Para quem duvidava da importância das vacinas para encaminhar o fim desta pandemia, os resultados expressos na diminuição de casos graves e de óbitos que caminha passo a passo com o ritmo vacinal, está fazendo com que diversas empresas ofereçam descontos de até 30% em produtos e serviços, além de brindes aos consumidores que comprovem ter recebido ao menos uma dose da vacina. Os brindes são os mais diversos, desde cerveja, refrigerante, pizza gratuita, entre outros. Esta promoção que acontece em cidades de diferentes estados do nosso país mostra que as vacinas contra a Covid-19, apesar de não serem obrigatórias por lei, se tornaram uma exigência, no entendimento da maioria da população, para que retornemos o mais rápido possível à normalidade de nossas vidas e para termos melhores dias na área econômica.
O Governo Federal e o Ministério da Saúde (MS) que orquestraram este fracasso no combate a pandemia no país, em diversos momentos estimulando o negacionismo e o distanciamento da ciência, na mesma medida que não elaboraram campanhas de conscientização de amplo domínio popular e não acreditaram nas vacinas, demorando para adquirí-las, o que acarretou uma intensificação da pandemia e de suas consequências, percebendo a realidade, neste momento, são “pró-vacinas” ardorosos.
Esclareço que, o MS é responsável pela organização e operacionalização do Programa Nacional de Imunização (PNI), criado em 1973 e regido pela Lei Federal nº6259/1975, sendo também responsável por definir pela obrigatoriedade das vacinas. Existe uma carteira de vacinas obrigatórias em nosso país definidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao refletir sobre o artigo 196 da Constituição Federal de 1988: “A saúde é um direito de todos e um dever do Estado...”, que estamos regidos pela Lei Federal nº 13979/2020 (Lei da Quarentena Sanitária do Coronavírus) e que decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) referendaram a opção pela obrigatoriedade das vacinas, indago se não teria sido sábio optar por sua obrigatoriedade. Contudo, a vida é sábia, e na prática, tanto em nosso país como em outros, as vacinas se tornaram obrigatórias.
Diversos países adotaram medidas similares para estimular a vacinação. Os EUA que lideraram o ritmo vacinal até abril de 2021, com 3,5 milhões de pessoas vacinadas por dia, vendo o ritmo vacinal diminuir em maio para 2,4 milhões/dia, adotaram promoções similares e permitiram, inclusive, a vacinação dos imigrantes sem terem que comprovar residência. Neste mesmo caminho, países que já estão com o ritmo vacinal mais avançado estão permitindo que pessoas vacinadas possam frequentar sem uso de máscara locais fechados, assim como, eventos com presença de público, como shows e jogos de diversas modalidades esportivas, estão sendo permitidos com a presença de pessoas que comprovem a vacinação e, claro, fazendo o uso de máscara e com todos os regramentos de biossegurança.
A retomada do turismo internacional também tem suscitado soluções que exijam a comprovação da vacinação, como exemplo, temos: os Passes de Saúde, iniciativa em fase de elaboração por companhias aéreas, entidades não governamentais e empresas de tecnologia na busca de padronizar informações de cada passageiro sobre a Covid-19, o Certificado de Vacinação de Covid-19 (ainda em fase de discussão e elaboração), que busca substituir a necessidade de se apresentar um teste negativo para a doença ou fazer quarentena sanitária ao adentrar a outro país, ainda temos o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), já utilizado há mais de 50 anos para comprovar a imunidade a diversas doenças. Nesta mesma toada, nosso Ministério do Turismo e o MS firmaram uma parceria para estimular o uso da plataforma Conecte SUS como certificado digital de vacinação, com a ideia da retomada segura do turismo em nosso país.
Nos EUA, a prefeitura de Nova Iorque passará a exigir comprovante de vacinação contra a Covid-19 para usuários de restaurantes, para frequentadores de cinemas e teatros, e para quem queira frequentar lugares fechados. Esta medida começa a vigorar em 16 de agosto. Assim como tem ocorrido na França, por exemplo, será exigido um passaporte a ser apresentado pelas pessoas que forem adentrar a estes locais.
No Brasil, a iniciativa privada já percebeu a importância da vacinação e está tomando atitudes, mesmo na ausência de uma ação mais ampla dos governos constituídos e de campanhas de conscientização. Estas atitudes se expressam na campanha: “Vacinou? Ganhou”, da rede de lanchonetes Lanchão, Old Dog e X Picanha, com mais de 60 unidades espalhadas em 23 cidades, onde o cliente pode ir a uma de suas lojas, apresentar o comprovante de ao menos uma dose de vacina e mesmo sem consumir, terá direito a uma porção de batata frita, a pizzaria Forneria 1121, com unidades em Recife-PE e Natal-RN, dá desconto de 10% para os vacinados com primeira dose e de 15% para os totalmente imunizados, a rede de alimentação saudável, a Mr. Fit, com mais de 500 lojas espalhadas em 248 cidades de 24 estados, está dando desconto de 10% aos clientes que comprovarem ter recebido ao menos uma dose da vacina, estes são alguns exemplos das muitas iniciativas do gênero em curso.
As vacinas para a Covid-19 estão comprovando na prática serem o caminho para o fim desta pandemia, a despeito dos negacionistas de plantão, já é momento dos executivos estaduais e municipais ou das assembleias legislativas e das câmaras de vereadores, legislarem para incentivar a vacinação, nossa iniciativa privada está dando o exemplo.
Vem comigo!!!
O Governo Federal e o Ministério da Saúde (MS) que orquestraram este fracasso no combate a pandemia no país, em diversos momentos estimulando o negacionismo e o distanciamento da ciência, na mesma medida que não elaboraram campanhas de conscientização de amplo domínio popular e não acreditaram nas vacinas, demorando para adquirí-las, o que acarretou uma intensificação da pandemia e de suas consequências, percebendo a realidade, neste momento, são “pró-vacinas” ardorosos.
Esclareço que, o MS é responsável pela organização e operacionalização do Programa Nacional de Imunização (PNI), criado em 1973 e regido pela Lei Federal nº6259/1975, sendo também responsável por definir pela obrigatoriedade das vacinas. Existe uma carteira de vacinas obrigatórias em nosso país definidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao refletir sobre o artigo 196 da Constituição Federal de 1988: “A saúde é um direito de todos e um dever do Estado...”, que estamos regidos pela Lei Federal nº 13979/2020 (Lei da Quarentena Sanitária do Coronavírus) e que decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) referendaram a opção pela obrigatoriedade das vacinas, indago se não teria sido sábio optar por sua obrigatoriedade. Contudo, a vida é sábia, e na prática, tanto em nosso país como em outros, as vacinas se tornaram obrigatórias.
Diversos países adotaram medidas similares para estimular a vacinação. Os EUA que lideraram o ritmo vacinal até abril de 2021, com 3,5 milhões de pessoas vacinadas por dia, vendo o ritmo vacinal diminuir em maio para 2,4 milhões/dia, adotaram promoções similares e permitiram, inclusive, a vacinação dos imigrantes sem terem que comprovar residência. Neste mesmo caminho, países que já estão com o ritmo vacinal mais avançado estão permitindo que pessoas vacinadas possam frequentar sem uso de máscara locais fechados, assim como, eventos com presença de público, como shows e jogos de diversas modalidades esportivas, estão sendo permitidos com a presença de pessoas que comprovem a vacinação e, claro, fazendo o uso de máscara e com todos os regramentos de biossegurança.
A retomada do turismo internacional também tem suscitado soluções que exijam a comprovação da vacinação, como exemplo, temos: os Passes de Saúde, iniciativa em fase de elaboração por companhias aéreas, entidades não governamentais e empresas de tecnologia na busca de padronizar informações de cada passageiro sobre a Covid-19, o Certificado de Vacinação de Covid-19 (ainda em fase de discussão e elaboração), que busca substituir a necessidade de se apresentar um teste negativo para a doença ou fazer quarentena sanitária ao adentrar a outro país, ainda temos o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), já utilizado há mais de 50 anos para comprovar a imunidade a diversas doenças. Nesta mesma toada, nosso Ministério do Turismo e o MS firmaram uma parceria para estimular o uso da plataforma Conecte SUS como certificado digital de vacinação, com a ideia da retomada segura do turismo em nosso país.
Nos EUA, a prefeitura de Nova Iorque passará a exigir comprovante de vacinação contra a Covid-19 para usuários de restaurantes, para frequentadores de cinemas e teatros, e para quem queira frequentar lugares fechados. Esta medida começa a vigorar em 16 de agosto. Assim como tem ocorrido na França, por exemplo, será exigido um passaporte a ser apresentado pelas pessoas que forem adentrar a estes locais.
No Brasil, a iniciativa privada já percebeu a importância da vacinação e está tomando atitudes, mesmo na ausência de uma ação mais ampla dos governos constituídos e de campanhas de conscientização. Estas atitudes se expressam na campanha: “Vacinou? Ganhou”, da rede de lanchonetes Lanchão, Old Dog e X Picanha, com mais de 60 unidades espalhadas em 23 cidades, onde o cliente pode ir a uma de suas lojas, apresentar o comprovante de ao menos uma dose de vacina e mesmo sem consumir, terá direito a uma porção de batata frita, a pizzaria Forneria 1121, com unidades em Recife-PE e Natal-RN, dá desconto de 10% para os vacinados com primeira dose e de 15% para os totalmente imunizados, a rede de alimentação saudável, a Mr. Fit, com mais de 500 lojas espalhadas em 248 cidades de 24 estados, está dando desconto de 10% aos clientes que comprovarem ter recebido ao menos uma dose da vacina, estes são alguns exemplos das muitas iniciativas do gênero em curso.
As vacinas para a Covid-19 estão comprovando na prática serem o caminho para o fim desta pandemia, a despeito dos negacionistas de plantão, já é momento dos executivos estaduais e municipais ou das assembleias legislativas e das câmaras de vereadores, legislarem para incentivar a vacinação, nossa iniciativa privada está dando o exemplo.
Vem comigo!!!







