Dia 08 de março é o Dia Internacional da Mulher, data importante para valorizar e fortalecer o empoderamento das mulheres nas mais variadas áreas da vida, mas a saúde se reveste de componente fundamental para propiciar que as mulheres possam buscar de maneira cada vez mais intensa a igualdade perante os homens. Neste quesito, por tempos, a saúde da mulher teve como foco, basicamente, a saúde sexual e reprodutiva, contudo, esta visão tem mudado de maneira progressiva e a sua saúde geral tem demandado maior atenção e cuidados.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a saúde como sendo “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.
No que tange as mulheres, a sua saúde física e mental está sujeita, de maneira muito mais intensa do que nos homens, a carga hormonal, a qual oscila conforme a sua faixa etária, desde a menarca (1ª menstruação) até a menopausa (quando se encerra o ciclo reprodutivo), diminuindo progressivamente com o passar dos anos e isto vai afetar o seu metabolismo, podendo acarretar ou potencializar distúrbios físicos ou mentais.
A saúde mental da humanidade tem se constituído em uma enorme preocupação. Desde 2017, a OMS identifica a Depressão como o “mal do século”, com mais de 300 milhões de casos, mais de 12 milhões no Brasil. Os Transtornos de Ansiedade também constituem uma grande preocupação, com mais de 265 milhões de casos, 20 milhões em nosso país, considerado o mais ansioso do mundo. Mais recentemente, a Síndrome de Burnout, do esgotamento emocional causado pelo trabalho, se tornou outra grande preocupação mundial, incluída em 2019 pela OMS na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), já apresentando mais de 33 milhões de casos no Brasil, sendo o principal motivo do afastamento profissional.
Estes números referentes a saúde mental devem ter sido potencializados pela pandemia e as mulheres se mostram bastante afetadas por estes transtornos ou doenças, em especial no que concerne a Depressão. Isto se explica pelos fatores hormonais que impactam o organismo feminino de maneira mais significativa do que nos homens, ainda pela importante inserção da mulher no mercado de trabalho, concorrendo de maneira cada vez mais igualitária com os homens. De outra medida, ao tempo que as mulheres galgam cada vez mais posições no mercado de trabalho, diferentemente da maior parte dos homens, muitas delas absorvem majoritariamente ou sozinhas os cuidados da casa e dos filhos, soma-se a estes condicionantes a questão da maternidade para configurar um quadro que pode se tornar preocupante com relação a saúde mental.
A saúde sexual e reprodutiva das mulheres se constitui em um grande diferencial em comparação a saúde dos homens, claro que, existe uma diferença quando se aborda países desenvolvidos e em desenvolvimento como o Brasil, país caracterizado por enorme desigualdade social. Contudo, mesmo nos países desenvolvidos a gravidez e o parto estão associados a riscos para as mulheres, com a mortalidade materna sendo responsável por mais de 250 mil mortes por ano. O nosso país, desde a Constituição Federal de 1988, adotou um modelo de Saúde Pública Universal, um dos mais abrangentes do mundo, em oferta de serviços e capilaridade, com isto se instituiu o direito ao pré-natal e parto seguros e gratuitos, com os indicadores de mortalidade da mãe e da criança estando a diminuir progressivamente.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) também atingem de maneira mais intensa as mulheres, podendo inclusive afetar a gravidez, causando risco de morte a mãe e a criança ou mesmo gerando a possibilidade da transmissão de doenças crônicas ou degenerativas para o bebê, ainda podendo acarretar a infertilidade e outros distúrbios orgânicos que podem se estabelecer como crônicos ou mesmo levar a morte.
O Papiloma Vírus Humano (HPV) é uma IST que afeta as mulheres de maneira preocupante e pode acarretar o câncer de colo de útero. Esclareço que, existe vacina para o HPV.
O câncer de mama é o mais incidente em mulheres no mundo, com mais de 2,3 milhões de casos anuais, a seguir temos o câncer de colo de útero, com mais 265 mil óbitos por ano, sendo que, em nosso país, mais de 5 mil mulheres morrem anualmente. Estes dois tipos de câncer, os mais recorrentes em mulheres, são motivos de enfrentamento e ações por parte da OMS. Em função do crescimento mundial de casos de câncer de mama, em 1997 foi criada nos EUA a campanha Outubro Rosa, que visa a conscientização sobre atitudes de prevenção do câncer de mama. Esta campanha se expandiu mundialmente, chegando ao Brasil em 2011, onde atualmente foi incorporada à conscientização sobre a prevenção do câncer de colo de útero.
Quanto abordamos a saúde, tanto nos homens quanto nas mulheres, a prevenção é palavra de ordem, portanto, uma boa dica para o Dia Internacional da Mulher é estar atenta as alterações na sua saúde física e mental, fazer visitas, ao menos anuais, ao ginecologista, buscar o autoconhecimento e se aprofundar no desenvolvimento da Inteligência Emocional, com isto, caminhar no sentido da felicidade e do sucesso, se fortalecendo em feminilidade para novas conquistas.
Vem comigo!!!
Contatos para Coaching, Palestras e Consultoria:
(47) 99983-6026 (Fone / WhatsApp)
drballesterojr@gmail.com
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a saúde como sendo “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.
No que tange as mulheres, a sua saúde física e mental está sujeita, de maneira muito mais intensa do que nos homens, a carga hormonal, a qual oscila conforme a sua faixa etária, desde a menarca (1ª menstruação) até a menopausa (quando se encerra o ciclo reprodutivo), diminuindo progressivamente com o passar dos anos e isto vai afetar o seu metabolismo, podendo acarretar ou potencializar distúrbios físicos ou mentais.
A saúde mental da humanidade tem se constituído em uma enorme preocupação. Desde 2017, a OMS identifica a Depressão como o “mal do século”, com mais de 300 milhões de casos, mais de 12 milhões no Brasil. Os Transtornos de Ansiedade também constituem uma grande preocupação, com mais de 265 milhões de casos, 20 milhões em nosso país, considerado o mais ansioso do mundo. Mais recentemente, a Síndrome de Burnout, do esgotamento emocional causado pelo trabalho, se tornou outra grande preocupação mundial, incluída em 2019 pela OMS na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), já apresentando mais de 33 milhões de casos no Brasil, sendo o principal motivo do afastamento profissional.
Estes números referentes a saúde mental devem ter sido potencializados pela pandemia e as mulheres se mostram bastante afetadas por estes transtornos ou doenças, em especial no que concerne a Depressão. Isto se explica pelos fatores hormonais que impactam o organismo feminino de maneira mais significativa do que nos homens, ainda pela importante inserção da mulher no mercado de trabalho, concorrendo de maneira cada vez mais igualitária com os homens. De outra medida, ao tempo que as mulheres galgam cada vez mais posições no mercado de trabalho, diferentemente da maior parte dos homens, muitas delas absorvem majoritariamente ou sozinhas os cuidados da casa e dos filhos, soma-se a estes condicionantes a questão da maternidade para configurar um quadro que pode se tornar preocupante com relação a saúde mental.
A saúde sexual e reprodutiva das mulheres se constitui em um grande diferencial em comparação a saúde dos homens, claro que, existe uma diferença quando se aborda países desenvolvidos e em desenvolvimento como o Brasil, país caracterizado por enorme desigualdade social. Contudo, mesmo nos países desenvolvidos a gravidez e o parto estão associados a riscos para as mulheres, com a mortalidade materna sendo responsável por mais de 250 mil mortes por ano. O nosso país, desde a Constituição Federal de 1988, adotou um modelo de Saúde Pública Universal, um dos mais abrangentes do mundo, em oferta de serviços e capilaridade, com isto se instituiu o direito ao pré-natal e parto seguros e gratuitos, com os indicadores de mortalidade da mãe e da criança estando a diminuir progressivamente.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) também atingem de maneira mais intensa as mulheres, podendo inclusive afetar a gravidez, causando risco de morte a mãe e a criança ou mesmo gerando a possibilidade da transmissão de doenças crônicas ou degenerativas para o bebê, ainda podendo acarretar a infertilidade e outros distúrbios orgânicos que podem se estabelecer como crônicos ou mesmo levar a morte.
O Papiloma Vírus Humano (HPV) é uma IST que afeta as mulheres de maneira preocupante e pode acarretar o câncer de colo de útero. Esclareço que, existe vacina para o HPV.
O câncer de mama é o mais incidente em mulheres no mundo, com mais de 2,3 milhões de casos anuais, a seguir temos o câncer de colo de útero, com mais 265 mil óbitos por ano, sendo que, em nosso país, mais de 5 mil mulheres morrem anualmente. Estes dois tipos de câncer, os mais recorrentes em mulheres, são motivos de enfrentamento e ações por parte da OMS. Em função do crescimento mundial de casos de câncer de mama, em 1997 foi criada nos EUA a campanha Outubro Rosa, que visa a conscientização sobre atitudes de prevenção do câncer de mama. Esta campanha se expandiu mundialmente, chegando ao Brasil em 2011, onde atualmente foi incorporada à conscientização sobre a prevenção do câncer de colo de útero.
Quanto abordamos a saúde, tanto nos homens quanto nas mulheres, a prevenção é palavra de ordem, portanto, uma boa dica para o Dia Internacional da Mulher é estar atenta as alterações na sua saúde física e mental, fazer visitas, ao menos anuais, ao ginecologista, buscar o autoconhecimento e se aprofundar no desenvolvimento da Inteligência Emocional, com isto, caminhar no sentido da felicidade e do sucesso, se fortalecendo em feminilidade para novas conquistas.
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