O Brasil é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o país mais ansioso do mundo, em relatório de 2020, a entidade relatava que mais de 20 milhões de brasileiros padeciam de algum tipo de Transtorno de Ansiedade, algo em torno de 9,3% de nossa população. No mundo, são mais de 264 milhões de pessoas atingidas, 3,6% da população mundial. Salta aos olhos que entre seus fatores de risco está o comportamental e as sequelas psíquicas pelo que se vê, ouve ou sente, que provoque forte impacto emocional negativo.
Então, a ansiedade é uma doença?
A ansiedade é uma palavra ou jargão que é utilizado para designar um estado psíquico momentâneo da pessoa, contudo, pode ainda conotar um rol de doenças mentais designadas como Transtornos de Ansiedade.
Segundo a OMS, os Transtornos de Ansiedade são um conjunto de doenças psiquiátricas marcadas pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo vai acontecer.
Estas doenças mentais podem assumir um quadro crônico e segundo seu aspecto clínico podem apresentar diferentes tipos, quais sejam: Transtorno do Pânico, Fobia Específica, Fobia Social, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Transtorno de Estresse Pós-Traumático e Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).
Suas causas ou fatores de risco são: genéticos (com relevo para a hereditariedade), dependência química, condições de saúde, Comportamentais e Externos (Eventos Traumáticos, Violência e Estresse Familiar ou Ambiental).
O estado de ansiedade é passageiro, situacional e costuma indicar uma predisposição genética que se associa a comportamentos de negatividade, timidez e pouca resiliência, ainda a sentimentos de medo e desconforto. Contudo, este estado é um fator que pode desencadear uma situação crônica e patológica, identificando algum tipo de Transtorno de Ansiedade. Ainda, pode atuar por acarretar: dependência química, cardiopatia, hipertensão arterial, obesidade, entre outras alterações orgânicas.
Quanto ao Transtorno de Ansiedade, costuma ocorrer a partir da somatória de seus fatores de risco.
Mas afinal, como vencer a ansiedade?
A melhor maneira de se combater a ansiedade é atuando precocemente no problema, trabalhando por evitar que o estado de ansiedade se consolide em um Transtorno de Ansiedade.
Analisando seus fatores causais, a questão genética/hereditária não pode ser evitada, contudo, em tendo familiares próximos que apresentem algum tipo de Transtorno de Ansiedade e no caso da pessoa se mostrar constantemente ansiosa, a ponto de prejudicar seus afazeres diários, o sinal de alerta deve ser acionado e a busca de auxílio profissional deve ser célere. Quanto a dependência química, se configura como uma doença crônica que precisa ser tratada e isto irá impactar na condição da ansiedade.
Evoluindo nos fatores predisponentes chega-se a uma condição de saúde que provoque um estado de ansiedade, fatores comportamentais e influência externa causada por uma situação que gerou forte impacto emocional negativo, todos estes relacionados ao baixo desenvolvimento da Inteligência Emocional e do autoconhecimento. Portanto, a reversão deste perfil emocional/comportamental é uma atitude primária, tanto para alterar o estado psíquico de ansiedade, prevenindo a evolução do quadro, quanto para combater um Transtorno de Ansiedade já estabelecido.
Ao se trabalhar o autoconhecimento, serão identificados os fatores externos a provocar a ansiedade, estabelecidos no inconsciente da pessoa, personificados nas crenças limitantes e nos sentimentos tóxicos, funcionando como gatilhos a provocar a ansiedade. Estes precisam ser identificados, eliminados e substituídos por pensamentos e sentimentos positivos.
Na mesma ordem, o desenvolvimento comportamental deve ser trabalhado, o que repercutirá na supressão de comportamentos que levam ao estado de ansiedade ou mesmo, atuem como pilares em um Transtorno de Ansiedade. Em paralelo, novos e importantes comportamentos serão desenvolvidos, além do fortalecimento dos pontos fortes da pessoa.
Para se vencer a ansiedade a intervenção precoce é fundamental, prevenindo a consolidação do quadro em doenças psiquiátricas e alterações ou doenças orgânicas, para tanto, o desenvolvimento da Inteligência Emocional, tendo o autoconhecimento como sua porta de entrada é uma atitude essencial.
Vem comigo!!!
Contato para Coaching, Palestras e Consultoria:
(47) 99983-6026 (Fone/WhatsApp)
drballesterojr@gmail.com
Então, a ansiedade é uma doença?
A ansiedade é uma palavra ou jargão que é utilizado para designar um estado psíquico momentâneo da pessoa, contudo, pode ainda conotar um rol de doenças mentais designadas como Transtornos de Ansiedade.
Segundo a OMS, os Transtornos de Ansiedade são um conjunto de doenças psiquiátricas marcadas pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo vai acontecer.
Estas doenças mentais podem assumir um quadro crônico e segundo seu aspecto clínico podem apresentar diferentes tipos, quais sejam: Transtorno do Pânico, Fobia Específica, Fobia Social, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Transtorno de Estresse Pós-Traumático e Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).
Suas causas ou fatores de risco são: genéticos (com relevo para a hereditariedade), dependência química, condições de saúde, Comportamentais e Externos (Eventos Traumáticos, Violência e Estresse Familiar ou Ambiental).
O estado de ansiedade é passageiro, situacional e costuma indicar uma predisposição genética que se associa a comportamentos de negatividade, timidez e pouca resiliência, ainda a sentimentos de medo e desconforto. Contudo, este estado é um fator que pode desencadear uma situação crônica e patológica, identificando algum tipo de Transtorno de Ansiedade. Ainda, pode atuar por acarretar: dependência química, cardiopatia, hipertensão arterial, obesidade, entre outras alterações orgânicas.
Quanto ao Transtorno de Ansiedade, costuma ocorrer a partir da somatória de seus fatores de risco.
Mas afinal, como vencer a ansiedade?
A melhor maneira de se combater a ansiedade é atuando precocemente no problema, trabalhando por evitar que o estado de ansiedade se consolide em um Transtorno de Ansiedade.
Analisando seus fatores causais, a questão genética/hereditária não pode ser evitada, contudo, em tendo familiares próximos que apresentem algum tipo de Transtorno de Ansiedade e no caso da pessoa se mostrar constantemente ansiosa, a ponto de prejudicar seus afazeres diários, o sinal de alerta deve ser acionado e a busca de auxílio profissional deve ser célere. Quanto a dependência química, se configura como uma doença crônica que precisa ser tratada e isto irá impactar na condição da ansiedade.
Evoluindo nos fatores predisponentes chega-se a uma condição de saúde que provoque um estado de ansiedade, fatores comportamentais e influência externa causada por uma situação que gerou forte impacto emocional negativo, todos estes relacionados ao baixo desenvolvimento da Inteligência Emocional e do autoconhecimento. Portanto, a reversão deste perfil emocional/comportamental é uma atitude primária, tanto para alterar o estado psíquico de ansiedade, prevenindo a evolução do quadro, quanto para combater um Transtorno de Ansiedade já estabelecido.
Ao se trabalhar o autoconhecimento, serão identificados os fatores externos a provocar a ansiedade, estabelecidos no inconsciente da pessoa, personificados nas crenças limitantes e nos sentimentos tóxicos, funcionando como gatilhos a provocar a ansiedade. Estes precisam ser identificados, eliminados e substituídos por pensamentos e sentimentos positivos.
Na mesma ordem, o desenvolvimento comportamental deve ser trabalhado, o que repercutirá na supressão de comportamentos que levam ao estado de ansiedade ou mesmo, atuem como pilares em um Transtorno de Ansiedade. Em paralelo, novos e importantes comportamentos serão desenvolvidos, além do fortalecimento dos pontos fortes da pessoa.
Para se vencer a ansiedade a intervenção precoce é fundamental, prevenindo a consolidação do quadro em doenças psiquiátricas e alterações ou doenças orgânicas, para tanto, o desenvolvimento da Inteligência Emocional, tendo o autoconhecimento como sua porta de entrada é uma atitude essencial.
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