A vida não transcorre de maneira linear, antes fosse assim, pautada pela felicidade em ato contínuo. Os desafios e as dificuldades são uma constância e, em boa parte das vezes, não enviam um aviso prévio do que vai acontecer. Portanto, estar preparado para transpor estes momentos, aprender com os infortúnios e conceber atitudes vencedoras, a partir destes eventos, perfazem o manual de sobrevivência, mas também pode estar por iniciar uma história de superação, felicidade e sucesso.
As dificuldades na família, nos relacionamentos afetivos, no trabalho ou com a saúde, são de dimensões diferentes, contudo, exigem o autocontrole, automotivação e propõe a introspecção e a análise de causas e soluções. O autoconhecimento é um ganho que deve ser desenvolvido até a última gota e, a partir disto, conceber atitudes diferentes é a marca dos vencedores.
É muito difícil administrar crises familiares ou ver ruir um relacionamento afetivo, mas nada acontece ao acaso, o momento em que “a casa cai” é o ápice de uma desconstrução que não foi percebida, por vezes foi negligenciada e no que tange ao relacionamento entre pessoas, costuma ser de difícil solução, nos obrigando a trabalhar com sentimentos, algo que não temos controle.
Nestes casos, antes de acusar o outro, ou proferir palavras e ter atitudes que provoquem um distanciamento maior ainda, buscar ouvir, exercitar a empatia, qual seja, o ato de se colocar perante o que o outro vive e sente, se soma ao mergulho em nós mesmos, em nossas atitudes e no quanto colaboramos para o que estamos vivendo. Claro que, ninguém está 100% certo ou errado, a convivência humana sempre foi complicada, as famílias têm problemas e os relacionamentos afetivos, por mais que exista amor, são concebidos por pessoas com criações diferentes, anseios de vida distintos, entendimento de mundo diferentes, o que torna o exercício diário de construção um ato necessário para a continuidade e felicidade da convivência. Mas, algo que aprendi com o tempo, foi que não basta haver amor e disposição de uma das partes para superar as dores e traumas, isto tem que existir dos dois lados. Se não se supera o que foi e se dispõe de maneira motivada e comprometida a abrir uma agenda positiva a partir do que será, jamais vai funcionar, será algo fadado ao fracasso. De outra forma, o entendimento mútuo que as pessoas têm dificuldades, jamais se modificarão por completo, caso o façam, se descaracterizarão, é salutar e exige paciência, atitudes e amor.
As dificuldades no âmbito do trabalho impõem, por vezes, o desafio da sobrevivência, do sustento da família, interferem com a autoestima e exigem resiliência, autocontrole, sendo que, também propõe o autoconhecimento, a capacidade de se transformar e até de buscar uma transição profissional. Se buscarmos pela biografia da maior parte das pessoas bem-sucedidas, perceberemos que existe uma história de fracasso e superação a embasar esta virada de jogo. Portanto, ter automotivação, perseverança, foco, buscar novas soluções e caminhos, ampliar o contato com pessoas, saber ouvir, além de jamais se abandonar, é uma cartilha que costuma conduzir ao sucesso e a felicidade.
A saúde talvez seja a maior dificuldade a ser superada, perder um ente querido é algo avassalador e que exige um amadurecimento pessoal que a maior parte das pessoas não tem. Claro, a fé é muito importante nestes momentos, assim como a resignação e a compreensão se somam a atitudes de buscar um objetivo sólido para continuar a vida. Os filhos, a família, os amigos e o trabalho são pilares para fortalecer um recomeço.
Realmente não é fácil superar a perda de alguém que amamos, mas precisa haver o entendimento que isto deveria ser assim como foi e que este evento traumático traz um aprendizado e abrirá a porta de um novo caminho igualmente importante e feliz. Recordar dos momentos felizes vividos com quem se foi, é uma forma de enaltecer e eternizar a pessoa, mas a vida continua e jamais se deve deixar de vivê-la.
Quando se vive situações difíceis com a sua saúde, as limitações que estas situações impõem e, em determinado casos, o risco da própria vida, estes momentos proporcionam uma análise do que se viveu e fez até então. Se ouvirmos relatos de pessoas que pessoas que passaram por momentos limítrofes com relação a sua saúde, perceberemos um sentimento comum nestes relatos, qual seja, as pessoas jamais serão as mesmas, seu entendimento de mundo se torna diferente, a vontade de ser alguém melhor e buscar uma construção mais feliz e harmoniosa no âmbito familiar e afetivo se torna uma prioridade. Em suma, alguém que esteve a ponto de perder a própria vida, certamente estará aberto a buscar soluções diferentes para os seus caminhos futuros.
Por mais que seja difícil, deve se encarar os momentos difíceis que se passa na vida como oportunidades para o autoconhecimento, avaliar a performance como seres humanos e, sabiamente, ter a humildade e a disposição de fazer diferente.
Vem comigo!!!
Master Coach, Coaching Corporativo, Palestras, Treinamentos de Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional:
(47) 99983-6026 (Fone / WhatsApp)
drballesterojr@gmail.com
As dificuldades na família, nos relacionamentos afetivos, no trabalho ou com a saúde, são de dimensões diferentes, contudo, exigem o autocontrole, automotivação e propõe a introspecção e a análise de causas e soluções. O autoconhecimento é um ganho que deve ser desenvolvido até a última gota e, a partir disto, conceber atitudes diferentes é a marca dos vencedores.
É muito difícil administrar crises familiares ou ver ruir um relacionamento afetivo, mas nada acontece ao acaso, o momento em que “a casa cai” é o ápice de uma desconstrução que não foi percebida, por vezes foi negligenciada e no que tange ao relacionamento entre pessoas, costuma ser de difícil solução, nos obrigando a trabalhar com sentimentos, algo que não temos controle.
Nestes casos, antes de acusar o outro, ou proferir palavras e ter atitudes que provoquem um distanciamento maior ainda, buscar ouvir, exercitar a empatia, qual seja, o ato de se colocar perante o que o outro vive e sente, se soma ao mergulho em nós mesmos, em nossas atitudes e no quanto colaboramos para o que estamos vivendo. Claro que, ninguém está 100% certo ou errado, a convivência humana sempre foi complicada, as famílias têm problemas e os relacionamentos afetivos, por mais que exista amor, são concebidos por pessoas com criações diferentes, anseios de vida distintos, entendimento de mundo diferentes, o que torna o exercício diário de construção um ato necessário para a continuidade e felicidade da convivência. Mas, algo que aprendi com o tempo, foi que não basta haver amor e disposição de uma das partes para superar as dores e traumas, isto tem que existir dos dois lados. Se não se supera o que foi e se dispõe de maneira motivada e comprometida a abrir uma agenda positiva a partir do que será, jamais vai funcionar, será algo fadado ao fracasso. De outra forma, o entendimento mútuo que as pessoas têm dificuldades, jamais se modificarão por completo, caso o façam, se descaracterizarão, é salutar e exige paciência, atitudes e amor.
As dificuldades no âmbito do trabalho impõem, por vezes, o desafio da sobrevivência, do sustento da família, interferem com a autoestima e exigem resiliência, autocontrole, sendo que, também propõe o autoconhecimento, a capacidade de se transformar e até de buscar uma transição profissional. Se buscarmos pela biografia da maior parte das pessoas bem-sucedidas, perceberemos que existe uma história de fracasso e superação a embasar esta virada de jogo. Portanto, ter automotivação, perseverança, foco, buscar novas soluções e caminhos, ampliar o contato com pessoas, saber ouvir, além de jamais se abandonar, é uma cartilha que costuma conduzir ao sucesso e a felicidade.
A saúde talvez seja a maior dificuldade a ser superada, perder um ente querido é algo avassalador e que exige um amadurecimento pessoal que a maior parte das pessoas não tem. Claro, a fé é muito importante nestes momentos, assim como a resignação e a compreensão se somam a atitudes de buscar um objetivo sólido para continuar a vida. Os filhos, a família, os amigos e o trabalho são pilares para fortalecer um recomeço.
Realmente não é fácil superar a perda de alguém que amamos, mas precisa haver o entendimento que isto deveria ser assim como foi e que este evento traumático traz um aprendizado e abrirá a porta de um novo caminho igualmente importante e feliz. Recordar dos momentos felizes vividos com quem se foi, é uma forma de enaltecer e eternizar a pessoa, mas a vida continua e jamais se deve deixar de vivê-la.
Quando se vive situações difíceis com a sua saúde, as limitações que estas situações impõem e, em determinado casos, o risco da própria vida, estes momentos proporcionam uma análise do que se viveu e fez até então. Se ouvirmos relatos de pessoas que pessoas que passaram por momentos limítrofes com relação a sua saúde, perceberemos um sentimento comum nestes relatos, qual seja, as pessoas jamais serão as mesmas, seu entendimento de mundo se torna diferente, a vontade de ser alguém melhor e buscar uma construção mais feliz e harmoniosa no âmbito familiar e afetivo se torna uma prioridade. Em suma, alguém que esteve a ponto de perder a própria vida, certamente estará aberto a buscar soluções diferentes para os seus caminhos futuros.
Por mais que seja difícil, deve se encarar os momentos difíceis que se passa na vida como oportunidades para o autoconhecimento, avaliar a performance como seres humanos e, sabiamente, ter a humildade e a disposição de fazer diferente.
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