As pessoas vivem por se ancorar em zonas de conforto, se inserindo num ciclo vicioso que impede a visualização de situações, atitudes e comportamentos negativos com os quais se habituou e que são tóxicos para a sua vida afetiva, familiar, social e profissional.
A felicidade e a prosperidade estão fora destas zonas de conforto e o rompimento deste ciclo vicioso normalmente não ocorre pelo amor, mas pelo choque emocional e pela dor. Claro que, a reação das pessoas a uma situação auspiciosa é diferente, existem os que sofrem um percalço profissional ou afetivo e jamais se recuperam e outros que utilizam o momento da dificuldade para aprender, se autoconhecer, identificar prioridades e modificando atitudes e comportamentos, dão um passo decisivo de sair do seu lugar de conforto e se disponibilizar a encontrar a felicidade e o sucesso.
Todos somos capazes de alterar as nossas vidas, mas para tanto, o entendimento que as coisas não vão bem, é salutar. Como dito, este entendimento normalmente ocorre “quando a casa já caiu”, contudo, o exercício conjunto do autoconhecimento e da empatia poderia detectar que precisaríamos nos repensar e alterar nossos comportamentos, a forma de nos relacionar com as pessoas e, inclusive, nossa abordagem profissional.
Os cinco sentimentos universais são: a felicidade, a tristeza, o amor, a raiva e o medo. Contudo, o fato de sentirmos amor, não quer dizer que conseguimos expressar para o outro este sentimento.
Aliás, os sentimentos são elaborados na área límbica do cérebro e, assim como as demais emoções, não temos como controlar a sua manifestação. Entretanto, podemos desenvolver o conhecimento e o gerenciamento de nossas emoções. Isto certamente faz uma grande diferença e proporciona relações mais saudáveis e duradouras, em consequência de se transmitir com mais clareza o que se sente, impactando, portanto, na melhora das relações interpessoais.
É claro que, não podemos controlar a manifestação, por exemplo, do amor, um dos sentimentos mais obscuros em sua origem. Mas, podemos manifestá-lo de uma maneira que seja gratificante para ambas as partes.
De outra medida, o ser humano se vê assolado por pensamentos tóxicos ou crenças limitantes, as quais provocam a elaboração de sentimentos, como o medo, a insegurança, a tristeza, a raiva e a angústia.
Essas crenças limitantes ou pensamentos tóxicos advém de impactos emocionais que sofremos em algum momento de nossas vidas, muito comumente em nosso ambiente familiar, na escola ou entre amigos. O que vivenciamos, sofre uma leitura interna em nós e isto gera um pensamento negativo que fica armazenado em nosso subconsciente. Quando vivemos situações que identificamos como similares, o gatilho dispara e temos atitudes e comportamentos que nos impedem, por exemplo, de sermos bem-sucedidos na vida sentimental ou profissional.
Portanto, estas crenças limitantes são um grande ancoradouro de zonas de conforto, nos impedindo de buscar sonhos ou mesmo destruindo os que já alcançamos.
A criação e a proteção que recebemos de nossas famílias, se fundamentadas em bons valores, no amor e no acolhimento, são importantes para todo o transcurso de nossas vidas. Contudo, a proteção excessiva e a supervalorização podem acarretar comportamentos egoístas, superlativos e de pouca empatia. Isto pode impedir o sucesso profissional e a construção de uma família que se embase em um relacionamento pautado pelo amor, companheirismo e que seja duradouro.
Como vemos, ao elaborarmos a frase “nós somos capazes”, não temos como nos abster de identificarmos o que faz com que acreditemos que não somos.
Neste quesito, as zonas de conforto são o maior ancoradouro da estagnação e do caos existencial.
E quando falamos em zonas de conforto, temos que abordar o autoconhecimento, a empatia, o conhecimento e o controle das emoções, as crenças limitantes e a criação que tivemos desde o berço.
Olha só, que não nos movimentemos pela dor, pela derrocada existencial ou profissional, portanto, o primeiro passo é tomar a decisão de mudar.
O autoconhecimento é o caminho para o fortalecimento da decisão de mudança, contudo, esteja certo que suas crenças limitantes procurarão protagonizar esta decisão, sendo assim, o auxílio profissional de um Coaching, por exemplo, se faz necessário. De outra medida, se aprofunde no autoconhecimento, entenda que situações presentes não podem ser comparadas com as do passado e mesmo, pondere nas decisões, se abra para ouvir, perdoar, arriscar e analisar as novas possibilidades profissionais, se este for o caso, ou se em uma situação delicada afetivamente, se abra a perceber atitudes e comportamentos diferentes do outro. Enfim, desconfie dos sussurros negativos que advém no ouvido e se abra com coragem para construir e reconstruir.
Nós somos capazes de mudar as nossas vidas, de buscarmos novos caminhos profissionais que nos sejam prazerosos e que nos deem o retorno financeiro que desejamos, de reconstruir nossa vida sentimental mantendo a pessoa que amamos ao nosso lado em um relacionamento que seja gratificante para ambos, de refazermos laços familiares ou de amizades rompidos. Enfim, nós somos capazes, basta para isso, querermos.
Vem comigo!!!
Contatos para Coaching, Palestras, Treinamentos de Desenvolvimento Humano, Consultoria e Mentoria:
(47) 99983-6026 (Fone / WhatsApp)
drballesterojr@gmail.com
A felicidade e a prosperidade estão fora destas zonas de conforto e o rompimento deste ciclo vicioso normalmente não ocorre pelo amor, mas pelo choque emocional e pela dor. Claro que, a reação das pessoas a uma situação auspiciosa é diferente, existem os que sofrem um percalço profissional ou afetivo e jamais se recuperam e outros que utilizam o momento da dificuldade para aprender, se autoconhecer, identificar prioridades e modificando atitudes e comportamentos, dão um passo decisivo de sair do seu lugar de conforto e se disponibilizar a encontrar a felicidade e o sucesso.
Todos somos capazes de alterar as nossas vidas, mas para tanto, o entendimento que as coisas não vão bem, é salutar. Como dito, este entendimento normalmente ocorre “quando a casa já caiu”, contudo, o exercício conjunto do autoconhecimento e da empatia poderia detectar que precisaríamos nos repensar e alterar nossos comportamentos, a forma de nos relacionar com as pessoas e, inclusive, nossa abordagem profissional.
Os cinco sentimentos universais são: a felicidade, a tristeza, o amor, a raiva e o medo. Contudo, o fato de sentirmos amor, não quer dizer que conseguimos expressar para o outro este sentimento.
Aliás, os sentimentos são elaborados na área límbica do cérebro e, assim como as demais emoções, não temos como controlar a sua manifestação. Entretanto, podemos desenvolver o conhecimento e o gerenciamento de nossas emoções. Isto certamente faz uma grande diferença e proporciona relações mais saudáveis e duradouras, em consequência de se transmitir com mais clareza o que se sente, impactando, portanto, na melhora das relações interpessoais.
É claro que, não podemos controlar a manifestação, por exemplo, do amor, um dos sentimentos mais obscuros em sua origem. Mas, podemos manifestá-lo de uma maneira que seja gratificante para ambas as partes.
De outra medida, o ser humano se vê assolado por pensamentos tóxicos ou crenças limitantes, as quais provocam a elaboração de sentimentos, como o medo, a insegurança, a tristeza, a raiva e a angústia.
Essas crenças limitantes ou pensamentos tóxicos advém de impactos emocionais que sofremos em algum momento de nossas vidas, muito comumente em nosso ambiente familiar, na escola ou entre amigos. O que vivenciamos, sofre uma leitura interna em nós e isto gera um pensamento negativo que fica armazenado em nosso subconsciente. Quando vivemos situações que identificamos como similares, o gatilho dispara e temos atitudes e comportamentos que nos impedem, por exemplo, de sermos bem-sucedidos na vida sentimental ou profissional.
Portanto, estas crenças limitantes são um grande ancoradouro de zonas de conforto, nos impedindo de buscar sonhos ou mesmo destruindo os que já alcançamos.
A criação e a proteção que recebemos de nossas famílias, se fundamentadas em bons valores, no amor e no acolhimento, são importantes para todo o transcurso de nossas vidas. Contudo, a proteção excessiva e a supervalorização podem acarretar comportamentos egoístas, superlativos e de pouca empatia. Isto pode impedir o sucesso profissional e a construção de uma família que se embase em um relacionamento pautado pelo amor, companheirismo e que seja duradouro.
Como vemos, ao elaborarmos a frase “nós somos capazes”, não temos como nos abster de identificarmos o que faz com que acreditemos que não somos.
Neste quesito, as zonas de conforto são o maior ancoradouro da estagnação e do caos existencial.
E quando falamos em zonas de conforto, temos que abordar o autoconhecimento, a empatia, o conhecimento e o controle das emoções, as crenças limitantes e a criação que tivemos desde o berço.
Olha só, que não nos movimentemos pela dor, pela derrocada existencial ou profissional, portanto, o primeiro passo é tomar a decisão de mudar.
O autoconhecimento é o caminho para o fortalecimento da decisão de mudança, contudo, esteja certo que suas crenças limitantes procurarão protagonizar esta decisão, sendo assim, o auxílio profissional de um Coaching, por exemplo, se faz necessário. De outra medida, se aprofunde no autoconhecimento, entenda que situações presentes não podem ser comparadas com as do passado e mesmo, pondere nas decisões, se abra para ouvir, perdoar, arriscar e analisar as novas possibilidades profissionais, se este for o caso, ou se em uma situação delicada afetivamente, se abra a perceber atitudes e comportamentos diferentes do outro. Enfim, desconfie dos sussurros negativos que advém no ouvido e se abra com coragem para construir e reconstruir.
Nós somos capazes de mudar as nossas vidas, de buscarmos novos caminhos profissionais que nos sejam prazerosos e que nos deem o retorno financeiro que desejamos, de reconstruir nossa vida sentimental mantendo a pessoa que amamos ao nosso lado em um relacionamento que seja gratificante para ambos, de refazermos laços familiares ou de amizades rompidos. Enfim, nós somos capazes, basta para isso, querermos.
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