quarta-feira, 9 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: O PRINCÍPIO PARA UMA VIDA ABUNDANTE

 




A pessoa pode ter princípios que conduzem a prosperidade em determinada área da vida, como a profissional/financeira, mas que quando aplicados em outra área, por exemplo a afetiva, conduzem ao caos. Entretanto, existe um princípio que conduz a felicidade e o sucesso em qualquer âmbito vivencial, podendo ser identificado como o princípio para uma vida abundante.

Esclareço que, princípios são um conjunto de padrões de comportamento universais e incontestáveis que trabalham em prol da espécie humana. Os princípios são a base para a formação dos valores, estes individuais, atuando como regras a nortear as relações, as atitudes e as decisões das pessoas.

Uma excelente distinção conceitual é que princípio seria o que a pessoa é e valor, como ela está. Sendo que, os valores, mesmo tendo como base os princípios, se elaboram a partir do ambiente familiar, profissional e de amigos, se alicerçando em questões de moral e ética.

Mas então, estando explicado e diferenciado princípios e valores, qual seria o princípio para uma vida abundante?

A autorresponsabilidade é esse princípio transformador de vidas.

Claro que, a honestidade, a lealdade e o respeito consigo, com os outros e com opiniões que divergem do que a pessoa pensa, são princípios importantes e podem conceber valores fundamentais para o bem viver.

Na mesma medida, sentimentos como o amor, a compaixão, o perdão e a gratidão podem se originar de princípios e valores, sendo igualmente importantes e condutores de uma vida abundante.

Contudo, a autorresponsabilidade é um fundamento que conduz a esses valores e sentimentos supracitados, sendo o pilar para a construção de uma vida abundante.

Já em 1936, Dale Carnegie, precursor do Desenvolvimento Humano através do seu livro, “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, além de uma metodologia de treinamentos que é referência ainda nos dias atuais, já discorria a respeito da importância da autorresponsabilidade. Em seu livro, onde são enunciadas as regras de ouro para fazer amigos e influenciar pessoas, a primeira delas é: “Não critique, não condene, não se queixe...”.

Um dos maiores autores do segmento de desenvolvimento humano da atualidade, John Maxwell, aborda a importância da autorresponsabilidade em sua obra, “O livro de ouro da Liderança”, que começou a ser escrito em 1964, quando o autor tinha 17 anos e foi lançado em 2014.

A autorresponsabilidade também é fundamental para se atingir a felicidade e o sucesso em todos os âmbitos da vida, segundo a Inteligência Emocional (IE). Apesar de não estar enunciada como um dos 5 pilares e 8 comportamentos essenciais da conceitualização da IE, elaborada em 1995 pelo Dr. Daniel Goleman, considerado o pai da IE, este princípio vai além, fundamentando seus pilares e comportamentos essenciais.

Com base neste longo percurso de estudos e escritos sobre a importância da autorresponsabilidade para o individuo prosperar, o Coaching elaborou as 6 leis da autorresponsabilidade, quais sejam: 1-Se é para criticar os outros, cale-se; 2-Se é para buscar culpados, busque solução; 3-Se é para justificar seus erros, aprenda com eles; 4-Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor; 5-Se é para reclamar, dê sugestões; 6-Se é para julgar as pessoas, julgue suas atitudes.

A autorresponsabilidade norteia a felicidade e o sucesso no âmbito afetivo, afinal quando um dos conjugues ou por vezes os dois vivem por apontar o dedo para o outro e por não exercitar a compreensão, a empatia e a busca pelo autoconhecimento, com subsequente supressão de comportamentos ruins e elaboração de outros que conduzam e sejam conduzidos por uma comunicação positiva, o caos e o fracasso conjugal enunciado está e isto ocorre pela falta de autorresponsabilidade.

Da mesma forma, no ambiente profissional, o colaborador que não assume seus erros, sempre encontrando culpados ou se comporta de uma maneira acusatória para com os colegas, isto se torna, com o passar do tempo insustentável. Neste caso vale a máxima que diz: ‘o profissional é contratado pelo seu currículo, mas demitido por seu comportamento.

Os exemplos que demonstram que autorresponsabilidade e prosperidade caminham de mãos dadas podem ser encontrados em todos os setores da vida.

Os estudos confirmam esta verdade e identificam a autorresponsabilidade como princípio precursor e sustentador de uma vida abundante.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AS 3 ATITUDES PARA O BEM VIVER



O Bem Viver se expressa através do equilíbrio físico, mental e espiritual, no encontro do binômio felicidade e sucesso nos diversas âmbitos da vida, na capacidade de suportar e ressignificar os momentos difíceis em oportunidades para aprender, tendo em vista, que todas as pessoas passam por dificuldades, mas a capacidade de superação difere os vencedores e estes, se tornam felizes mesmo na adversidade, gratos, ávidos em se conhecer, aprender e melhorar, tendo como recompensa, a evolução pessoal, profissional e a prosperidade.

A partir desta definição, fica claro que o Bem Viver está associado a atitudes e comportamentos, os quais dependem de um estado psíquico que é impulsionado por uma comunicação positiva consigo, com outras pessoas e com o mundo, mas que também impulsionam esta comunicação positiva.

Mas então, quais seriam as atitudes que estabelecem esta condição?

Para se alcançar o Bem Viver, aceitar e admitir o erro, não acusar e ser grato, se estabelecem como as 3 atitudes básicas, pilares para mudanças e para a transformação de vidas.

Antes de discorrer sobre as 3 atitudes para o Bem Viver, se faz importante dizer que para elaborar estes comportamentos existem 2 condicionantes, quais sejam, desenvolver uma comunicação positiva consigo, com o universo e com os outros e o autoconhecimento.

A comunicação positiva é o primeiro passo para a pessoa alterar o seu estado psíquico, propiciando com isso a eliminação de crenças limitantes e sentimentos tóxicos, ainda a formulação de pensamentos positivos, como os que conduzem ao Bem Viver.

Já o autoconhecimento viabiliza a necessidade de mudança, de sair do lugar de conforto, quando se entende que algo está errado no âmbito pessoal e que isto precisa ser identificado e eliminado, assim como se descobre a necessidade de desenvolver comportamentos que transformem a vida. Como se sabe, o autoconhecimento é a porta de entrada para o desenvolvimento da Inteligência Emocional.

A comunicação positiva e o autoconhecimento alimentam a elaboração de pensamentos que geram atitudes e estas comportamentos que são pilares para o Bem Viver, mas também são retroalimentados por estas atitudes e comportamentos.

Quanto as 3 atitudes para se alcançar o Bem Viver, a primeira é aceitar e admitir o erro. Atitude que impõe que a pessoa percorra a jornada do autoconhecimento, impactando na comunicação consigo, possibilitando o auto perdão e outras atitudes que estimulam a liberação de neurotransmissores responsáveis pela alegria e prazer, equilibrando o metabolismo, aumentando as barreiras imunes e favorecendo o aspecto psíquico. A comunicação com o universo e com os outros também é atingida, favorecendo a capacidade de persuasão e as relações interpessoais.

Quanto a não acusar, está implícita nesta atitude a capacidade de introspecção e ainda o exercício do autoconhecimento, na medida que a busca do que saiu errado não mira em subterfúgios, procurando os reais motivos do insucesso, possivelmente contidos na própria pessoa. A atitude de não acusar favorece a elaboração do pensamento e a atitude de desculpar, desenvolvendo com isso o sentimento do perdão, tão nobre, importante para quem o recebe e ainda mais para a pessoa que o desenvolve, contudo de difícil consecução.

A terceira atitude do Bem Viver é a gratidão. Atitude que se associa a um sentimento extremamente importante, sendo também um dos 4 passos da prosperidade. Este sentimento se estratifica em gratidão consigo, com os outros e com o universo, sendo fundamental para a elaboração de uma comunicação positiva, alterando positivamente o estado psíquico, equilibrando o metabolismo humano, estimulando a liberação de neurotransmissores responsáveis pelo prazer e a alegria, como a serotonina e a endorfina, elevando a proteção imunológica, protegendo a saúde física e mental.

A gratidão e o perdão são dois sentimentos de difícil elaboração, que repercutem, em maior proporção em quem os elabora, fisicamente e mentalmente, ainda impactando no desenvolvimento da Inteligência Emocional, transformando positivamente a vida da pessoa, tornando possível e viável, a felicidade, o sucesso e a prosperidade.

Aceitar e admitir o erro, não acusar e a gratidão, são atitudes que se constituem em pilares para o Bem Viver, sobre outra leitura, na medida que sinalizam um processo de amadurecimento existencial, de mudança e de transformação da vida.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS, COMO VENCER A ANSIEDADE



O Brasil é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o país mais ansioso do mundo, em relatório de 2020, a entidade relatava que mais de 20 milhões de brasileiros padeciam de algum tipo de Transtorno de Ansiedade, algo em torno de 9,3% de nossa população. No mundo, são mais de 264 milhões de pessoas atingidas, 3,6% da população mundial. Salta aos olhos que entre seus fatores de risco está o comportamental e as sequelas psíquicas pelo que se vê, ouve ou sente, que provoque forte impacto emocional negativo.

Então, a ansiedade é uma doença?

A ansiedade é uma palavra ou jargão que é utilizado para designar um estado psíquico momentâneo da pessoa, contudo, pode ainda conotar um rol de doenças mentais designadas como Transtornos de Ansiedade.

Segundo a OMS, os Transtornos de Ansiedade são um conjunto de doenças psiquiátricas marcadas pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo vai acontecer.

Estas doenças mentais podem assumir um quadro crônico e segundo seu aspecto clínico podem apresentar diferentes tipos, quais sejam: Transtorno do Pânico, Fobia Específica, Fobia Social, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Transtorno de Estresse Pós-Traumático e Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

Suas causas ou fatores de risco são: genéticos (com relevo para a hereditariedade), dependência química, condições de saúde, Comportamentais e Externos (Eventos Traumáticos, Violência e Estresse Familiar ou Ambiental).

O estado de ansiedade é passageiro, situacional e costuma indicar uma predisposição genética que se associa a comportamentos de negatividade, timidez e pouca resiliência, ainda a sentimentos de medo e desconforto. Contudo, este estado é um fator que pode desencadear uma situação crônica e patológica, identificando algum tipo de Transtorno de Ansiedade. Ainda, pode atuar por acarretar: dependência química, cardiopatia, hipertensão arterial, obesidade, entre outras alterações orgânicas.

Quanto ao Transtorno de Ansiedade, costuma ocorrer a partir da somatória de seus fatores de risco.

Mas afinal, como vencer a ansiedade?

A melhor maneira de se combater a ansiedade é atuando precocemente no problema, trabalhando por evitar que o estado de ansiedade se consolide em um Transtorno de Ansiedade.

Analisando seus fatores causais, a questão genética/hereditária não pode ser evitada, contudo, em tendo familiares próximos que apresentem algum tipo de Transtorno de Ansiedade e no caso da pessoa se mostrar constantemente ansiosa, a ponto de prejudicar seus afazeres diários, o sinal de alerta deve ser acionado e a busca de auxílio profissional deve ser célere. Quanto a dependência química, se configura como uma doença crônica que precisa ser tratada e isto irá impactar na condição da ansiedade.

Evoluindo nos fatores predisponentes chega-se a uma condição de saúde que provoque um estado de ansiedade, fatores comportamentais e influência externa causada por uma situação que gerou forte impacto emocional negativo, todos estes relacionados ao baixo desenvolvimento da Inteligência Emocional e do autoconhecimento. Portanto, a reversão deste perfil emocional/comportamental é uma atitude primária, tanto para alterar o estado psíquico de ansiedade, prevenindo a evolução do quadro, quanto para combater um Transtorno de Ansiedade já estabelecido.

Ao se trabalhar o autoconhecimento, serão identificados os fatores externos a provocar a ansiedade, estabelecidos no inconsciente da pessoa, personificados nas crenças limitantes e nos sentimentos tóxicos, funcionando como gatilhos a provocar a ansiedade. Estes precisam ser identificados, eliminados e substituídos por pensamentos e sentimentos positivos.

Na mesma ordem, o desenvolvimento comportamental deve ser trabalhado, o que repercutirá na supressão de comportamentos que levam ao estado de ansiedade ou mesmo, atuem como pilares em um Transtorno de Ansiedade. Em paralelo, novos e importantes comportamentos serão desenvolvidos, além do fortalecimento dos pontos fortes da pessoa.

Para se vencer a ansiedade a intervenção precoce é fundamental, prevenindo a consolidação do quadro em doenças psiquiátricas e alterações ou doenças orgânicas, para tanto, o desenvolvimento da Inteligência Emocional, tendo o autoconhecimento como sua porta de entrada é uma atitude essencial.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: O QUE FAZ DE VOCÊ UM VENCEDOR


O que diferencia uma pessoa de sucesso, vencedora, de outra que personifica o fracasso existencial, profissional e financeiro?

Seria o QI (Quociente de Inteligência), sua formação acadêmica, sua origem social ou familiar?

Talvez sejam as oportunidades propiciadas pela vida, portanto o fator sorte seria a explicação ou quem sabe tenha herdado um amplo patrimônio financeiro?

Em verdade, estas perguntas são feitas desde muito tempo, vários estudos foram desenvolvidos sobre a psique e os comportamentos humanos, buscando explicações de como duas pessoas, que apresentam QI, preparo acadêmico e outras condições de vida similares, podem alcançar resultados tão diferentes no que tange a felicidade e o sucesso.

Esses estudos tiveram início em 1920, com a busca de entendimento da Inteligência Emocional, ainda sobre a Gestalt Terapia, importante abordagem da psicologia. Em 1936, Dale Carnegie lançou seu livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, lançando um novo e amplo entendimento sobre o desenvolvimento humano e a partir deste, elaborou uma metodologia de cursos de desenvolvimento pessoal e corporativo que ainda é referência. A Gestalt Terapia foi efetivamente criada entre as décadas de 40 e 50 pelo psiquiatra Fritz Perls e pela psicóloga Laura Perls.

A inteligência Emocional foi conceitualizada em 1995 por Daniel Goleman, sendo cientificamente aceita. Dr. Goleman afirma que 87% do fator fracasso está relacionado aos comportamentos da pessoa, qual seja, ao baixo desenvolvimento da Inteligência Emocional, portanto, segundo ele, o que realmente faz diferença quando pensamos no fator sucesso, não é o QI (Quociente de Inteligência) da pessoa e sim, o seu QE (Quociente Emocional).

Em 1996, com base nos conceitos sobre a Inteligência Emocional, Scott B. Parry conceitualizou a Metodologia de Gestão por Competências, bastante utilizada no mundo corporativo e que está alterando a forma clássica de recrutamento e seleção de colaboradores através do RH das empresas. Quando no passado se analisava apenas o histórico escolar e currículo profissional, hoje já se está dando bastante importância para a análise comportamental.

Através da pirâmide do CHA (Competência, Habilidade e Atitude), Scott B. Parry explica a importância desses 3 fatores para se alcançar o sucesso. O fator Competência representa a formação acadêmica e as informações de diversas ordens que a pessoa possui, atuando em 15% no fator sucesso. A Habilidade é a aplicação prática do Conhecimento e atua em 25% no fator sucesso. Já a atitude, representando o desenvolvimento comportamental, da Inteligência Emocional, atua em 60% no fator sucesso.

Como visto, já está bem explicado o que faz de uma pessoa um vencedor, é o seu desenvolvimento emocional. Claro que, o QI, a formação acadêmica e toda gama de informações acumulada, além da capacitada de aplicar esta bagagem intelectual em prol de uma atividade profissional são fatores relevantes, contudo o desenvolvimento comportamental é o fiel da balança a diferenciar os vencedores.

Quando se aborda a questão emocional, parte-se do autoconhecimento, com a identificação, aceitação e a atitude de querer eliminar as crenças limitantes e os sentimentos tóxicos. Formadas a partir do que se vê, ouve ou sente, predominantemente de maneira inconsciente entre os 8 e 12 anos, as crenças limitantes são a interpretação da pessoa a eventos negativos, que geram forte impacto emocional e ocorrem de maneira repetitiva, sendo que, acarretam os sentimentos tóxicos, nocivos para a pessoa e para o convívio familiar, afetivo ou social, ainda funcionam como gatilhos que são acionados sem controle, em momentos importantes da vida, funcionando por sabotar as tentativas de alcançar a felicidade e o sucesso em diferentes âmbitos vivenciais, sendo uma fator a identificar as pessoas que convivem com a infelicidade e o fracasso.

Tendo o autoconhecimento como porta de entrada, além da atitude de aceitar que algo está errado e precisa ser mudado, a eliminação das crenças limitantes com a substituição por pensamentos positivos é fundamental. Para tanto, uma comunicação positiva consigo, com as outras pessoas e com o universo, é uma atitude importante, tanto para se alterar o estado psíquico e favorecer a eliminação das crenças limitantes, quanto para se trabalhar o desenvolvimento de outras competências comportamentais.

A atitude de sair de seu lugar de conforto, de arriscar e a gratidão também compõe o kit de comportamentos básicos, que são pré-requisitos para aqueles que desejam mudar, evoluir em comportamentos e se tornar um vencedor.

O que faz de você um vencedor já está explicado, contudo, as atitudes de aceitar, querer e agir, pilares das mudanças, são escolhas de cada qual.

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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...