Os pensamentos levam a uma ação, esta ação pode se transformar em um hábito, este hábito pode criar um comportamento. Os comportamentos repercutem nos resultados alcançados em todos os âmbitos da vida. De maneira inversa, os resultados alimentam os pensamentos e os fortalecem cada vez mais. As pessoas têm dificuldade de entender e identificar esta cadeia de conexão mental e o resultado disso pode repercutir em um círculo vicioso de insucessos nas mais variadas áreas da vida. Portanto, para se modificar os resultados alcançados, o caminho correto é alterar o padrão dos pensamentos.
A crença é um jargão que se utiliza para designar um pensamento de convicção, o qual a pessoa aceita como verdade absoluta sobre alguma coisa, mesmo que isso seja incorreto. Podendo ser positiva ou negativa, por exemplo, “eu sou uma pessoa inteligente” ou “eu não tenho sorte”. Normalmente, as crenças se desenvolvem na infância e são fortalecidas durante a vida adulta.
As crenças limitantes são desenvolvidas a partir do momento em que a pessoa acredita fielmente em alguma coisa que viu, ouviu ou sentiu, podendo ser um fato impactante, os pais a repetirem que a criança não é bonita ou que não vai ser bem-sucedida na vida, crescer em um ambiente onde o pai falta com o respeito ou agride a mãe. Existem muitos exemplos, contudo, se torna mais didático identificar os tipos:
1 – Hereditárias: desenvolvidas no ambiente familiar, normalmente ocasionadas pelo que as pessoas ouvem ou veem, como palavras inapropriadas dos pais e a relação conturbada dos mesmos;
2 – Sociais: ocasionadas por sugestões recebidas do ambiente externo, através da mídia, nos relacionamentos pessoais, de estudo e profissionais;
3 – Pessoais: são criadas pelas próprias pessoas com base nas experiências vividas e nas reações a elas.
Quanto ao seu surgimento, existem duas formas, quais sejam:
· impacto emocional, onde a pessoa passa por alguma grande experiência negativa ou mesmo traumatizante e isto desenvolve um pensamento que fica guardado em seu subconsciente;
· repetição, seria uma espécie de condicionamento mental, o que a pessoa viu, ouviu ou sentiu e que mexeu com ela emocionalmente, que vai se repetindo, de maneira similar em diversos momentos da vida, como um padrão, sendo que, isto fortalece cada vez mais a crença limitante.
Os pensamentos de convicção que limitam o ser humano podem acarretar o desamor, o desvalor e o desamparo, seria como a pessoa contar uma história para si mesma sobre quem ela é e como sempre será o resultado de suas ações.
As crenças ou pensamentos de convicção, por vezes, são confundidos com os valores das pessoas e isto fortalece os comportamentos inadequados e que limitam o ser humano, tornando complicado o convívio social, impactando em todas as áreas da vida e perfazendo um círculo vicioso de insucesso e de distanciamento do bem viver.
Para que possamos nos conhecer melhor e aos outros, ainda para que neutralizemos as crenças que nos limitam, é importante que saibamos distinguir, no âmbito pessoal, valores, princípios e virtudes.
Valores são critérios pessoais considerados importantes, as características e comportamentos que impulsionam e direcionam as decisões. A honestidade e a lealdade são dois exemplos. Todo comportamento está em busca de satisfazer um valor, portanto, quando se compreende os valores, pode-se identificar crenças limitantes e alterar o comportamento.
Os princípios estão diretamente influenciados pelo meio externo, por exemplo: a sociedade, a família em que a pessoa nasceu e foi criada, seu círculo de amizades. Repercutindo em regras que a pessoa estabelece para si mesma e para os outros, gerando decisões que impactam no seu comportamento.
As virtudes são qualidades pessoais, algumas de ordem moral, por exemplo: bondade, senso de justiça, sinceridade, pontualidade, resiliência, comprometimento, otimismo, inteligência, empatia, entre outras. Muitas destas qualidades podem ser trabalhadas com o desenvolvimento da inteligência emocional e também repercutem no seu comportamento.
Segundo o Dr.Albert Ellis, psicólogo estadunidense, que desenvolveu, em 1955, a “Terapia Racional Emotiva Comportamental” (REBT), grande parte do sofrimento emocional do ser humano tem origem ou pode ser eliminado pela mudança das crenças limitantes. Segundo o Dr. Ellis, essas crenças negativas acabam ditando as emoções e as decisões das pessoas, mediando o relacionamento das mesmas com o mundo e os problemas inerentes a isso.
As crenças limitantes podem ser identificadas e eliminadas através da psicoterapia, do coaching e de diversas terapias relacionadas as Medicinas Tradicionais Complementares e Integrativas. Portanto, esses pensamentos que nos limitam, comumente denominados de crenças, podem e devem ser neutralizados, sendo substituídos por pensamentos que repercutam em comportamentos a nos aproximar do bem viver, do sucesso e da felicidade.
Vem comigo!!!
Contatos para Consultoria, Palestras e Coaching:
(47) 99983-6026 / (47) 99916-0744
drballesterojr@gmail.com
A crença é um jargão que se utiliza para designar um pensamento de convicção, o qual a pessoa aceita como verdade absoluta sobre alguma coisa, mesmo que isso seja incorreto. Podendo ser positiva ou negativa, por exemplo, “eu sou uma pessoa inteligente” ou “eu não tenho sorte”. Normalmente, as crenças se desenvolvem na infância e são fortalecidas durante a vida adulta.
As crenças limitantes são desenvolvidas a partir do momento em que a pessoa acredita fielmente em alguma coisa que viu, ouviu ou sentiu, podendo ser um fato impactante, os pais a repetirem que a criança não é bonita ou que não vai ser bem-sucedida na vida, crescer em um ambiente onde o pai falta com o respeito ou agride a mãe. Existem muitos exemplos, contudo, se torna mais didático identificar os tipos:
1 – Hereditárias: desenvolvidas no ambiente familiar, normalmente ocasionadas pelo que as pessoas ouvem ou veem, como palavras inapropriadas dos pais e a relação conturbada dos mesmos;
2 – Sociais: ocasionadas por sugestões recebidas do ambiente externo, através da mídia, nos relacionamentos pessoais, de estudo e profissionais;
3 – Pessoais: são criadas pelas próprias pessoas com base nas experiências vividas e nas reações a elas.
Quanto ao seu surgimento, existem duas formas, quais sejam:
· impacto emocional, onde a pessoa passa por alguma grande experiência negativa ou mesmo traumatizante e isto desenvolve um pensamento que fica guardado em seu subconsciente;
· repetição, seria uma espécie de condicionamento mental, o que a pessoa viu, ouviu ou sentiu e que mexeu com ela emocionalmente, que vai se repetindo, de maneira similar em diversos momentos da vida, como um padrão, sendo que, isto fortalece cada vez mais a crença limitante.
Os pensamentos de convicção que limitam o ser humano podem acarretar o desamor, o desvalor e o desamparo, seria como a pessoa contar uma história para si mesma sobre quem ela é e como sempre será o resultado de suas ações.
As crenças ou pensamentos de convicção, por vezes, são confundidos com os valores das pessoas e isto fortalece os comportamentos inadequados e que limitam o ser humano, tornando complicado o convívio social, impactando em todas as áreas da vida e perfazendo um círculo vicioso de insucesso e de distanciamento do bem viver.
Para que possamos nos conhecer melhor e aos outros, ainda para que neutralizemos as crenças que nos limitam, é importante que saibamos distinguir, no âmbito pessoal, valores, princípios e virtudes.
Valores são critérios pessoais considerados importantes, as características e comportamentos que impulsionam e direcionam as decisões. A honestidade e a lealdade são dois exemplos. Todo comportamento está em busca de satisfazer um valor, portanto, quando se compreende os valores, pode-se identificar crenças limitantes e alterar o comportamento.
Os princípios estão diretamente influenciados pelo meio externo, por exemplo: a sociedade, a família em que a pessoa nasceu e foi criada, seu círculo de amizades. Repercutindo em regras que a pessoa estabelece para si mesma e para os outros, gerando decisões que impactam no seu comportamento.
As virtudes são qualidades pessoais, algumas de ordem moral, por exemplo: bondade, senso de justiça, sinceridade, pontualidade, resiliência, comprometimento, otimismo, inteligência, empatia, entre outras. Muitas destas qualidades podem ser trabalhadas com o desenvolvimento da inteligência emocional e também repercutem no seu comportamento.
Segundo o Dr.Albert Ellis, psicólogo estadunidense, que desenvolveu, em 1955, a “Terapia Racional Emotiva Comportamental” (REBT), grande parte do sofrimento emocional do ser humano tem origem ou pode ser eliminado pela mudança das crenças limitantes. Segundo o Dr. Ellis, essas crenças negativas acabam ditando as emoções e as decisões das pessoas, mediando o relacionamento das mesmas com o mundo e os problemas inerentes a isso.
As crenças limitantes podem ser identificadas e eliminadas através da psicoterapia, do coaching e de diversas terapias relacionadas as Medicinas Tradicionais Complementares e Integrativas. Portanto, esses pensamentos que nos limitam, comumente denominados de crenças, podem e devem ser neutralizados, sendo substituídos por pensamentos que repercutam em comportamentos a nos aproximar do bem viver, do sucesso e da felicidade.
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