolvimento, entre elas destaco: eventos traumáticos anteriores; sobrecarga profissional; vítimas de violência física, psicológica ou sexual; ou mesmo a dificuldade de falar sobre o que está sentindo.

Quanto aos sintomas relacionados a doenças psicossomáticas, pode-se identificar: ansiedade, irritabilidade, tristeza, impaciência, exaustão, falta de interesse nas atividades diárias, sendo que, estes sintomas psicológicos se somam a sintomas físicos, como por exemplo: sensação de falta de ar, dores musculares, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, mudança na libido e insônia. No que tange às doenças que podem surgir ou potencializar em função de um trauma psicológico, a gastrite, a enxaqueca, a infertilidade e a impotência sexual são bastante recorrentes.

Como vimos, os sentimentos tóxicos podem desencadear ou potencializar doenças psicológicas e físicas, ainda, repercutem em todas as esferas da vida das pessoas, funcionando como gatilhos a sabotar o sucesso profissional, familiar, afetivo e social.

Contudo, existe como se curar interiormente, isto passa pelo entendimento e aceitação da existência do problema, pelo autoconhecimento, a análise e mudança de pensamentos e comportamentos, a atitude do perdão e do autoperdão, por não verbalizar frases negativas e, claro, pela busca de auxílio profissional.

Como já foi dito, as emoções se originam na área límbica do cérebro, sendo que, as pessoas as expressam de maneira inconsciente, não havendo como impedir que elas se manifestem. Entretanto, podemos conhecê-las e gerenciá-las, ainda, podemos identificar e eliminar sentimentos negativos originários de emoções sentidas em momentos específicos e impactantes.

O desenvolvimento da Inteligência Emocional se faz como fundamental para a cura interior, trabalhar os seus 5 pilares, quais sejam, conhecer as suas emoções, gerenciar as suas emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal, é o caminho a ser trilhado.

Perante este caminho, o autoconhecimento é uma conquista a ser objetivada, na mesma medida que desenvolver as 8 competências da Inteligência Emocional, pois vamos a elas: autoconsciência emocional, autocontrole, automotivação, foco, autoliderança, liderança, relacionamentos e, ação e consistência, competência que envolve disciplina, decisão e resiliência.

A cura interior é uma necessidade, visto que os sentimentos tóxicos destroem a pessoa por completo, psicologicamente, fisicamente e vivencialmente. Esta cura pode ser elaborada através da metodologia Coaching ou da Psicoterapia, em determinados casos de doenças físicas já existentes, outros profissionais da área da saúde devem ser agregados neste trabalho, contudo, reitero que, esta cura se inicia com o entendimento e a aceitação por parte da pessoa, da situação que está vivendo.

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AS CRENÇAS DEFININDO O SUCESSO E O FRACASSO

 

As crenças determinam os resultados alcançados em vários âmbitos da vida. Isto explica como duas pessoas com formação acadêmica e quociente de inteligência similares, por vezes, atingem resultados diferentes na área profissional.


Elas se formam de maneira predominante na infância, sendo a interpretação de algo que foi vivenciado de maneira marcante e, por vezes, repetida. Esta memória ficará alojada na área límbica do cérebro, provocando gatilhos inconscientes que podem direcionar atitudes e comportamentos sabotadores.

Como exemplo da criação de crenças, temos as reprimendas que muitos pais fazem de maneira incorreta perante erros cometidos pelas crianças, frases como: “você é um preguiçoso e não vai alcançar nada na vida”, “menino desastrado”, “do jeito que você é, nunca vai se dar bem com ninguém”, entre outras. Estas crenças também podem se formar a partir do que é visto, por exemplo: pais que tem um relacionamento difícil, trocam diálogos ásperos ou mesmo se agridem.

As crenças também podem ter origem a partir de situações impactantes vividas pela pessoa: a perda de entes queridos, agressões sofridas, momentos difíceis vivenciados. Contudo, reitero que são elaboradas de maneira predominante na infância, sendo inconscientes e provocando gatilhos que direcionam atitudes e comportamentos que a pessoa não controla.

Estes pensamentos ou crenças limitantes estão a sabotar a vida das pessoas, se não forem identificadas e substituídas por pensamentos positivos, os resultados alcançados em diversos setores da vida, serão sempre os mesmos.

Sabendo o que são crenças, como são elaboradas e como interferem na vida das pessoas, fica fácil a compreensão do porquê duas pessoas com mesma formação acadêmica e capacidade intelectual podem ter resultados diferentes no âmbito profissional.

Se forem feitas perguntas, tais como: “quem quer ser bem-sucedido profissionalmente e ganhar muito dinheiro?”, “quem quer ter um casamento feliz e harmonioso?”, “quem quer se relacionar bem com as pessoas e ter muitos amigos?”. Perante estas perguntas, é certo que a resposta será que todos querem. Contudo, o subconsciente, os gatilhos comportamentais comandados pelas crenças limitantes podem estar agindo neste momento para impedir o alcançar da felicidade e do sucesso.

Em 1996, Scoth B. Perry elaborou o Método de Gestão por Competências, muito utilizado atualmente na área empresarial e que expressa através da pirâmide do CHA, o quanto o comportamento humano é responsável pelo fator sucesso.

A pirâmide do CHA tem em sua base o Conhecimento, qual seja, a formação acadêmica e todo manancial de informações que a pessoa angariou através dos anos, sendo responsável por 15% do fator sucesso; a seguir, se posiciona a Habilidade, qual seja, a aplicação prática do conhecimento, esta responsável por 25% do fator sucesso; e no ápice da pirâmide se posiciona a Atitude, responsável por 60% do fator sucesso.

Como visto, através da pirâmide do CHA, as atitudes humanas são as principais responsáveis por se atingir a felicidade e o sucesso em todos os âmbitos vivenciais. Portanto, as crenças limitantes se não forem identificadas e substituídas funcionarão como uma bomba relógio a explodir em momentos importantes, sabotando todos os esforços desenvolvidos pela pessoa.

Antes da elaboração do Método de Gestão por Competências, em 1995, o PhD de Harvard, Dr. Daniel Goleman conceitualizou cientificamente a Inteligência Emocional, a qual vinha sendo estudada desde 1920, sendo responsável por explicar e dar ferramentas para se atingir a felicidade e o sucesso em todas as esferas humanas.

A Inteligência Emocional se baseia em 5 pilares: conhecer as emoções, gerenciar as emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal. Tendo 8 competências comportamentais principais, contudo, a porta de entrada para o seu desenvolvimento é o autoconhecimento, e através do mesmo, a identificação de crenças limitantes com a sua substituição por pensamentos positivos, é um pré-requisito.

Existem diversas ferramentas para se identificar as crenças limitantes e exercícios para substituí-las por pensamentos positivos, este trabalho pode ser desenvolvido através do Coaching, em imersões ou treinamentos comportamentais, contudo, o entendimento que sem alterar as atitudes e comportamentos gerados por elas não serão alterados os resultados alcançados em todos os âmbitos da vida, é um entendimento que as pessoas precisam ter e que significa a diferença entre ser feliz ou infeliz, o sucesso ou fracasso.

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quinta-feira, 21 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: MUDANÇAS, COMO SUPERAR O MEDO E ALCANÇAR O SUCESSO



As mudanças são importantes para as pessoas, sejam na área afetiva, profissional ou mesmo comportamental, contudo, o medo do desconhecido tende a acionar o mecanismo orgânico do estresse e gerar surtos de ansiedade. Portanto, existem fatores negativos associados a elas, mas o caminho para a evolução pessoal, a felicidade e a prosperidade repousa na capacidade de aceitar e agir perante a perspectiva do novo e a coragem em se mover do seu lugar de conforto.

As pessoas são inclinadas a identificar, em um primeiro momento, o negativo das mudanças em maior intensidade que a parte positiva. Isto se explica pela própria evolução da espécie humana, a partir do entendimento que a observação atenta do que poderia dar errado seria uma vantagem na luta pela sobrevivência, desta forma conseguimos sobreviver desde os tempos remotos em que o ser humano habitava as cavernas até os dias atuais. Portanto, ainda trazemos reminiscências de pensamentos que dominavam os nossos ancestrais. De outra maneira, também somos impactados por pensamentos ou crenças limitantes construídos a partir de experiências traumáticas ou mal sucedidas, ainda pela existência de transtornos ou doenças mentais que nos impedem de trilhar o caminho de novas experiências e oportunidades.

É normal que fiquemos ansiosos antes de uma entrevista de emprego, de uma prova importante, ao conhecermos um novo interesse afetivo ou em qualquer âmbito de nossas vidas que nos tirem do nosso lugar de conforto. Nesse momento, o mecanismo do estresse é acionado, a partir de estímulos nervosos do Sistema Nervoso Central, as glândulas suprarrenais liberam o cortisol e a adrenalina, e diversas alterações neurofisiológicas ocorrem em nosso metabolismo normal. Este mecanismo é responsável pela perpetuação da espécie humana, por nos tirar de situações difíceis, mas se mal gerenciado, pode nos imobilizar em decisões. Pari passo a este mecanismo, advém a ansiedade e o medo. Claro que, existem outros fatores que podem se associar a estas reações normais de todo o ser humano e tornar o processo da tomada de decisões e do trilhar novos caminhos, algo muito complexo.

Neste quesito de fatores que não se enquadram na normalidade das reações humanas às mudanças, pensamentos que estão enraizados em nosso subconsciente e funcionam como gatilhos a nos ditar comportamentos e limitar ações são comuns, precisam ser identificados e substituídos por pensamentos positivos.

Na mesma medida, existem fatores mais profundos, relacionados a transtornos e doenças relativas à saúde mental, neste caso, assim como na ocorrência de bloqueios inconscientes, o auxílio de um profissional qualificado se faz necessário.

O primeiro passo para se vencer o medo e a insegurança relativas ao novo, é trilhado a partir do exercício do autoconhecimento. Neste momento, a pessoa busca identificar se existem fatores que fogem à normalidade de estar estressado ou ansioso e quais são esses motivadores de sua inércia em buscar novos caminhos.

Um bom exercício para relaxar e interagir consigo mesmo é se postar em um lugar tranquilo, fechar os olhos, respirar profundamente, aspirando o ar pelo nariz e o expelindo pela boca, e mentalizar como seria estar vivendo a nova situação que se avizinha, de outra medida, se perguntar por que teme esta novidade. Este exercício, em realidade, pode ser realizado em duas etapas, com focos distintos. Em uma primeira etapa, objetiva-se identificar as causas que dão relevo aos fatores negativos da mudança, em sendo pensamentos ou referências a experiências negativas anteriores, o exercício pode evoluir para reenquadrar e ressignificar com foco no positivo. Uma segunda etapa consiste em se imaginar na nova situação, no caso de um novo trabalho, se visualizar no exercício do mesmo, de uma maneira positiva e motivadora.

Levantar todos os indicadores relativos à nova situação que se avizinha e que está sendo motivo de ansiedade, dúvidas e medo, também se faz muito importante. Isto se expressa tanto no sentido de se tomar a decisão correta, tendo o máximo de informações dos prós e contras da mudança, como na ótica do fortalecimento pessoal para este novo momento de vida.

Claro que, mudanças de ordem afetiva são diferentes das de ordem profissional, contudo, todas as mudanças pressupõem perdas e ganhos, mas, por vezes, se constituem em oportunidades para a felicidade e a prosperidade.

A partir do autoconhecimento e de trabalhar os fatores internos que limitam e potencializam o negativo, deve-se evoluir, portanto, para dissecar todos os prós e contras desta mudança, por fim, é fundamental se fortalecer no que tange a conhecer e controlar as suas emoções, e automotivar-se.

Quando se aborda o conhecimento e o controle das emoções, assim como a automotivação, está se falando da necessidade do desenvolvimento da Inteligência Emocional, tão importante e valorizada nos dias atuais.

Os estudos sobre o desenvolvimento humano iniciados na década de 1920 e que ganharam um novo verniz com a conceitualização da Inteligência Emocional em 1995, analisam a resistência das pessoas às mudanças e as suas causas. Diversas ferramentas estão disponibilizadas, acessíveis através da Psicoterapia e do Coaching para se vencer a resistência pessoal às mudanças, assim como para identificar as oportunidades que repousam fora do lugar de conforto e os mecanismos para se criar uma rota de ação segura no caminho para a felicidade e o sucesso.

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sexta-feira, 15 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: ATITUDES VENCEDORAS, COMO SUPERAR OS MOMENTOS DIFÍCEIS.



A vida não transcorre de maneira linear, antes fosse assim, pautada pela felicidade em ato contínuo. Os desafios e as dificuldades são uma constância e, em boa parte das vezes, não enviam um aviso prévio do que vai acontecer. Portanto, estar preparado para transpor estes momentos, aprender com os infortúnios e conceber atitudes vencedoras, a partir destes eventos, perfazem o manual de sobrevivência, mas também pode estar por iniciar uma história de superação, felicidade e sucesso.

As dificuldades na família, nos relacionamentos afetivos, no trabalho ou com a saúde, são de dimensões diferentes, contudo, exigem o autocontrole, automotivação e propõe a introspecção e a análise de causas e soluções. O autoconhecimento é um ganho que deve ser desenvolvido até a última gota e, a partir disto, conceber atitudes diferentes é a marca dos vencedores.

É muito difícil administrar crises familiares ou ver ruir um relacionamento afetivo, mas nada acontece ao acaso, o momento em que “a casa cai” é o ápice de uma desconstrução que não foi percebida, por vezes foi negligenciada e no que tange ao relacionamento entre pessoas, costuma ser de difícil solução, nos obrigando a trabalhar com sentimentos, algo que não temos controle.

Nestes casos, antes de acusar o outro, ou proferir palavras e ter atitudes que provoquem um distanciamento maior ainda, buscar ouvir, exercitar a empatia, qual seja, o ato de se colocar perante o que o outro vive e sente, se soma ao mergulho em nós mesmos, em nossas atitudes e no quanto colaboramos para o que estamos vivendo. Claro que, ninguém está 100% certo ou errado, a convivência humana sempre foi complicada, as famílias têm problemas e os relacionamentos afetivos, por mais que exista amor, são concebidos por pessoas com criações diferentes, anseios de vida distintos, entendimento de mundo diferentes, o que torna o exercício diário de construção um ato necessário para a continuidade e felicidade da convivência. Mas, algo que aprendi com o tempo, foi que não basta haver amor e disposição de uma das partes para superar as dores e traumas, isto tem que existir dos dois lados. Se não se supera o que foi e se dispõe de maneira motivada e comprometida a abrir uma agenda positiva a partir do que será, jamais vai funcionar, será algo fadado ao fracasso. De outra forma, o entendimento mútuo que as pessoas têm dificuldades, jamais se modificarão por completo, caso o façam, se descaracterizarão, é salutar e exige paciência, atitudes e amor.

As dificuldades no âmbito do trabalho impõem, por vezes, o desafio da sobrevivência, do sustento da família, interferem com a autoestima e exigem resiliência, autocontrole, sendo que, também propõe o autoconhecimento, a capacidade de se transformar e até de buscar uma transição profissional. Se buscarmos pela biografia da maior parte das pessoas bem-sucedidas, perceberemos que existe uma história de fracasso e superação a embasar esta virada de jogo. Portanto, ter automotivação, perseverança, foco, buscar novas soluções e caminhos, ampliar o contato com pessoas, saber ouvir, além de jamais se abandonar, é uma cartilha que costuma conduzir ao sucesso e a felicidade.

A saúde talvez seja a maior dificuldade a ser superada, perder um ente querido é algo avassalador e que exige um amadurecimento pessoal que a maior parte das pessoas não tem. Claro, a fé é muito importante nestes momentos, assim como a resignação e a compreensão se somam a atitudes de buscar um objetivo sólido para continuar a vida. Os filhos, a família, os amigos e o trabalho são pilares para fortalecer um recomeço.

Realmente não é fácil superar a perda de alguém que amamos, mas precisa haver o entendimento que isto deveria ser assim como foi e que este evento traumático traz um aprendizado e abrirá a porta de um novo caminho igualmente importante e feliz. Recordar dos momentos felizes vividos com quem se foi, é uma forma de enaltecer e eternizar a pessoa, mas a vida continua e jamais se deve deixar de vivê-la.

Quando se vive situações difíceis com a sua saúde, as limitações que estas situações impõem e, em determinado casos, o risco da própria vida, estes momentos proporcionam uma análise do que se viveu e fez até então. Se ouvirmos relatos de pessoas que pessoas que passaram por momentos limítrofes com relação a sua saúde, perceberemos um sentimento comum nestes relatos, qual seja, as pessoas jamais serão as mesmas, seu entendimento de mundo se torna diferente, a vontade de ser alguém melhor e buscar uma construção mais feliz e harmoniosa no âmbito familiar e afetivo se torna uma prioridade. Em suma, alguém que esteve a ponto de perder a própria vida, certamente estará aberto a buscar soluções diferentes para os seus caminhos futuros.

Por mais que seja difícil, deve se encarar os momentos difíceis que se passa na vida como oportunidades para o autoconhecimento, avaliar a performance como seres humanos e, sabiamente, ter a humildade e a disposição de fazer diferente.

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