A maior ginasta olímpica da atualidade e uma das maiores da história, Simone Biles, surpreendeu o mundo ao abandonar as disputas dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Simone tem apenas 23 anos e está no ápice da sua forma física e técnica, tendo despontado no Campeonato Mundial realizado na Antuérpia em 2013, com duas medalhas de ouro, aliás, são 19 medalhas de ouro, 3 de prata e 3 de bronze ganhas em campeonatos mundiais. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, se consolidou como maior nome do esporte ao conquistar quatro medalhas de ouro e uma de bronze. Pois então, o que aconteceu com esta atleta praticamente imbatível, que deveria estabelecer um novo recorde de medalhas de ouro ganhas em olimpíadas e é considerada, juntamente com Nadia Comaneci, as duas maiores ginastas olímpicas da história? A explicação vem do desabafo da própria Simone: “Para quem diz que eu desisti, eu não desisti. Minha mente e corpo simplesmente estão fora de sintonia.”
Segundo a psicologia, Inteligência Emocional é a capacidade de identificar e lidar com as emoções, com nossos sentimentos pessoais e de outros indivíduos. Existem pessoas que conseguem focar e concluir suas tarefas, atingindo suas metas, mesmo convivendo com a tristeza, dúvidas e a ansiedade, mas, muitas não conseguem. Esta habilidade permite que as pessoas administrem melhor seus sentimentos e repercutam isto nas suas ações.
A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, mas os fatores que levam a uma instabilidade emocional de tal ordem que impeça o exercício de suas habilidades físicas e/ou intelectuais podem ter como fator motivador o estresse, transtornos e doenças psicossociais, qual seja, a saúde mental.
O mecanismo do estresse, reação orgânica que ocorre quando passamos por situações de extrema pressão ou quando nos sentimos ameaçados, sendo responsável pela sobrevivência da raça humana até os dias atuais, se elabora através de hormônios liberados pelo sistema nervoso central (hipotálamo e hipófise), que ativam as glândulas suprarrenais a liberarem a adrenalina e o cortisol, hormônios que alteram as funções orgânicas, aumentando o batimento cardíaco, ampliando a oxigenação dos pulmões, entre outras alterações metabólicas, nos tornando alertas e aptos para suplantarmos situações que entendemos como perigosas. Este importante mecanismo se torna destrutivo para a saúde física e mental quando é ativado initerruptamente, podendo ainda provocar ou potencializar doenças e transtornos mentais.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5% da população mundial sofre de Depressão e 10% apresenta algum tipo de Transtorno de Ansiedade. A OMS identifica a Depressão como principal causadora do suicídio, relatando mais de 800 mil suicídios por ano no mundo. O Brasil é o país com maior taxa de pessoas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (9,3% da nossa população) e o 5º em casos de depressão (5,8% da nossa população).
Reitero que, quando falamos em Inteligência Emocional não podemos nos dissociar do fato que transtornos ou doenças psicossociais, provocadas ou agravadas pelo mecanismo do estresse, podem atuar como causas de seu desequilíbrio, entretanto já é clássica a frase que diz: “As pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelo seu comportamento ou por sua instabilidade emocional”.
A Inteligência Emocional, portanto, não é uma habilidade inata e sim desenvolvida, Howard Gardner elaborou a Teoria das Múltiplas Inteligências nos anos 80, segundo a qual existem 8 tipos de inteligência: Linguística, Musical, Lógica/Matemática, Visual/Espacial, Corporal/Cinestésica, Interpessoal, Intrapessoal e Naturalista. A partir desta teoria, Daniel Coleman, considerado o pai da IE, evoluiu um conceito que está relacionado com a Inteligência Interpessoal e Intrapessoal, o seu domínio desenvolveria a capacidade de perceber nossas emoções, saber identificá-las, compreender seus gatilhos e como consequência, desenvolver maneiras de gerenciá-las. Perante este conceito existem mais de 50 tipos de emoções.
Daniel Coleman atribui 80% do sucesso das pessoas aos fatores relativos a Inteligência Emocional e identificou 5 características pessoais associadas aos que dominam esta habilidade: Automotivação, Autoconsciência, Empatia, Controle Emocional e Habilidade nos Relacionamentos Interpessoais.
Os estudiosos identificam 7 maneiras para desenvolver a Inteligência Emocional: criar consciência sobre comportamentos e reações; dominar emoções; melhorar a comunicação ao seu redor; treinar seu cérebro para elaborar respostas e não reagir por impulsos; conhecer seus pontos fortes, fragilidades e limites; desenvolver a empatia e tornar-se resiliente.
O ser humano carrega consigo dores e traumas que impactam a sua saúde mental, se transformando em gatilhos que são acionados em momentos específicos por situações que fogem ao seu controle. Estas dores e traumas, associadas ou não a situações orgânicas e sociais podem desencadear transtornos ou patologias psicossociais. Portanto, é necessário identificar as causas que levam a uma situação de desequilíbrio de ordem emocional como a vivida pela ginasta Simone Biles e isto precisa ser tratado.
O desenvolvimento da Inteligência Emocional contribui para o entendimento e o controle de nossos gatilhos emocionais, para que possamos conviver com nossas fragilidades psicossociais momentâneas ou crônicas, criando as condições para que ultrapassemos com êxito os momentos de maior exigência emocional, potencializando nossas virtudes e traçando um caminho mais fácil para se atingir o sucesso e a felicidade.
Vem comigo!!!
Segundo a psicologia, Inteligência Emocional é a capacidade de identificar e lidar com as emoções, com nossos sentimentos pessoais e de outros indivíduos. Existem pessoas que conseguem focar e concluir suas tarefas, atingindo suas metas, mesmo convivendo com a tristeza, dúvidas e a ansiedade, mas, muitas não conseguem. Esta habilidade permite que as pessoas administrem melhor seus sentimentos e repercutam isto nas suas ações.
A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, mas os fatores que levam a uma instabilidade emocional de tal ordem que impeça o exercício de suas habilidades físicas e/ou intelectuais podem ter como fator motivador o estresse, transtornos e doenças psicossociais, qual seja, a saúde mental.
O mecanismo do estresse, reação orgânica que ocorre quando passamos por situações de extrema pressão ou quando nos sentimos ameaçados, sendo responsável pela sobrevivência da raça humana até os dias atuais, se elabora através de hormônios liberados pelo sistema nervoso central (hipotálamo e hipófise), que ativam as glândulas suprarrenais a liberarem a adrenalina e o cortisol, hormônios que alteram as funções orgânicas, aumentando o batimento cardíaco, ampliando a oxigenação dos pulmões, entre outras alterações metabólicas, nos tornando alertas e aptos para suplantarmos situações que entendemos como perigosas. Este importante mecanismo se torna destrutivo para a saúde física e mental quando é ativado initerruptamente, podendo ainda provocar ou potencializar doenças e transtornos mentais.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5% da população mundial sofre de Depressão e 10% apresenta algum tipo de Transtorno de Ansiedade. A OMS identifica a Depressão como principal causadora do suicídio, relatando mais de 800 mil suicídios por ano no mundo. O Brasil é o país com maior taxa de pessoas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (9,3% da nossa população) e o 5º em casos de depressão (5,8% da nossa população).
Reitero que, quando falamos em Inteligência Emocional não podemos nos dissociar do fato que transtornos ou doenças psicossociais, provocadas ou agravadas pelo mecanismo do estresse, podem atuar como causas de seu desequilíbrio, entretanto já é clássica a frase que diz: “As pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelo seu comportamento ou por sua instabilidade emocional”.
A Inteligência Emocional, portanto, não é uma habilidade inata e sim desenvolvida, Howard Gardner elaborou a Teoria das Múltiplas Inteligências nos anos 80, segundo a qual existem 8 tipos de inteligência: Linguística, Musical, Lógica/Matemática, Visual/Espacial, Corporal/Cinestésica, Interpessoal, Intrapessoal e Naturalista. A partir desta teoria, Daniel Coleman, considerado o pai da IE, evoluiu um conceito que está relacionado com a Inteligência Interpessoal e Intrapessoal, o seu domínio desenvolveria a capacidade de perceber nossas emoções, saber identificá-las, compreender seus gatilhos e como consequência, desenvolver maneiras de gerenciá-las. Perante este conceito existem mais de 50 tipos de emoções.
Daniel Coleman atribui 80% do sucesso das pessoas aos fatores relativos a Inteligência Emocional e identificou 5 características pessoais associadas aos que dominam esta habilidade: Automotivação, Autoconsciência, Empatia, Controle Emocional e Habilidade nos Relacionamentos Interpessoais.
Os estudiosos identificam 7 maneiras para desenvolver a Inteligência Emocional: criar consciência sobre comportamentos e reações; dominar emoções; melhorar a comunicação ao seu redor; treinar seu cérebro para elaborar respostas e não reagir por impulsos; conhecer seus pontos fortes, fragilidades e limites; desenvolver a empatia e tornar-se resiliente.
O ser humano carrega consigo dores e traumas que impactam a sua saúde mental, se transformando em gatilhos que são acionados em momentos específicos por situações que fogem ao seu controle. Estas dores e traumas, associadas ou não a situações orgânicas e sociais podem desencadear transtornos ou patologias psicossociais. Portanto, é necessário identificar as causas que levam a uma situação de desequilíbrio de ordem emocional como a vivida pela ginasta Simone Biles e isto precisa ser tratado.
O desenvolvimento da Inteligência Emocional contribui para o entendimento e o controle de nossos gatilhos emocionais, para que possamos conviver com nossas fragilidades psicossociais momentâneas ou crônicas, criando as condições para que ultrapassemos com êxito os momentos de maior exigência emocional, potencializando nossas virtudes e traçando um caminho mais fácil para se atingir o sucesso e a felicidade.
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