quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: O SUCESSO NÃO É FRUTO DO ACASO


O Sucesso não é fruto do acaso ou da sorte, ele pode ser explicado cientificamente, se constituindo numa soma de processos que envolvem atitudes da pessoa, diferentemente da felicidade, a qual é pré-requisito para ele e se conota como um sentimento.

Desde 1920, com o início dos estudos sobre a Inteligência Emocional, o sucesso vem sendo estudado. Em 1936 esses estudos tiveram uma grande evolução através de Dale Carnegie, que se dedicou por anos a analisar os hábitos de pessoas de sucesso, identificando o que as diferenciava. Como resultado, neste ano foi lançado seu livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, o qual foi o primeiro de uma série sobre o tema e deu sustentação para o seu método aplicado de treinamento de desenvolvimento humano, o qual ainda é referência.

Em 1995, foi finalmente dissecado o que conduz alguém ao sucesso, por intermédio do Dr. Daniel Goleman e seu livro “Inteligência Emocional, A Teoria Revolucionária que redefine o que é ser Inteligente”. Nesta obra o Dr. Goleman definiu o conceito de Inteligência Emocional que é aceito pelo meio científico e se difundiu globalmente. Tendo ele vaticinado que 87% do fator sucesso é de responsabilidade dos comportamentos humanos.

Como visto, os estudos sobre o que leva uma pessoa a atingir o sucesso vem de bastante tempo e está comprovado que o que difere vencedores de perdedores não é fruto do acaso.

Perfeito, o sucesso não é obra da sorte, mas como definí-lo ou alcançá-lo?

O sucesso pode ser definido ou alcançado através da soma do desejar, do querer e da preparação e seu encontro com a oportunidade.

O desejar é mental e se constitui na elaboração de bons pensamentos com foco no que se deseja. Na mente se constrói as vitórias que hão de vir.

Já o processo do querer envolve um planejamento com uma rota de ação para se ter êxito no objeto de desejo. Neta etapa o nível de preparação da pessoa para cumprir com vitória a jornada que se seguirá será colocado em prova, assim como o medo e insegurança podem aparecer, sinalizando a necessidade de desenvolvimento da Inteligência Emocional. A maior parte das pessoas é derrotada neste momento, seja por desistir a mercê do medo e da insegurança ou ao insistir sem se preparar adequadamente.

A decisão vencedora na etapa do querer é a de conciliar o confronto do medo e da insegurança com a busca pelo autoconhecimento e o desenvolvimento comportamental. Claro que, estar preparado também em conhecimento e na aplicação deste, se faz importante, mas como já foi abordado, a grande vilã do naufragar dos sonhos é a parte comportamental.

O terceiro processo que envolve o alcançar do sucesso é a preparação. Se preparar diz respeito a ter conhecimento e habilidade para ser um profissional acima da média, se o foco estiver nesta área, e desenvolver a parte comportamental, como já foi dito, principal responsável pelo insucesso. Aqui cabe um dito popular que expressa a realidade, qual seja, “as pessoas são contratadas pelo seu currículo e demitidas pelo seu comportamento”.

Esse dito popular se reporta a área profissional, mas tem validade para qualquer área da vida. Por exemplo, na área afetiva, a grande maioria das separações tem como causa a parte comportamental, correto? Poderia se dizer que um casal é unido pelo amor e separado pela dor.

No que diz respeito ao desenvolvimento da Inteligência Emocional, que aborda o preparo comportamental, o autoconhecimento se faz como etapa inicial e através deste se identifica os pontos fortes da pessoa, os quais precisam ser mantidos, o que precisa ser suprimido, representado pelas crenças, sentimentos e comportamentos, ainda o que precisa ser desenvolvido. A autoestima e o autoamor, que refletem as crenças existentes, também precisam ser avaliados.

A autoestima e o autoamor elevados são fundamentais para o desenvolvimento do princípio da autorresponsabilidade e dos sentimentos de gratidão e perdão, todos componentes de uma mente vencedora.

Tendo desejado algo, se colocado a executar uma rota de ação para se atingir o objeto de desejo e se preparado para tal, o momento se faz de buscar, ter perseverança e paciência para encontrar a oportunidade que sempre há de vir.

O sucesso não é fruto do acaso e contempla aqueles que fazem por merecê-lo.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: NÃO TRANSFORME PREOCUPAÇÕES EM PROBLEMAS



A maior parte das pessoas tendem a transformar preocupações em problemas e isto afeta a saúde física e mental, altera o estado psíquico o que impacta na comunicação e acarreta a elaboração de pensamentos negativos, os quais repercutem em atitudes e comportamentos. Um círculo vicioso é construído onde os resultados obtidos em todas as áreas da vida se veem à mercê dele.

Os problemas são inerentes a vida e todos têm, se conotando como uma adversidade com a saúde, nas finanças ou na área afetiva, podendo ou não ser resultante das atitudes da pessoa e que poderia ou não ter sido evitada.

As preocupações, diferentemente dos problemas, não são algo concreto, sendo projeções elaboradas pela mente da pessoa sob o impacto do medo e da insegurança.

Problemas se enfrentam, sendo importantes para o autoconhecimento e a preparação de grandes vitórias que hão de vir. Já as preocupações, quando não são refreadas, conduzem ao desequilíbrio orgânico e a outros problemas que sabotam o alcançar de uma vida plena e abundante.

No aspecto orgânico, as preocupações provocam o cérebro a uma sensação de perigo eminente com a consequente estimulação das glândulas suprarrenais a liberarem a adrenalina e o cortisol na corrente sanguínea, ativando o mecanismo de defesa do estresse, contudo, a ação continuada deste circuito diminui as barreiras autoimunes e provoca o estado de ansiedade ou de depressão, quadro que pode evoluir para doenças físicas ou mentais, como os Transtornos de Ansiedade e a Depressão.

De outra forma, as preocupações ao alterarem o estado psíquico impactam na elaboração dos pensamentos, na comunicação, nas atitudes e comportamentos, consolidando um quadro que resulta no insucesso, na infelicidade e na desesperança.

As preocupações precisam ser combatidas, mas como fazê-lo?

Primeiro entendendo a sua origem, normalmente relacionada as crenças e tendo a atitude de mergulhar em uma jornada de autoconhecimento.

As crenças são formadas de maneira predominante entre os 8 e os 12 anos, pelo que se vê, ouve ou sente e que acarrete forte impacto emocional ou seja objeto de repetição. Ainda, através de eventos ocorridos durante a vida, o quais, igualmente, provoquem forte impacto emocional.

Elas atuam na elaboração dos pensamentos, os quais repercutem em atitudes e comportamentos, na construção da autoestima e do autoamor, e na elaboração das emoções e sentimentos.

As crenças limitantes são as maiores sabotadoras do bem viver, da felicidade e do sucesso, provocando a elaboração do sentimento de medo, o qual resulta no estado psíquico de insegurança, sendo a principal responsável pelas preocupações.

O autoconhecimento é o mecanismo pelo qual se chega as crenças limitantes, as quais originam as preocupações e precisam ser eliminadas. De outra forma, esta jornada por se conhecer irá permitir que a pessoa identifique seus pontos fortes e comportamentos a serem criados. Ainda permite a mensuração de como está a autoestima e o autoamor, além do conhecimento das emoções que se fazem fortalecidas.

Quando as preocupações deixam o lugar de ocorrência em eventos específicos para se tornarem cotidianas está sinalizada a possibilidade de um transtorno ou doença mental se fazer presente, neste caso, a busca de auxílio com um profissional da saúde mental é premente. Da mesma ordem, o combate das preocupações, do medo e da insegurança, de qualquer magnitude, precisa ser feito, tanto para se preservar o organismo ao tempo em que se tem uma vida feliz e harmoniosa, quanto para se evitar a evolução deste estado para quadros mais graves. Neste estágio, o Coaching é uma método aplicado de escolha para desenvolver com êxito a jornada do autoconhecimento e trabalhar as questões relativas ao desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Aqui vai uma dica, as preocupações podem ser combatidas através do exercício diário da comunicação positiva, com a prática de exercícios físicos, se permitido momentos de lazer, estando junto de pessoas que gosta e vivendo plenamente esses momentos. Ainda, ao vivenciar este quadro, emitindo a ordem mental e verbal de “cancela”, ao mesmo tempo em que elabora um pensamento positivo que se contraponha ao motivo da preocupação.

As preocupações não devem se transformar em problemas, para tanto precisam ser eliminadas e enaltecidos o bem viver, a felicidade e os sonhos.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: A AUTORRESPOSABILIDADE E O SUCESSO





A autorresponsabilidade é um princípio poderoso, que precisa ser desenvolvido, impactando no autoconhecimento e no controle da própria vida. A partir do desenvolvimento da autorresponsabilidade a pessoa altera os resultados alcançados em todas as áreas, sendo fundamental para o fator sucesso.

Antes de continuar, se faz importante estabelecer a diferença entre princípios e valores. Os princípios são pressupostos universais, incontestáveis e atemporais que atuam em prol da humanidade. Os valores se formam a partir dos princípios, contudo são pessoais e recebem forte influência do meio externo, se conotando como temporais. Em suma, princípio é o que a pessoa é, já valores, é como ela está.

A autorresponsabilidade é competência fundamental para o indivíduo ser protagonista da sua vida, perfil comportamental que identifica os vencedores. Não terceirizando, com isto, as decisões. Ouvir opiniões e buscar bons conselhos é sábio e importante, contudo, decisões não devem ser terceirizadas.

Como dito, este princípio estabelece o padrão comportamental dos vencedores, sendo pré-requisito para se tornar protagonista da sua história, atitude que conduz ao bem viver, a felicidade e ao sucesso.

Infelizmente, a maior parte das pessoas não desenvolve este princípio ou não o faz de maneira plena, se é que isto é possível. Preferindo o fácil caminho de encontrar em outra pessoa o motivo para os resultados ruins alcançados, se abstendo de culpa e de buscar as respostas pelos insucessos em suas atitudes e decisões. Que fique claro, as atitudes e comportamentos são pessoais, portanto, os resultados alcançados são de responsabilidade da pessoa.

A ausência da autorresponsabilidade também é danosa para a convivência profissional, familiar ou entre amigos, influenciando ainda na comunicação, sendo fator a evidenciar arrogância, intolerância e agressividade. É aquela pessoa que notadamente tem um grande potencial, embasado em conhecimento e aplicação eficaz deste, contudo, destrói tudo isto com sua incapacidade de assumir erros e uma predisposição em encontrar a culpa nos outros.

De outra forma, o desenvolvimento da autorresponsabilidade é oriundo da jornada de autoconhecimento, sendo que, também a favorece e potencializa.

A pessoa com este princípio aflorado se torna responsável pelos eventos de sua vida, se colocando no centro do palco existencial, atuando como protagonista da sua história, como já foi abordado, competência que está presente nos vencedores.

O autoconhecimento é favorecido na medida que ao se assumir erros, igualmente se busca identificar o que precisa ser suprimido , mantido e melhorado.

Se for colocado em pauta que 87% do fator sucesso é de responsabilidade da parte comportamental, como definiu o Dr. Daniel Goleman, considerado o pai da Inteligência Emocional, em sua conceitualização de 1995 da IE, a qual é cientificamente aceita e mundialmente difundida, é possível dimensionar o impacto do desenvolvimento do princípio da autorresponsabilidade nos resultados alcançado nas diversas áreas da vida, como a afetiva, profissional, familiar e financeira.

O impacto da ausência deste princípio também será sentido no organismo humano, sendo dominado por crenças que limitam e sentimentos tóxicos que ao tempo que impedem um estado psíquico positivo também bloqueiam o cérebro de dar a ordem de liberação no organismo dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer e a alegria, os quais se contrapõe ao mecanismo do estresse e protegem contra doenças físicas, estados e doenças mentais. Claro, a comunicação positiva, pilar da comunicação eficaz estará prejudicada e assim se desencadeará o círculo vicioso do insucesso.

Este princípio precisa ser desenvolvido para se ter uma vida plena e abundante, para tanto, o autoconhecimento é o caminho, podendo ser trabalhado com auxílio profissional, por exemplo do Coach.

Uma dica para se trabalhar o autoconhecimento e por consequência o desenvolvimento da autorresponsabilidade é através do exercício diário da comunicação positiva, desde o momento do despertar, elaborando bons pensamentos e os materializando em palavras e atitudes.

O princípio da autorresponsabilidade caracteriza os líderes e os vencedores, sendo imprescindível para o bem se relacionar, para o bem viver e para se atingir um estado de felicidade e de sucesso, ainda para o equilíbrio físico e mental, repercutindo em todos os resultados alcançados na vida.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: TODOS NASCEM COM UM DOM

 

O dom é uma habilidade para determinada área que é nata, diferentemente de talento, competência desenvolvida com treinamento e dedicação. Dom vem do latim donu, que significa dádiva, se somando ao talento para formar uma combinação que conduz a felicidade e ao sucesso, transformando vidas.

Já tendo diferenciado dom de talento, se faz importante diferenciar de vocação, palavra que vem do latim e significa chamado, não nascendo com a pessoa e recebendo forte influência do meio externo, em especial o familiar.

Portanto, a pessoa nasce com uma habilidade para determinada área, o dom, podendo desenvolver competência, a custa de treinamento e persistência, para desenvolver uma atividade, qual seja, o talento. Já a vocação, é um propósito de vida que pode residir em ajudar pessoas ou estar contida em uma área profissional, tendo forte influência para sua elaboração no ambiente familiar, em crenças e valores oriundos desse ambiente. Tem-se como exemplo, o filho de pais médicos, dentistas ou políticos que seguem a mesma carreira. Ainda, o filho de pais dedicados as causas sociais, que por influência ou inspiração deles, tem nesta área o seu propósito de vida.

Mas então, já tendo entendido a diferença entre dom, talento e vocação, será que todos nascem com um dom?

Sim, todos nascem com um dom, contudo, é muito raro alguém nascer com um dom tão intenso para determinada área que o torne um “Pelé” da matemática, da medicina, da arte de liderar ou mesmo do futebol, mas o encontro do dom com o talento, o qual é desenvolvido, torna a pessoa acima da média em determinada área.

De outra forma, quando descobre o dom, o indivíduo identifica um propósito de vida que lhe é nato, facilitando o seu desenvolvimento e desempenho em determinada atividade profissional, além de facilitar a sua performance nos mais variados setores da vida.

A origem do dom é indeterminada, não havendo indícios de ser de ordem genética. Buscando pela fé, a Bíblia Sagrada, livro mais lido de todos os tempos, aborda o tema em alguns de seus versículos, deixando claro que todas as pessoas nascem com um dom, podendo ser de liderar, servir, ensinar, entre outros. Ainda que, junto com este presente divino vem a capacidade de desenvolvê-lo.

Pelo exposto, fica fácil de depreender que identificar o dom desde jovem ou em não tendo esta possibilidade, em qualquer fase da vida, é imperativo para se atingir um nível pleno de satisfação existencial. A felicidade e o sucesso profissional, sentimental e em outras áreas da vida, assim como a prosperidade financeira também serão impactados por este conhecimento.

Perfeito, todos nascem com um dom e o quanto antes descobrir o seu, mais chances terá de encaminhar uma vida menos errática e mais abundante. Contudo, como descobrir o seu dom?

Olha só, o dom de cada qual está contido no inconsciente de cada pessoa. A sua descoberta passa por uma jornada de autoconhecimento.

Desde muito jovem, no ambiente familiar e da mesma forma nos bancos escolares, o indivíduo é ensinado a privilegiar o conhecimento como forma de inclusão social, para alcançar o sucesso profissional, financeiro, o bem viver e a felicidade. Isto se faz importante, mas a ausência de foco no autoconhecimento pode levar a muitas escolhas erradas, a começar pela profissional. Neste quesito, a vocação, a qual tem forte influência familiar, pode não estar de acordo com o dom da pessoa, começando aí um problema que pode se arrastar pela vida, levando a diversas outras decisões equivocadas, ao insucesso e a infelicidade.

É de se lamentar que ainda nos dias atuais, as grades de ensino, desde o ensino fundamental, passando pelo ensino médio e a universidade, não tenham se aberto para a importância da Inteligência Emocional, onde o autoconhecimento se insere, preparando com isto profissionais com conhecimento e capacidade de aplicá-lo, entretanto sem desenvolvimento comportamental e autoconhecimento condizentes com os desafios que a vida impõe e que favoreçam a convivência social. Perante esta realidade, é crescente o volume de pessoas que padecem da insatisfação profissional, tendo dificuldades em se relacionar, vivenciando a mediocridade existencial e financeira. Neste mesmo caminho, é crescente os casos de estados e doenças mentais e o suicídio, principalmente entre os jovens.

Descobrir o dom, o quanto antes possível, é o mesmo que encontrar o pote de ouro no final do arco-íris, sendo imprescindível para se encaminhar uma vida feliz e abundante.

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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...