terça-feira, 23 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: LINGUAGEM CORPORAL, O CORPO FALA O QUE AS PALAVRAS NÃO DIZEM



A comunicação eficaz é uma habilidade extremamente importante nos dias atuais, se conotando como um diferencial para bem se relacionar com as pessoas nos âmbitos afetivo, familiar, social e profissional. Por ser algo comum, as pessoas tendem a não compreender a diferença entre se comunicar e se comunicar de maneira eficaz. Esta habilidade, por muitas vezes, significa a diferença entre sucesso e fracasso em diversos setores da vida.

Antes de discorrer sobre os tipos de comunicação existentes, salta aos olhos uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia (UCLA) de Los Angeles (EUA), a qual identifica que apenas 7% da comunicação é baseada nas palavras que são ditas, 38% vem da entonação da voz e, surpreendentes 55%, da linguagem corporal. Com estes indicadores em mãos, esta coluna foca na linguagem corporal, senão vejamos, quanto de felicidade e sucesso as pessoas poderiam alcançar se desenvolvessem a habilidade de conhecer e gerenciar a sua linguagem corporal, ainda se entendessem o que o corpo das outras pessoas fala.

Os tipos de comunicação existentes são a verbal e a não verbal. A comunicação verbal abrange a oral e a escrita. Quanto a comunicação não verbal, temos: a Paralinguagem, que engloba a maneira de falar, entonação de voz, sotaque; a Proxêmica, a qual aborda a utilização do espaço físico, distância do interlocutor, sendo influenciada por aspectos culturais; Características Físicas, que se constitui na apresentação pessoal, forma do corpo e aparência; Tacêsica, analisa o tato, o toque, como por exemplo, o aperto de mão; e a Cinésica, diz respeito aos movimentos, gestos e expressões corporais, é a linguagem corporal.

Olha só, a comunicação eficaz é uma habilidade que pode ser desenvolvida, entretanto, esta habilidade não se resume a ter uma boa apresentação pessoal, a pronunciar o idioma corretamente, sem erros gramaticais ou fazê-lo com uma entonação de voz adequada a cada circunstância e ambiente, expressando sentimentos e com uma eloquência que contagie os ouvintes. Esta aptidão envolve de maneira importante a postura corporal, gestos e movimentos, afinal, o corpo fala e, por vezes, desnuda efetivamente o que estamos pensando, contrariando as nossas palavras.

Antes de abordar a comunicação corporal, é importante esclarecer que para se comunicar de maneira eficaz, o desenvolvimento da Inteligência Emocional é um componente primário, afinal, como podemos conectar pessoas sem conhecermos e gerenciarmos nossas emoções, termos empatia e automotivação, por exemplo. Claro que, a comunicação escrita e mesmo a verbal se relacionam muito com o dom, o domínio destas ferramentas que nasce junto com determinadas pessoas, contudo, estas aptidões podem ser desenvolvidas e aprimoradas.

Perante as aptidões que precisam ser desenvolvidas e elaboram o desenho exigido na comunicação eficaz, a linguagem corporal representa 55% do fator sucesso, este indicador é muito expressivo, portanto, de que vale a pessoa ser a melhor oradora que existe se as suas expressões corporais a contradizem e não geram conexão com outras pessoas.

A linguagem corporal é inconsciente e se origina a partir da área límbica do cérebro, onde estão armazenadas as memórias (de eventos traumáticos, afetivos, entre outras), pensamentos são elaborados, os quais não controlamos, que resultam em expressões corporais que por vezes nos contradizem. O entendimento e controle da linguagem corporal resulta não apenas em uma melhora na comunicação pessoal, mas também no entendimento do que as pessoas estão realmente pensando. Se conotando como um detector de mentiras, também como uma ferramenta importante para a melhora na relação interpessoal, por estes motivos, sendo muito utilizada por autoridade policiais e no mundo corporativo.

Alguns exemplos de linguagem corporal são: mãos na cintura, indica impaciência e pressa para resolver um determinado assunto; braços cruzados, recurso utilizado para se sentir mais à vontade em situações tensas ou desconfortáveis; mãos na boca, indica que a pessoa está mentido ou não tem segurança no que está falando; curvar o tronco no sentido do interlocutor, significa interesse no que está sendo proposto; olhar desfocado, demonstra confusão mental ou falta de interesse no assunto; testa contraída, significa dúvida, tensão e nervosismo.

Da mesma forma que os gestos, os movimentos e as expressões corporais revelam o que as palavras não dizem, nossos olhos também expressam o que pensamos através dos seus movimentos e posições, inclusive se estamos falando a verdade ou mentindo.

Através do Coaching ou de treinamentos de desenvolvimento humano, pode-se trabalhar a comunicação eficaz, assim como, o entendimento e o gerenciamento da linguagem corporal, a qual passa pelo aprendizado do significado dos gestos, movimentos e das expressões corporais, também pelo exercício do autoconhecimento e do desenvolvimento de aptidões, como por exemplo, o conhecimento e gerenciamento das emoções.

Desenvolver uma comunicação eficaz, entender e gerenciar a linguagem corporal são pré-requisitos para a felicidade e o sucesso.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AUTOMOTIVAÇÃO, A IMPORTÂNCIA DE PERSISTIR E JAMAIS SE ABANDONAR



A automotivação é fundamental na busca pela felicidade e pelo sucesso em qualquer âmbito da vida, se evidenciando na atitude de persistir em objetivos e não se permitir abater, abandonando os sonhos e, em determinados casos, abandonando a si mesmo.

Uma pessoa sem motivação está fadada não apenas a infelicidade e ao insucesso, mas também a ser propensa a desenvolver distúrbios e doenças mentais, sendo que esta condição pode ainda desencadear desequilíbrios orgânicos, acarretando ou potencializando doenças físicas.

Os distúrbios e as doenças mentais têm crescido de maneira assustadora, já em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertava que a Depressão é o mal do século, com mais de 300 milhões de casos mundialmente, sendo a principal causadora do suicídio. Na mesma medida, os Transtornos de Ansiedade atingem cada vez mais pessoas, algo em torno de 265 milhões globalmente, sendo que, nosso país é o mais ansioso do mundo, com mais de 20 milhões de brasileiros afetados. A síndrome de Burnout, do esgotamento emocional causado pelo trabalho, incorporada em 2019 na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), já é considerada uma chaga destes novos tempos, sendo que, apenas no Brasil, mais de 33 milhões de pessoas já foram atingidas. Destes transtornos e doenças que atingem a saúde mental citadas, algo em comum é o fato de a desmotivação estar associada a suas causas ou ser uma de suas consequências.

Da mesma maneira que a desmotivação pode desencadear ou se associar a consequências de transtornos e doenças mentais ou mesmo estar relacionada a dependência química, a automotivação é fundamental para o bem viver, sendo um dos 5 pilares da Inteligência Emocional.

Nestes tempos em que vivemos, da 4ª Revolução Industrial iniciada em 2011, a qual impactou o mundo com a evolução tecnológica e das mudanças pós-pandemia da Covid-19, as quais estão redefinindo o mundo corporativo, as habilidades exigidas dos profissionais de alta performance e mesmo, a forma das pessoas se relacionarem, a automotivação é uma habilidade imprescindível para evitar ou potencializar doenças físicas e mentais, para bem se relacionar com os amigos, em casa ou no ambiente de trabalho, para remediar as pressões cotidianas, as muitas negações a que o ser humano está sujeito e, em última análise, para ser feliz e prosperar.

Que a automotivação é importante, este fato está explícito, mas como se faz para desenvolver e manter esta habilidade?

O autoconhecimento é a porta de entrada para o desenvolvimento humano e, claro, para o desenvolvimento da Inteligência Emocional. Podendo ser alcançado através de exercícios diários de relaxamento e meditação, onde a pessoa foca conversar e melhor conhecer a si mesmo, de outra medida, pode ser trabalhado através do Coaching, em sessões individuais ou coletivamente em imersões.

Usufruir de momentos de lazer, ter hobbies, dedicar espaço na agenda para estar com os amigos e com a família, também se faz importante, assim como as atividades físicas, que além de evitarem o sedentarismo e como consequência prevenirem doenças, também liberam no organismo os neurotransmissores: dopamina, ocitocina, serotonina e endorfina, os quais se contrapõe ao mecanismo orgânico do estresse, propiciando uma sensação de bem-estar e alegria, pré-requisitos para a automotivação. Aliás, todos os momentos de satisfação pessoal estimulam a liberação destes neurotransmissores e, portanto, devem ser exercitados.

Se faz necessário identificar se a ausência de motivação está relacionada não apenas a condição de vida da pessoa, mas a um transtorno ou doença mental em curso. Portanto, se permitir conversar em maior profundidade e confiança com um familiar ou amigo, falar a respeito do que sente ou mesmo buscar auxílio profissional, é fundamental.

A automotivação, em última análise, pode ser desenvolvida, iniciando pelo autoconhecimento, caminhando por se identificar e substituir pensamentos limitantes por outros positivos e que estejam alinhados aos objetivos de vida da pessoa.

A partir disto, deve se eleger sonhos, identificar objetivos e prioridades. Formular um planejamento de vida e rotas de ação para se atingir de maneira sustentável e gradativa o que foi planejado.

A felicidade é um pré-requisito para o sucesso em qualquer área da vida e não deixa de sê-lo para se desenvolver e manter a automotivação. Contudo, a vida é estratificada em diversas áreas, sendo impossível se alcançar a felicidade de maneira simultânea em todas elas. Portanto, alguns entendimentos se fazem necessários, quais sejam, a felicidade de viver acarreta ou potencializa a motivação pessoal quando há um equilíbrio de satisfação em todos os setores da vida ou, ao menos, a busca dele, fazer o que nos é prazeroso desencadeia a automotivação, ainda é necessário paciência para evoluir no que foi planejado, trabalhar o desenvolvimento pessoal e desenvolver progressivamente a tão necessária automotivação.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: COMO QUEBRAR AS CRENÇAS LIMITANTES

 


As crenças se formam a partir do que se vê, ouve ou sente, através da repetição de eventos e por situações de forte impacto emocional. Quando são negativas recebem a denominação de crenças limitantes, atuando como gatilhos que são disparados em momentos específicos, fugindo do controle das pessoas e atuando por causar prejuízos em todas as áreas da vida.

Quem quer atuar em uma área profissional que ama e ganhar muito dinheiro com isso?

Quem quer encontrar um(a) parceiro(a) que ame e ter um matrimônio feliz e duradouro?

Quem quer fazer amigos e ser recebido com entusiasmo em todos meios de convivência?

Estou certo que todos responderam de maneira positiva as perguntas acima, contudo, a maior parte das pessoas se acomoda em uma vida medíocre, eivada de insucessos, vociferando sobre a falta de oportunidades no trabalho, o azar nas relações afetivas, passando o tempo a culpar o universo e as outras pessoas pelo seu fracasso existencial.

Pois então, será que o fracasso está relacionado ao binômio falta de oportunidades e sorte ou existe outra explicação?

Por que duas pessoas com formação acadêmica e quociente de inteligência (Q.I.) similares tem resultados tão diferentes no que tange ao fator sucesso?

Estas indagações já estão respondidas atualmente, sendo que as respostas foram elaboradas a partir do aprofundamento dos estudos da psique humana e da Inteligência Emocional, de maneira mais intensa a partir da década de 1920. Perante estes estudos, as crenças limitantes e o desenvolvimento da Inteligência Emocional são fatores preponderantes para conduzir as pessoas no caminho da felicidade e do sucesso.

As crenças limitantes são formadas de maneira predominante na infância, principalmente entre os 8 e os 12 anos, sendo que estes pensamentos negativos são elaborados inconscientemente na área límbica do cérebro, onde ainda se originam as emoções e os sentimentos.

Como exemplo de fatos que podem desencadear a criação de crenças limitantes, temos a criança que vai pegar uma garrafa de água e a derruba, gerando com isto forte reprimenda da mãe que fala ser ela incapaz de fazer algo corretamente, este evento pode se tornar traumático na leitura da criança e gerar uma crença que sabote através do sentimento de medo do fracasso, vários momentos decisivos de sua vida adulta. Filhos que conviveram na infância com a separação de seus pais, por vezes carregam consigo crenças formadas a partir do sentimento de abandono, o que falar de crianças que conviveram com discussões e violência física entre os genitores ou com a dependência química em seu lar, certamente desenvolveram crenças limitantes que poderão sabotar o sucesso nas relações afetivas e no matrimônio.

Como já foi dito, as crenças limitantes se formam de maneira inconsciente na área límbica do cérebro, a partir do que se vê, ouve ou sente, sendo a repetição dos eventos e situações de forte impacto emocional, os 2 fatores predisponentes para sua elaboração.

Elas atuam de maneira tóxica, podendo ter uma ação destrutiva nos relacionamentos interpessoais, afetivos, na tomada de decisões, explicando, por exemplo, porque um profissional com currículo acadêmico invejável não consegue progredir numa empresa, acabando por ser preterido por um colega com currículo menos robusto.

Existem certas frases clássicas que expressam crenças limitantes que o subconsciente contaminado costuma sussurrar para as pessoas, pois vejamos algumas delas: “isso não é para mim”, “eu não consigo’, “felicidade dura pouco,” nasci pobre vou morrer pobre”,

Pois então, sabendo que a infelicidade e o insucesso estão diretamente relacionados a existência de crenças limitantes, quais seriam os passos para quebrá-las?

O primeiro passo reside no exercício do autoconhecimento, para tanto, deve-se conhecer e identificar as crenças limitantes, ainda descobrir a sua origem e finalmente, aceitar a sua existência, assim como a necessidade da mudança.

O segundo passo é a alteração da comunicação, com pensamentos positivos a gerar atitudes e comportamentos que venham se contrapor ao pensamento negativo anterior, acarretando consequentemente resultados diferentes. Esta atitude mudará o estado psicológico da pessoa, sendo que a repetição desta comunicação positiva irá gerar uma nova crença, esta positiva, que irá substituir a crença negativa.


Uma comunicação positiva pode ser exercitada, por exemplo, através do sorriso, do perdão, do auto perdão, do otimismo e da gentileza ao se expressar.

O ciclo de criação de uma nova crença passa pela repetição da comunicação positiva a gerar comportamentos e prover resultados que conduzam ao sucesso. Contudo as crenças limitantes precisam ser eliminadas e para tanto se soma as outras ações, a necessidade de exercícios com forte impacto emocional.

As crenças limitantes são obstáculos a impedir a felicidade e o sucesso, devendo ser eliminadas e substituídas por outras que enalteçam o bem viver, rompendo as correntes que aprisionam as pessoas a uma vida medíocre e infeliz, contudo o auxílio profissional é imprescindível e isto pode ser conseguido, por exemplo, através das sessões individuais e imersões coletivas de Coaching, mas tudo se inicia pela vontade e atitude de cada qual em ter uma vida feliz e próspera.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: SENTIMENTOS TÓXICOS, A IMPORTÂNCIA DA CURA INTERIOR


Os sentimentos tóxicos são dores da alma, são sentimentos que nos calam fundo, guardados durante muito tempo, são ressentimentos, mágoas, traumas, ódio, raiva, rancor e, por vezes, desejo de vingança.


Estes sentimentos se não identificados e eliminados, repercutem em atitudes e comportamentos aos quais não dominamos, naquela voz interior que insiste em nos dar maus conselhos, em impedir a nossa felicidade e a busca pelo sucesso em diversos âmbitos da vida.

De outra medida, prejudicam a nossa saúde física e mental, podendo originar ou potencializar doenças. As patologias de origem psicossomáticas são estudadas e se apresentam como uma grande preocupação do meio científico.

É muito importante o entendimento que sentimentos e emoções são coisas diferentes. A emoção é um conjunto de respostas químicas e neurais que surgem quando o cérebro é estimulado por fatores ambientais. O sentimento é uma resposta a emoção, é como a pessoa reage diante de determinada emoção.

Os sentimentos negativos, originados a partir de emoções oriundas de eventos traumáticos ou que nos impactam de uma forma profunda e que fica armazenada no nosso subconsciente, são os sentimentos tóxicos.

As emoções se originam na área límbica do cérebro e podem ser de 3 tipos, quais sejam: primárias, facilmente perceptíveis, como o medo e a alegria; secundárias, não são tão perceptíveis, como o nervosismo, a vergonha e a culpa; de fundo, não são perceptíveis, como a calma e a fadiga.

Ainda com relação às emoções, temos 5 que são consideradas universais: o medo, a tristeza, a alegria, a raiva e o nojo.

Os sentimentos tóxicos podem causar doenças psicossomáticas, as quais tem relação com problemas emocionais da pessoa e estabelecem a ligação direta entre a saúde emocional e a física. Por ser um processo inconsciente, a confirmação do diagnóstico é complexa. Seu desenvolvimento está associado a uma predisposição pessoal e orgânica, qual seja, como o corpo e o psicológico interagem e reagem perante determinado episódio. Este processo de somatização pode ser facilitado por doenças psicológicas já existentes, tais como, depressão e transtornos de ansiedade. Na mesma medida, determinadas situações podem estar associadas ao seu desenvolvimento, entre elas destaco: eventos traumáticos anteriores; sobrecarga profissional; vítimas de violência física, psicológica ou sexual; ou mesmo a dificuldade de falar sobre o que está sentindo.

Quanto aos sintomas relacionados a doenças psicossomáticas, pode-se identificar: ansiedade, irritabilidade, tristeza, impaciência, exaustão, falta de interesse nas atividades diárias, sendo que, estes sintomas psicológicos se somam a sintomas físicos, como por exemplo: sensação de falta de ar, dores musculares, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, mudança na libido e insônia. No que tange às doenças que podem surgir ou potencializar em função de um trauma psicológico, a gastrite, a enxaqueca, a infertilidade e a impotência sexual são bastante recorrentes.

Como vimos, os sentimentos tóxicos podem desencadear ou potencializar doenças psicológicas e físicas, ainda, repercutem em todas as esferas da vida das pessoas, funcionando como gatilhos a sabotar o sucesso profissional, familiar, afetivo e social.

Contudo, existe como se curar interiormente, isto passa pelo entendimento e aceitação da existência do problema, pelo autoconhecimento, a análise e mudança de pensamentos e comportamentos, a atitude do perdão e do autoperdão, por não verbalizar frases negativas e, claro, pela busca de auxílio profissional.

Como já foi dito, as emoções se originam na área límbica do cérebro, sendo que, as pessoas as expressam de maneira inconsciente, não havendo como impedir que elas se manifestem. Entretanto, podemos conhecê-las e gerenciá-las, ainda, podemos identificar e eliminar sentimentos negativos originários de emoções sentidas em momentos específicos e impactantes.

O desenvolvimento da Inteligência Emocional se faz como fundamental para a cura interior, trabalhar os seus 5 pilares, quais sejam, conhecer as suas emoções, gerenciar as suas emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal, é o caminho a ser trilhado.

Perante este caminho, o autoconhecimento é uma conquista a ser objetivada, na mesma medida que desenvolver as 8 competências da Inteligência Emocional, pois vamos a elas: autoconsciência emocional, autocontrole, automotivação, foco, autoliderança, liderança, relacionamentos e, ação e consistência, competência que envolve disciplina, decisão e resiliência.

A cura interior é uma necessidade, visto que os sentimentos tóxicos destroem a pessoa por completo, psicologicamente, fisicamente e vivencialmente. Esta cura pode ser elaborada através da metodologia Coaching ou da Psicoterapia, em determinados casos de doenças físicas já existentes, outros profissionais da área da saúde devem ser agregados neste trabalho, contudo, reitero que, esta cura se inicia com o entendimento e a aceitação por parte da pessoa, da situação que está vivendo.

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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...