quarta-feira, 22 de abril de 2020

A PANDEMIA DA COVID-19: ÀS VÉSPERAS DA GUERRA O BRASIL TROCA O SEU COMANDANTE.


O SARS-COV-2 e a doença por ele causada, a COVID-19, impressionam e assustam mundo afora, se aproxima de 2,5 milhões de infectados e estamos rompendo a barreira dos 200 mil óbitos. No Brasil, onde a guerra sanitária ainda não começou, estamos próximos dos 40 mil casos e já passamos dos 2 mil óbitos. Santa Catarina já passou dos 1000 casos e já apresenta mais de 30 óbitos.

Todos já se habituaram com terminologias técnicas, como o isolamento social, grupos vulneráveis, já sabem a importância do uso da máscara, a necessidade da higienização constante das mãos com água e sabão ou do uso do álcool gel 70. Todos estamos segregados, distantes da nossa rotina e sem saber ao certo quando isto terminará, de que forma e em que mundo novo nós deveremos nos inserir.

O Brasil, às vésperas da guerra sanitária que, segundo o Ministério da Saúde (MS), deve ser travada entre 03 e 10 de maio, apresentando de 4 a 6 semanas de curva de pico da doença, mudou o seu comandante, o ministro da saúde.

O ministro Luiz Henrique Mandetta não suportou a pressão política e as discordâncias de posicionamento com o presidente da república, sendo substituído. Este médico, com experiência de gestão do SUS, tendo sido secretário municipal de saúde de Campo Grande (2004 – 2008), período em que se notabilizou no combate à dengue, com 2 mandatos de deputado federal, se diferenciou neste período ímpar, por um discurso transparente, pelo pulso firme e pelas convicções sólidas, respaldadas por conhecimento técnico e de gestão, tanto foi assim, que saiu com altos índices de aprovação.

Entretanto, erros foram cometidos, a começar por não implementar, desde o primeiro momento, uma política de ampla testagem, claro que pode-se dizer da dificuldade em se conseguir insumos para testes PCRRT (laboratoriais) e os testes rápidos fabricados pela China e Coreia do Sul, mas semana passada, a Fio Cruz divulgou que está se preparando para efetuar por volta de 30 mil testes/dia, portanto, dificuldades há, mas em se implementando esta política desde o primeiro momento, acredito que já teríamos resultados promissores. No quesito falta de insumos, equipamentos de proteção individual (EPI) e equipamentos hospitalares, os quais a China é o principal fornecedor, também uma logística de início de preparação para esta guerra poderia estar trazendo resultados positivos neste momento, focando inclusive no estímulo à indústria nacional, o que timidamente se iniciou ao final de seu mandato, eis aqui um outro erro.

Sabemos do problema da subnotificação de casos e inclusive de óbitos, estudos revelam que o Brasil já deva ter ultrapassado de fato os 200 mil casos, como identificar uma curva de contágio e um fator de crescimento confiáveis sem fazer uma ampla testagem da população, se não de todos, o que seria impossível, mas com disponibilidade de testes que permitissem diretrizes a serem implementadas e sem isso estamos trabalhando no escuro. Neste contexto o MS errou também ao não implementar, desde o início, uma plataforma única para a notificação de casos da saúde suplementar, fez isso poucos dias antes da saída do ministro. Ainda com relação à subnotificação de casos, implementou apenas a pouco, uma regra de atuação para a COVID-19 das 47.7 mil equipes de agentes comunitárias de saúde espalhados pelo país.

O MS, sob a batuta do ministro Mandetta teve acertos de postura e condução, entretanto cometeu erros graves, por último cito a Nota Informativa sobre os tipos de distanciamento social (lockdown, distanciamento social ampliado e seletivo) e suas diretrizes de aplicação, apenas emitida no apagar das luzes de sua gestão, o que fez que estados adotassem o distanciamento em tempo e dose, por vezes, inadvertidas e municípios chegassem a fechar suas fronteiras e decretarem o toque de recolher, o que seria quase um lockdown, remédio severíssimo. Mesmo acreditando que a prioridade é a saúde e que o distanciamento social é uma ferramenta fundamental, isto levou a um caos econômico e um desarranjo social sem precedentes.

O novo ministro, o médico oncologista Nelson Teich, tem um currículo acadêmico muito bom, entretanto está longe de ser referência em sua área, sendo mais conhecido como empreendedor da área da saúde, descrito como sereno e bom negociador. Exerceu por 4 meses assessoria na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do MS, com Mandetta, não tendo experiência de gestão SUS. A gestão suplementar é amplamente diferente da gestão SUS, tanto no aspecto legal quanto no aspecto de forma de atuação, portanto o ministro necessitará de uma assessoria técnica de estrita confiança para não correr o risco de incorrer em erros ao caminhar às cegas sob a tutela de seus assessores. Claro que o ministro da saúde é responsável pela saúde pública e a suplementar, isto amplia as complicações da pasta, com relevo ao fato que o sistema de saúde brasileiro é Universal e o SUS é amplamente majoritário.

Santa Catarina decretou distanciamento social ampliado (17/03) sem critério epidemiológico, com a premissa de preparar o seu sistema de saúde para não eclipsar no pico da pandemia, está calibrando a distensão desta medida e a liberação gradativa de setores, está tendo dificuldades para atingir o número de 2500 leitos de UTI que julga necessários. O edital de Chamamento Público para hospital de campanha de Itajaí e posteriormente outros a serem implementados, eivado de discussões jurídicas, foi cancelado. Neste momento prepara uma licitação com este foco e o governador decretou Estado de Calamidade Pública, acredito que com intenção maior em requisitar leitos de UTI da saúde suplementar. O fato novo é o julgamento favorável do STF à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6341, impetrada pelo PDT contra vários dispositivos da MP 926/2020 e que altera a Lei da Quarentena (13.979), permitindo que estados e municípios decretem os serviços que lhe são essenciais e, perante protocolos, a sua reabertura.

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quarta-feira, 15 de abril de 2020

COVID-19, A PANDEMIA DO MEDO: O PICO DA DOENÇA E COMO ESTAMOS NOS PREPARANDO.




A guerra contra o SARS-COV-2 e a doença por ele causada, a COVID-19, ainda está por começar, contudo o Brasil tem a chance de travar esta guerra sabendo do resultado de outros países, tem a condição de ter um comparativo de curvas de crescimento e também a possibilidade de manejar as ferramentas disponíveis.

Perante as medidas de parar a população através do distanciamento social ampliado adotado por vários estados, acredita-se que tenha ocorrido um achatamento da curva de contágio, adiando esta batalha, possibilitando que o Ministério da Saúde (MS), estados e municípios se estruturem, e mitiguem problemas estruturais crônicos.

O que pode subverter esta lógica é a ausência de uma ampla testagem para comprovar que, efetivamente e em que medida, as ações adotadas estão surtindo efeito, mas perante estarem, o MS estima para 4 e 10 de maio o início da fase de aceleração da COVID-19, ou seja, na 19ª semana do ano e à partir da 25ª semana deve ocorrer a desaceleração, portanto a guerra tem data para se iniciar.

É sabido que mais de 80% da população em sendo contaminada, apesar de haver transmissão de 1 a 14 dias do contágio, de maneira assintomática, apresentará sintomas brandos, entretanto 15 a 20%, formada por grupos vulneráveis (idosos, doentes crônicos e pessoas com comorbidades) podem apresentar sintomas mais graves, 5% destes podem apresentar síndrome respiratória aguda grave (necessitando de UTI) e daí sairão os óbitos. O Brasil apresenta mais de 30 milhões de idosos, 60 milhões de portadores de doenças crônicas não contagiosas, o pico da pandemia irá coincidir com doenças sazonais prevalentes, como a gripe (sua cepa viral mais agressiva é a H1N1) e o sarampo, e tem a área hospitalar como um problema conjuntural. Lembro que os fatores populacionais, epidemiológicos e conjunturais impactam no desenvolvimento e no enfrentamento desta pandemia.

O MS (08/04) emitiu uma Nota Informativa onde define critérios de distanciamento social com base em diferentes cenários para dar parâmetro e uniformizar as ações de estados e municípios, aconselhando a adequação à partir de 13/04. Nesta nota são definidos tipos de isolamento social: lockdown (ainda não adotado aqui), horizontal ou distanciamento social ampliado (DAS) e vertical ou distanciamento social seletivo (DSS), com parâmetros e tempo. Exemplo: o DAS deve ser adotado quando o número de casos confirmados impacte mais de 50% da capacidade instalada do sistema de saúde local, esta nota deveria ter sido emitida no início da pandemia no Brasil.

Indicadores monitorados diariamente pelo MS e governos estaduais, a curva de contágio e o fator de crescimento, balizam as ações de enfrentamento, propiciam a feitura de quadros possíveis e demarcam o momento da guerra realmente acontecer, qual seja, o momento da aceleração de casos.

A curva de contágio considera o número de casos reportados pelos sistemas de saúde de cada governo, depois que estes países ultrapassam a barreira dos 50 testes positivos, por exemplo, a França saltou de 50 para 1000 casos em 10 dias. Perante essa metodologia é possível tecer comparações estatísticas com outros países que estão dias ou semanas atrás do outro na “curva de crescimento”. Conforme esta, o primeiro dia da Itália é 23/02, do EUA é 25/02 e do Brasil 12/03.

O fator de crescimento permite comparar os dados do Brasil e de seus estados com os cenários de outros países, dia a dia, considerando como o número de casos aumenta ao longo do tempo e permitindo que se calcule a quantidade de dias que leva para que o número de casos dobre em cada país. Os dados utilizados são os de casos confirmados e de óbitos. Para cada caso confirmado, 15 permanecem ocultos, portanto a falta de uma testagem ampla impacta bastante.

A Fio Cruz criou uma ferramenta online que permite monitorar a “curva de crescimento” no país: MonitoraCovid-19. O registro de 114 mortes entre 6 e 7/04 colocou o Brasil no ranking dos países mais afetados.

O ministro da saúde, apesar das dificuldades, mostra lucidez, um diálogo transparente com a população e decisões seguras. Alguns erros ocorreram, a política de uma ampla testagem já deveria ter sido implementada e perante as dificuldades de compra de insumos e outros equipamentos hospitalares da China (principal fornecedor), a indústria nacional deveria ser estimulada a fabricá-los, o que parece estar começando timidamente a acontecer.

Santa Catarina, com mais de 20 dias em distanciamento social ampliado, sem quadro epidemiológico quando de sua implementação, mas com a necessidade de estruturar o seu sistema de saúde, abriu Edital de Chamamento Público para Hospital de Campanha com 100 leitos de UTI em Itajaí, com previsão de início da transformação do Centreventos em 13/04 . Segundo o MS, o estado possui 1630 leitos de UTI somados SUS e suplementar (incluindo adulto, pediátrico e neonatal), destes, 801 leitos são da rede pública e filantrópica, no plano de contingência constava 117 hospitais SUS com 450 leitos de UTI (45 para a COVID-19). Segundo o governo estadual será preciso, ao menos, de 2500 leitos. Me preocupa o fato que estes novos 100 leitos demorarão 30 dias para serem entregues, há discussão judicial sobre esta licitação, esta e outras circunstâncias podem dilatar este prazo. Lembro que o pico da COVID-19 deve ser em 4 a 10 de maio, outras doenças não deixarão de ocorrer e, portanto, o sistema pode eclipsar.

Segundo a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) as próximas 3 a 6 semanas serão desafiadoras para o Brasil e para toda a América Latina.

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quarta-feira, 8 de abril de 2020

COVID-19: TERROR NÃO, SIM AO BOM COMBATE, COM BASE NA CIÊNCIA, NA EMPATIA E NA SOLIDARIEDADE - 2

Olá!!! 



Acompanhem a minha participação na 1ª edição do Jornal da Cidade (104.1
FM) de Itapema-SC, desta quinta-feira 08/04, onde abordo a manutenção do
isolamento social horizontal em Santa Catarina, a situação
epidemiológica, populacional e conjuntural perante as curvas de evolução
da COVID-19 em nosso país. 




Vamos continuar "Desvendando a Saúde do Brasil"! 



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COVID-19: TERROR NÃO, SIM AO BOM COMBATE, COM BASE NA CIÊNCIA, NA EMPATIA E NA SOLIDARIEDADE - 1

Olá!!! 



Acompanhem a minha participação na 1ª edição do Jornal da Cidade (104.1
FM) de Itapema-SC, desta quinta-feira 08/04, onde abordo a manutenção do
isolamento social horizontal em Santa Catarina, a situação
epidemiológica, populacional e conjuntural perante as curvas de evolução
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terça-feira, 7 de abril de 2020

COVID-19: TERROR NÃO, SIM AO BOM COMBATE, COM BASE NA CIÊNCIA, NA EMPATIA E NA SOLIDARIEDADE


A mais de 100 anos, o pai da psicanálise Sigmund Freud estudava e definia o sentimento de terror, sensação de angústia extrema provocada por algum estímulo desconhecido e imprevisível que cause muito medo, impactando o subconsciente das pessoas e liberando agentes químicos que provocam reações diferentes em cada qual: menosprezo, supervalorização, ridicularização, agressividade e outras tantas. A pandemia da COVID-19, este novo Coronavírus, que se mostra cada mais contagiosa e letal, está transformando o mundo, jamais seremos os mesmos e não podemos precisar a volta à normalidade. O mundo está em isolamento social, se horizontal ou vertical pouco importa, estamos distantes, segregados. A economia também está sendo seriamente afetada, as relações e formas de trabalho estão sendo amplamente alteradas e as desigualdades estão mais latentes.

A COVID-19 deflagrou a 3ª guerra mundial, uma guerra sanitária e suas causas residem na super população do planeta (mais de 7,7 bilhões), na degradação ambiental, na precariedade de oferta de saneamento básico, na fragilidade dos sistemas de saúde, na desigualdade social e na maior valorização da questão econômica em detrimento ao valor humano.

Esta guerra não será vencida com bravatas e nem com menosprezo à gravidade da situação, mas sim com ações uniformes de nível nacional, com base na ciência, na tecnologia, em fatos, com gráficos de indicadores sociais, epidemiológicos, conjunturais e na experiência de outros países. Estamos conhecendo o SARS-COV-2 e a COVID-19, reitero ser de maior contágio e letalidade que imaginávamos e, portanto, não há espaço para erros fundamentados na inexperiência dos atores ou em interesses outros que não sejam em preservar as vidas humanas.

O que sabemos até agora é que o SARS-COV-2 é um vírus originário de uma mutação do Coronavírus (um dos mais de 200 vírus que causam o resfriado comum), o contágio é de pessoa para pessoas (secreções respiratórias), há contágio durante o período assintomático (1 a 14 dias), os grupos vulneráveis são: idosos, doentes crônicos (hipertensão, diabetes, câncer, cardiopatias, doenças respiratórias) e pessoas com comorbidades (mais de uma doença pré-existente).

Perante os dados coletados e repassados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 80% da população mundial em se contaminando, poderá apresentar a doença, mas evidenciará sintomas brandos e 20%, formada pelos grupos vulneráveis poderá apresentar síndrome respiratória aguda grave e necessitar de hospitalização, com 5% destes necessitando de UTI e daí sairão os óbitos. Na prática, os indicadores sociais, epidemiológicos e conjunturais dos países podem modificar esta relação, por exemplo, o Brasil é o 5º país mais idoso do mundo (30 milhões) e quanto a portadores de doenças crônicas não contagiosas são 60 milhões, ainda o ápice da pandemia aqui (abril e maio) coincide com a incidência de doenças sazonais, cito a gripe (sua cepa viral mais agressiva, a H1N1 apresentou 3470 contaminados com quase 800 óbitos em 2019) e o sarampo (20 mil casos em 2019), quanto aos conjunturais, cito a situação deficitária dos nossos hospitais SUS.

Não havendo vacina e medicações (a Cloroquina associada a Azitromicina é a mais promissora, utilizada em pacientes graves), as ferramentas possíveis são: isolamento social horizontal, vertical e a tecnologia (exames, telemedicina).

O isolamento social horizontal (historicamente utilizado para doenças infectocontagiosas) é eficaz, mas traz em seu bojo problemas psicológicos severos e de ordem econômica nefastos, devendo ser utilizado em tempo e dose para achatar a curva de crescimento (dividindo por meses a incidência de um mês) e para preparar o sistema de saúde. O que realmente está resolvendo, e cito a Coreia do Sul e a Alemanha, é a ampla testagem da população, lembrando que temos dois tipos de testes: PCRRT (molecular, laboratorial) que tem alta eficácia de aferição e o teste rápido, feito à partir do 7º dia dos sintomas, com resultado em até 30 minutos e 40% de eficácia. A Coreia do Sul estabilizou em 8 mil casos e poucos óbitos, tendo por base a testagem (500 laboratórios credenciados, testes PCRRT e rápidos) e mais de 12 mil testes por dia, concomitantemente a isto fez o isolamento social vertical de grupos de vulneráveis e contaminados.

Importante dizer que para cada contaminado identificado há outros 15 ocultos, isto é científico, é impossível ter quadros de situação reais e um resultado exitoso contra a COVID-19 sem fazer uma ampla testagem da população.

Quadros possíveis estão sendo projetados por especialistas para o Brasil, um deles, apresenta mais de 20 milhões de infectados, 250 mil em internação hospitalar e mais de 70 mil em UTIs. Temos 50 mil UTIs, divididas entre SUS e suplementar, mal distribuídas, os estados seguem esta lógica. As medidas possíveis para a ampliação do números de leitos são: suspensão de cirurgias eletivas, negociação com hospitais filantrópicos (a lei permite o mínimo de 60% SUS e 40% privado), reserva de leitos na rede privada e, entendo, da necessidade de habilitação de novos leitos e da estruturação de hospitais Coronavírus.

Lembro que a China é o maior fornecedor de insumos e equipamentos hospitalares e está havendo concorrência desleal dos países mais ricos, portanto, seria importante o estímulo a produção interna.

O momento é gravíssimo, o que sabemos e os indicadores que interferem nos quadros possíveis estão postos, assim como o que realmente resolve, como preconiza a OMS e também um dos maiores infectologistas do mundo, dr. Didier Raoult (precursor do uso da Cloroquina), temos que testar a exaustão, à partir disto tecer quadros confiáveis e evoluir para o isolamento social vertical responsável.

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sexta-feira, 3 de abril de 2020

EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS: ANÁLISE DAS MEDIDAS JÁ TOMADAS E A SITUAÇÃO HOSPITALAR

Olá!!! 



 Acompanhem a Live do "Desvendando a Saúde do Brasil" desta quinta-feira
(02/04), onde conversamos sobre a pandemia do Coronavírus no Brasil:
análise das medidas já tomadas, a situação hospitalar, indicadores e
projeções de quadros possíveis, o que se faz de exitoso lá fora e o que
há de vir. 




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quarta-feira, 1 de abril de 2020

EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS: ANÁLISE CONJUNTURAL DO PAÍS E O QUE ESTÁ SENDO EFICAZ LÁ FORA.

Olá!!! 

Acompanhem a minha participação na TV e Rádio Câmara (101,5 FM) de
Balneário Camboriú-SC, desta quarta-feira (01/04), um papo reto com
análise conjuntural do país e o que está sendo eficaz lá fora. 


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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...