quinta-feira, 4 de agosto de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: SENTIMENTOS TÓXICOS, A IMPORTÂNCIA DA CURA INTERIOR


Os sentimentos tóxicos são dores da alma, são sentimentos que nos calam fundo, guardados durante muito tempo, são ressentimentos, mágoas, traumas, ódio, raiva, rancor e, por vezes, desejo de vingança.


Estes sentimentos se não identificados e eliminados, repercutem em atitudes e comportamentos aos quais não dominamos, naquela voz interior que insiste em nos dar maus conselhos, em impedir a nossa felicidade e a busca pelo sucesso em diversos âmbitos da vida.

De outra medida, prejudicam a nossa saúde física e mental, podendo originar ou potencializar doenças. As patologias de origem psicossomáticas são estudadas e se apresentam como uma grande preocupação do meio científico.

É muito importante o entendimento que sentimentos e emoções são coisas diferentes. A emoção é um conjunto de respostas químicas e neurais que surgem quando o cérebro é estimulado por fatores ambientais. O sentimento é uma resposta a emoção, é como a pessoa reage diante de determinada emoção.

Os sentimentos negativos, originados a partir de emoções oriundas de eventos traumáticos ou que nos impactam de uma forma profunda e que fica armazenada no nosso subconsciente, são os sentimentos tóxicos.

As emoções se originam na área límbica do cérebro e podem ser de 3 tipos, quais sejam: primárias, facilmente perceptíveis, como o medo e a alegria; secundárias, não são tão perceptíveis, como o nervosismo, a vergonha e a culpa; de fundo, não são perceptíveis, como a calma e a fadiga.

Ainda com relação às emoções, temos 5 que são consideradas universais: o medo, a tristeza, a alegria, a raiva e o nojo.

Os sentimentos tóxicos podem causar doenças psicossomáticas, as quais tem relação com problemas emocionais da pessoa e estabelecem a ligação direta entre a saúde emocional e a física. Por ser um processo inconsciente, a confirmação do diagnóstico é complexa. Seu desenvolvimento está associado a uma predisposição pessoal e orgânica, qual seja, como o corpo e o psicológico interagem e reagem perante determinado episódio. Este processo de somatização pode ser facilitado por doenças psicológicas já existentes, tais como, depressão e transtornos de ansiedade. Na mesma medida, determinadas situações podem estar associadas ao seu desenvolvimento, entre elas destaco: eventos traumáticos anteriores; sobrecarga profissional; vítimas de violência física, psicológica ou sexual; ou mesmo a dificuldade de falar sobre o que está sentindo.

Quanto aos sintomas relacionados a doenças psicossomáticas, pode-se identificar: ansiedade, irritabilidade, tristeza, impaciência, exaustão, falta de interesse nas atividades diárias, sendo que, estes sintomas psicológicos se somam a sintomas físicos, como por exemplo: sensação de falta de ar, dores musculares, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, mudança na libido e insônia. No que tange às doenças que podem surgir ou potencializar em função de um trauma psicológico, a gastrite, a enxaqueca, a infertilidade e a impotência sexual são bastante recorrentes.

Como vimos, os sentimentos tóxicos podem desencadear ou potencializar doenças psicológicas e físicas, ainda, repercutem em todas as esferas da vida das pessoas, funcionando como gatilhos a sabotar o sucesso profissional, familiar, afetivo e social.

Contudo, existe como se curar interiormente, isto passa pelo entendimento e aceitação da existência do problema, pelo autoconhecimento, a análise e mudança de pensamentos e comportamentos, a atitude do perdão e do autoperdão, por não verbalizar frases negativas e, claro, pela busca de auxílio profissional.

Como já foi dito, as emoções se originam na área límbica do cérebro, sendo que, as pessoas as expressam de maneira inconsciente, não havendo como impedir que elas se manifestem. Entretanto, podemos conhecê-las e gerenciá-las, ainda, podemos identificar e eliminar sentimentos negativos originários de emoções sentidas em momentos específicos e impactantes.

O desenvolvimento da Inteligência Emocional se faz como fundamental para a cura interior, trabalhar os seus 5 pilares, quais sejam, conhecer as suas emoções, gerenciar as suas emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal, é o caminho a ser trilhado.

Perante este caminho, o autoconhecimento é uma conquista a ser objetivada, na mesma medida que desenvolver as 8 competências da Inteligência Emocional, pois vamos a elas: autoconsciência emocional, autocontrole, automotivação, foco, autoliderança, liderança, relacionamentos e, ação e consistência, competência que envolve disciplina, decisão e resiliência.

A cura interior é uma necessidade, visto que os sentimentos tóxicos destroem a pessoa por completo, psicologicamente, fisicamente e vivencialmente. Esta cura pode ser elaborada através da metodologia Coaching ou da Psicoterapia, em determinados casos de doenças físicas já existentes, outros profissionais da área da saúde devem ser agregados neste trabalho, contudo, reitero que, esta cura se inicia com o entendimento e a aceitação por parte da pessoa, da situação que está vivendo.

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AS CRENÇAS DEFININDO O SUCESSO E O FRACASSO

 

As crenças determinam os resultados alcançados em vários âmbitos da vida. Isto explica como duas pessoas com formação acadêmica e quociente de inteligência similares, por vezes, atingem resultados diferentes na área profissional.


Elas se formam de maneira predominante na infância, sendo a interpretação de algo que foi vivenciado de maneira marcante e, por vezes, repetida. Esta memória ficará alojada na área límbica do cérebro, provocando gatilhos inconscientes que podem direcionar atitudes e comportamentos sabotadores.

Como exemplo da criação de crenças, temos as reprimendas que muitos pais fazem de maneira incorreta perante erros cometidos pelas crianças, frases como: “você é um preguiçoso e não vai alcançar nada na vida”, “menino desastrado”, “do jeito que você é, nunca vai se dar bem com ninguém”, entre outras. Estas crenças também podem se formar a partir do que é visto, por exemplo: pais que tem um relacionamento difícil, trocam diálogos ásperos ou mesmo se agridem.

As crenças também podem ter origem a partir de situações impactantes vividas pela pessoa: a perda de entes queridos, agressões sofridas, momentos difíceis vivenciados. Contudo, reitero que são elaboradas de maneira predominante na infância, sendo inconscientes e provocando gatilhos que direcionam atitudes e comportamentos que a pessoa não controla.

Estes pensamentos ou crenças limitantes estão a sabotar a vida das pessoas, se não forem identificadas e substituídas por pensamentos positivos, os resultados alcançados em diversos setores da vida, serão sempre os mesmos.

Sabendo o que são crenças, como são elaboradas e como interferem na vida das pessoas, fica fácil a compreensão do porquê duas pessoas com mesma formação acadêmica e capacidade intelectual podem ter resultados diferentes no âmbito profissional.

Se forem feitas perguntas, tais como: “quem quer ser bem-sucedido profissionalmente e ganhar muito dinheiro?”, “quem quer ter um casamento feliz e harmonioso?”, “quem quer se relacionar bem com as pessoas e ter muitos amigos?”. Perante estas perguntas, é certo que a resposta será que todos querem. Contudo, o subconsciente, os gatilhos comportamentais comandados pelas crenças limitantes podem estar agindo neste momento para impedir o alcançar da felicidade e do sucesso.

Em 1996, Scoth B. Perry elaborou o Método de Gestão por Competências, muito utilizado atualmente na área empresarial e que expressa através da pirâmide do CHA, o quanto o comportamento humano é responsável pelo fator sucesso.

A pirâmide do CHA tem em sua base o Conhecimento, qual seja, a formação acadêmica e todo manancial de informações que a pessoa angariou através dos anos, sendo responsável por 15% do fator sucesso; a seguir, se posiciona a Habilidade, qual seja, a aplicação prática do conhecimento, esta responsável por 25% do fator sucesso; e no ápice da pirâmide se posiciona a Atitude, responsável por 60% do fator sucesso.

Como visto, através da pirâmide do CHA, as atitudes humanas são as principais responsáveis por se atingir a felicidade e o sucesso em todos os âmbitos vivenciais. Portanto, as crenças limitantes se não forem identificadas e substituídas funcionarão como uma bomba relógio a explodir em momentos importantes, sabotando todos os esforços desenvolvidos pela pessoa.

Antes da elaboração do Método de Gestão por Competências, em 1995, o PhD de Harvard, Dr. Daniel Goleman conceitualizou cientificamente a Inteligência Emocional, a qual vinha sendo estudada desde 1920, sendo responsável por explicar e dar ferramentas para se atingir a felicidade e o sucesso em todas as esferas humanas.

A Inteligência Emocional se baseia em 5 pilares: conhecer as emoções, gerenciar as emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal. Tendo 8 competências comportamentais principais, contudo, a porta de entrada para o seu desenvolvimento é o autoconhecimento, e através do mesmo, a identificação de crenças limitantes com a sua substituição por pensamentos positivos, é um pré-requisito.

Existem diversas ferramentas para se identificar as crenças limitantes e exercícios para substituí-las por pensamentos positivos, este trabalho pode ser desenvolvido através do Coaching, em imersões ou treinamentos comportamentais, contudo, o entendimento que sem alterar as atitudes e comportamentos gerados por elas não serão alterados os resultados alcançados em todos os âmbitos da vida, é um entendimento que as pessoas precisam ter e que significa a diferença entre ser feliz ou infeliz, o sucesso ou fracasso.

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quinta-feira, 21 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: MUDANÇAS, COMO SUPERAR O MEDO E ALCANÇAR O SUCESSO



As mudanças são importantes para as pessoas, sejam na área afetiva, profissional ou mesmo comportamental, contudo, o medo do desconhecido tende a acionar o mecanismo orgânico do estresse e gerar surtos de ansiedade. Portanto, existem fatores negativos associados a elas, mas o caminho para a evolução pessoal, a felicidade e a prosperidade repousa na capacidade de aceitar e agir perante a perspectiva do novo e a coragem em se mover do seu lugar de conforto.

As pessoas são inclinadas a identificar, em um primeiro momento, o negativo das mudanças em maior intensidade que a parte positiva. Isto se explica pela própria evolução da espécie humana, a partir do entendimento que a observação atenta do que poderia dar errado seria uma vantagem na luta pela sobrevivência, desta forma conseguimos sobreviver desde os tempos remotos em que o ser humano habitava as cavernas até os dias atuais. Portanto, ainda trazemos reminiscências de pensamentos que dominavam os nossos ancestrais. De outra maneira, também somos impactados por pensamentos ou crenças limitantes construídos a partir de experiências traumáticas ou mal sucedidas, ainda pela existência de transtornos ou doenças mentais que nos impedem de trilhar o caminho de novas experiências e oportunidades.

É normal que fiquemos ansiosos antes de uma entrevista de emprego, de uma prova importante, ao conhecermos um novo interesse afetivo ou em qualquer âmbito de nossas vidas que nos tirem do nosso lugar de conforto. Nesse momento, o mecanismo do estresse é acionado, a partir de estímulos nervosos do Sistema Nervoso Central, as glândulas suprarrenais liberam o cortisol e a adrenalina, e diversas alterações neurofisiológicas ocorrem em nosso metabolismo normal. Este mecanismo é responsável pela perpetuação da espécie humana, por nos tirar de situações difíceis, mas se mal gerenciado, pode nos imobilizar em decisões. Pari passo a este mecanismo, advém a ansiedade e o medo. Claro que, existem outros fatores que podem se associar a estas reações normais de todo o ser humano e tornar o processo da tomada de decisões e do trilhar novos caminhos, algo muito complexo.

Neste quesito de fatores que não se enquadram na normalidade das reações humanas às mudanças, pensamentos que estão enraizados em nosso subconsciente e funcionam como gatilhos a nos ditar comportamentos e limitar ações são comuns, precisam ser identificados e substituídos por pensamentos positivos.

Na mesma medida, existem fatores mais profundos, relacionados a transtornos e doenças relativas à saúde mental, neste caso, assim como na ocorrência de bloqueios inconscientes, o auxílio de um profissional qualificado se faz necessário.

O primeiro passo para se vencer o medo e a insegurança relativas ao novo, é trilhado a partir do exercício do autoconhecimento. Neste momento, a pessoa busca identificar se existem fatores que fogem à normalidade de estar estressado ou ansioso e quais são esses motivadores de sua inércia em buscar novos caminhos.

Um bom exercício para relaxar e interagir consigo mesmo é se postar em um lugar tranquilo, fechar os olhos, respirar profundamente, aspirando o ar pelo nariz e o expelindo pela boca, e mentalizar como seria estar vivendo a nova situação que se avizinha, de outra medida, se perguntar por que teme esta novidade. Este exercício, em realidade, pode ser realizado em duas etapas, com focos distintos. Em uma primeira etapa, objetiva-se identificar as causas que dão relevo aos fatores negativos da mudança, em sendo pensamentos ou referências a experiências negativas anteriores, o exercício pode evoluir para reenquadrar e ressignificar com foco no positivo. Uma segunda etapa consiste em se imaginar na nova situação, no caso de um novo trabalho, se visualizar no exercício do mesmo, de uma maneira positiva e motivadora.

Levantar todos os indicadores relativos à nova situação que se avizinha e que está sendo motivo de ansiedade, dúvidas e medo, também se faz muito importante. Isto se expressa tanto no sentido de se tomar a decisão correta, tendo o máximo de informações dos prós e contras da mudança, como na ótica do fortalecimento pessoal para este novo momento de vida.

Claro que, mudanças de ordem afetiva são diferentes das de ordem profissional, contudo, todas as mudanças pressupõem perdas e ganhos, mas, por vezes, se constituem em oportunidades para a felicidade e a prosperidade.

A partir do autoconhecimento e de trabalhar os fatores internos que limitam e potencializam o negativo, deve-se evoluir, portanto, para dissecar todos os prós e contras desta mudança, por fim, é fundamental se fortalecer no que tange a conhecer e controlar as suas emoções, e automotivar-se.

Quando se aborda o conhecimento e o controle das emoções, assim como a automotivação, está se falando da necessidade do desenvolvimento da Inteligência Emocional, tão importante e valorizada nos dias atuais.

Os estudos sobre o desenvolvimento humano iniciados na década de 1920 e que ganharam um novo verniz com a conceitualização da Inteligência Emocional em 1995, analisam a resistência das pessoas às mudanças e as suas causas. Diversas ferramentas estão disponibilizadas, acessíveis através da Psicoterapia e do Coaching para se vencer a resistência pessoal às mudanças, assim como para identificar as oportunidades que repousam fora do lugar de conforto e os mecanismos para se criar uma rota de ação segura no caminho para a felicidade e o sucesso.

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sexta-feira, 15 de julho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: ATITUDES VENCEDORAS, COMO SUPERAR OS MOMENTOS DIFÍCEIS.



A vida não transcorre de maneira linear, antes fosse assim, pautada pela felicidade em ato contínuo. Os desafios e as dificuldades são uma constância e, em boa parte das vezes, não enviam um aviso prévio do que vai acontecer. Portanto, estar preparado para transpor estes momentos, aprender com os infortúnios e conceber atitudes vencedoras, a partir destes eventos, perfazem o manual de sobrevivência, mas também pode estar por iniciar uma história de superação, felicidade e sucesso.

As dificuldades na família, nos relacionamentos afetivos, no trabalho ou com a saúde, são de dimensões diferentes, contudo, exigem o autocontrole, automotivação e propõe a introspecção e a análise de causas e soluções. O autoconhecimento é um ganho que deve ser desenvolvido até a última gota e, a partir disto, conceber atitudes diferentes é a marca dos vencedores.

É muito difícil administrar crises familiares ou ver ruir um relacionamento afetivo, mas nada acontece ao acaso, o momento em que “a casa cai” é o ápice de uma desconstrução que não foi percebida, por vezes foi negligenciada e no que tange ao relacionamento entre pessoas, costuma ser de difícil solução, nos obrigando a trabalhar com sentimentos, algo que não temos controle.

Nestes casos, antes de acusar o outro, ou proferir palavras e ter atitudes que provoquem um distanciamento maior ainda, buscar ouvir, exercitar a empatia, qual seja, o ato de se colocar perante o que o outro vive e sente, se soma ao mergulho em nós mesmos, em nossas atitudes e no quanto colaboramos para o que estamos vivendo. Claro que, ninguém está 100% certo ou errado, a convivência humana sempre foi complicada, as famílias têm problemas e os relacionamentos afetivos, por mais que exista amor, são concebidos por pessoas com criações diferentes, anseios de vida distintos, entendimento de mundo diferentes, o que torna o exercício diário de construção um ato necessário para a continuidade e felicidade da convivência. Mas, algo que aprendi com o tempo, foi que não basta haver amor e disposição de uma das partes para superar as dores e traumas, isto tem que existir dos dois lados. Se não se supera o que foi e se dispõe de maneira motivada e comprometida a abrir uma agenda positiva a partir do que será, jamais vai funcionar, será algo fadado ao fracasso. De outra forma, o entendimento mútuo que as pessoas têm dificuldades, jamais se modificarão por completo, caso o façam, se descaracterizarão, é salutar e exige paciência, atitudes e amor.

As dificuldades no âmbito do trabalho impõem, por vezes, o desafio da sobrevivência, do sustento da família, interferem com a autoestima e exigem resiliência, autocontrole, sendo que, também propõe o autoconhecimento, a capacidade de se transformar e até de buscar uma transição profissional. Se buscarmos pela biografia da maior parte das pessoas bem-sucedidas, perceberemos que existe uma história de fracasso e superação a embasar esta virada de jogo. Portanto, ter automotivação, perseverança, foco, buscar novas soluções e caminhos, ampliar o contato com pessoas, saber ouvir, além de jamais se abandonar, é uma cartilha que costuma conduzir ao sucesso e a felicidade.

A saúde talvez seja a maior dificuldade a ser superada, perder um ente querido é algo avassalador e que exige um amadurecimento pessoal que a maior parte das pessoas não tem. Claro, a fé é muito importante nestes momentos, assim como a resignação e a compreensão se somam a atitudes de buscar um objetivo sólido para continuar a vida. Os filhos, a família, os amigos e o trabalho são pilares para fortalecer um recomeço.

Realmente não é fácil superar a perda de alguém que amamos, mas precisa haver o entendimento que isto deveria ser assim como foi e que este evento traumático traz um aprendizado e abrirá a porta de um novo caminho igualmente importante e feliz. Recordar dos momentos felizes vividos com quem se foi, é uma forma de enaltecer e eternizar a pessoa, mas a vida continua e jamais se deve deixar de vivê-la.

Quando se vive situações difíceis com a sua saúde, as limitações que estas situações impõem e, em determinado casos, o risco da própria vida, estes momentos proporcionam uma análise do que se viveu e fez até então. Se ouvirmos relatos de pessoas que pessoas que passaram por momentos limítrofes com relação a sua saúde, perceberemos um sentimento comum nestes relatos, qual seja, as pessoas jamais serão as mesmas, seu entendimento de mundo se torna diferente, a vontade de ser alguém melhor e buscar uma construção mais feliz e harmoniosa no âmbito familiar e afetivo se torna uma prioridade. Em suma, alguém que esteve a ponto de perder a própria vida, certamente estará aberto a buscar soluções diferentes para os seus caminhos futuros.

Por mais que seja difícil, deve se encarar os momentos difíceis que se passa na vida como oportunidades para o autoconhecimento, avaliar a performance como seres humanos e, sabiamente, ter a humildade e a disposição de fazer diferente.

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quinta-feira, 16 de junho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: A BELEZA E O PODER DA GRATIDÃO



A palavra gratidão está ligada ao latim “gratia” que significa graça ou “gratus”, agradável, sendo muito utilizada atualmente pelo seu sentido poético, focando no sentimento e substituindo termos como grato ou muito obrigado. Contudo, a palavra por vezes se distancia do sentimento extremamente belo, o qual tem o poder de catalisar reações positivas para o organismo humano, a partir de um pensamento que ainda gera atitudes que repercutem em comportamentos, os quais contribuem para a melhora nas relações interpessoais, para a felicidade e o sucesso.

Como já foi dito, a palavra gratidão, escrita ou verbalizada, se tornou um modismo destes tempos de intensa movimentação das redes sociais, viralizando, na maior parte das vezes, sendo utilizada apenas como uma gentileza ou pela beleza da expressão.

O sentimento de gratidão é algo muito mais profundo e que emana a partir do autoconhecimento, do reconhecimento e da retribuição de algo muito valoroso recebido. Este sentimento advém de um pensamento que gera esta atitude e provém um comportamento condizente com a profundidade e a intensidade deste sentimento.

Quando a pessoa sente e expressa a gratidão, o cérebro estimula a liberação de neurotransmissores como a dopamina, a serotonina e a endorfina, os quais providenciam sensações de bem-estar e felicidade para o ser humano, ainda se contrapondo ao mecanismo orgânico do estresse, inibindo os efeitos da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados pela glândula suprarrenal através deste mecanismo. Esta ação equilibra o metabolismo, evitando a incidência de disfunções de ordem física ou mental, também atuando para combater doenças pré-existentes e contribuindo para uma melhora imunológica da pessoa.

Durante a pandemia, muitas pesquisas foram desenvolvidas sobre a importância do exercício diário da gratidão, de acordo com o Centro de Pesquisa da Universidade da Califórnia (UCLA) – EUA, ser grato regularmente provoca uma mudança na estrutura molecular do cérebro, nos tornando mais felizes e saudáveis, sendo que a felicidade afeta diretamente o Sistema Nervoso Autônomo Central, nos deixando mais calmos, menos reativos e menos resistentes às mudanças.

De outra medida, a gratidão potencializa a estruturação e o fortalecimento das relações humanas, desnudando o funcionamento do cérebro no que tange a socialização, a formação de laços sociais e a empatia.

Olha só, empatia, um dos 5 pilares da Inteligência Emocional, a qual tanto cito em minhas colunas, não por outro motivo, o de ser cientificamente aceita, base para o desenvolvimento humano e grande diferencial ao explicar por que duas pessoas com igual formação escolar tem resultados profissionais e sociais diferentes.

A empatia, qual seja, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de enxergar o mundo pelos olhos do outro, de não apenas compreender, mas sentir as dores alheias, é uma habilidade ou sentimento que é pré-requisito para se elaborar o pensamento e o subsequente sentimento de gratidão. Na mesma medida, ao se exercitar a empatia, além de ter a possibilidade de desenvolver a gratidão, a pessoa também evolui na capacidade de se relacionar com os outros e isto é fundamental no ambiente de trabalho, familiar, nas relações amorosas, enfim, em todos os aspectos da vida.

Claro que, o autoconhecimento, assim como com outros fatores que contribuem para o desenvolvimento humano, é a porta de entrada para se elaborar o sentimento de gratidão, afinal, vivemos tempos atribulados, com muitas mudanças ocorrendo no mundo, as expectativas dos profissionais destes novos tempos sofrem um processo continuado de transformações, as alterações comportamentais e sociais são intensas, consequentemente a pressão cotidiana se torna cada vez maior. O momento se faz de uma reavaliação em conceitos e valores, de exercitar o autoconhecimento, a partir disso, se transformar e desenvolver a capacidade de elaborar pensamentos e sentimentos mais edificantes.

Ao tempo que pensamentos positivos como o da gratidão são elaborados, estes podem ser direcionados para substituir pensamentos limitantes, os quais funcionam como gatilhos a ditar atitudes e comportamentos que comprometem a busca pela felicidade e pelo sucesso familiar, afetivo ou mesmo profissional.

Como vimos, o sentimento de gratidão é belo e importante para a saúde física e mental das pessoas, ainda fortalece a busca pelo desenvolvimento pessoal, pela felicidade e pelo sucesso.

Através do Coaching pode-se desenvolver o autoconhecimento, a empatia, eliminar pensamentos limitantes e aflorar o sentimento de gratidão.

Uma dica de exercício diário para descortinar este sentimento é a do Patrocínio Positivo, qual seja, perante um compromisso consigo mesmo, destinar momentos do dia para conversar com pessoas do seu convívio e elogiar alguma atitude positiva que tenha identificado nelas, muito melhor se esta atitude tenha sido com relação a você. Eis aí uma ferramenta simples, mas poderosa, para buscar o sentimento de gratidão, tão belo e poderoso que reside dentro de todos nós.

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quinta-feira, 9 de junho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AUTOSSABOTAGEM, A MAIOR INIMIGA DOS SONHOS


A autossabotagem é quando a própria pessoa trabalha contra a sua felicidade, o seu sucesso e o atingir dos sonhos. Se configurando através de pensamentos que conduzem a atitudes, gerando comportamentos, os quais podem prejudicar diversas áreas da vida das pessoas, acarretando, por exemplo, problemas familiares, o insucesso no casamento ou no trabalho.

Os comportamentos que caracterizam a autossabotagem podem ser conscientes ou inconscientes, contudo, a forma inconsciente é predominante. A Psicologia a tem estudado desde muito tempo e identifica que a sua origem, de maneira predominante, está associada com traumas vividos na infância ou adolescência, ainda a traços de personalidade herdados do convívio familiar.

Estudos realizados pela Universidade de Indiana nos EUA levaram a constatações que são curiosas e paradoxais perante as atitudes que evidenciam o ato de se sabotar, então vejamos, é mais frequente quando a pessoa está focada em um objetivo, qual seja, quando o cérebro está no auge de atenção.

Em pessoas mais suscetíveis e vulneráveis às influências externas, este padrão de comportamento pode acarretar ou potencializar distúrbios ou doenças físicas e mentais, tais como: cardiopatias, diabetes, obesidade, transtornos de ansiedade e a depressão.

As atitudes mais comuns que evidenciam o ato de se sabotar são: medo, procrastinação (adiar tarefas importantes), vitimização, negação, culpabilidade, inconstância e mesmo, a própria ausência da atitude de colocar em prática um plano de ação que conduza ao sonho ou objetivo desejado.

Perante estas atitudes mais comuns a autossabotagem, a pessoa apresenta sintomas perceptíveis, quais sejam, enxerga sempre o lado negativo das coisas, por mais que conquiste vitórias, estas são desconstruídas e desvalorizadas, claro, a baixa autoestima é evidente, assim como o medo constante de errar, aliás, o medo do desconhecido e das próprias limitações está associado a uma grande dificuldade que as pessoas apresentam e que é um diferencial entre o sucesso e o fracasso, a capacidade de sair do lugar de conforto e de arriscar novos caminhos.

Procrastinar ou adiar tarefas importantes também se constitui em um sintoma clássico, sendo que, esta atitude de deixar tudo para ser feito no limite do possível acaba acarretando problemas profissionais, pessoais e mesmo, podendo levar a problemas físicos ou mentais, visto que, o mecanismo orgânico do estresse entra em atividade e isto pode ser danoso.

Insistir em fazer as coisas sozinho, não dividir tarefas, sobrecarregar-se, assim como se comparar demais as outras pessoas, são outros dois sintomas evidentes, caracterizando a atitude de vitimização e a baixa autoestima.

Os exemplos do ato de se sabotar são fáceis de serem descritos, senão vejamos, em um processo de emagrecimento, a pessoa tem a atitude de buscar apoio profissional, inicia a dieta recomendada, começa a praticar exercícios físicos e, como consequência, ocorre a perda de peso, mas então, não dá continuidade ao que foi planejado, começa a comer o que não deve, procrastina a prática esportiva e, por vezes, questiona se não era mais feliz quando era obesa. Na mesma medida, no âmbito profissional, a pessoa planeja e estabelece um plano de ação para a ascensão na empresa em que trabalha, contudo, ao alcançar a promoção tão desejada, começa a chegar atrasada no trabalho, cria problemas no relacionamento com seus colegas e apresenta queda no seu desempenho profissional.

Como vimos, no processo de autossabotagem, a insegurança das pessoas, seus medos e ansiedade se tornam protagonistas da sua história. Estes pensamentos, os quais são resultantes de crenças limitantes elaboradas a partir de traumas sofridos na infância ou adolescência, podendo ainda ser consequentes do convívio familiar, elaboram atitudes que resultam em comportamentos negativos, os quais impactam o convívio familiar, social, o casamento e o trabalho, produzindo como resultado a ausência de felicidade, o desamor e o fracasso. Sendo que, pode afetar a todos em algum momento da vida.

Pois então, estando cientes de que a autossabotagem é a maior inimiga dos sonhos, existe como combatê-la e eliminá-la?

A autossabotagem pode ser combatida e eliminada, e este processo se inicia pelo autoconhecimento. Sendo que, esta jornada envolve conhecer as suas emoções e aprender a gerenciá-las, ter menção de juízo sobre os comportamentos que apresenta e porque eles foram elaborados, entender que os resultados indesejados alcançados só irão se alterar a partir da alteração de atitudes e comportamentos e, claro, é muito importante buscar ajuda profissional.

A metodologia de Coaching apresenta diversas ferramentas para se trabalhar o autoconhecimento, se identificar, neutralizar e substituir crenças limitantes por pensamentos positivos, além de técnicas de desenvolvimento humano para se trabalhar a parte comportamental das pessoas, apresentando resultados significativos para se combater e neutralizar a autossabotagem.

Combater e neutralizar a autossabotagem passa pelo entendimento da pessoa com relação a situação vivida e a vontade de alterar este estado de coisas.

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quinta-feira, 2 de junho de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AUTOCONHECIMENTO, A CHAVE DA FELICIDADE


O ser humano encontra a real felicidade nas coisas mais elementares da vida, como a convivência com as pessoas que ama, com seus animais de estimação, a interação e o exercício feliz da profissão escolhida, o sorver de um suco de morango que tanto se gosta ou de um sorvete que se aprecia, ao assistir um filme no cinema ou mesmo ao exercitar um hobbie, por exemplo, jogar futebol ou ir a uma academia de ginástica.

Em suma, o ser humano é feliz ao ter a capacidade de exercitar a felicidade existente nos momentos mais simples e prosaicos da vida. A felicidade, portanto, é como um mosaico que vai desenhando o nosso dia e somos felizes na medida que nos conhecemos o suficiente para não nos perdermos de nós mesmos.

É elementar dizer que o sentido de felicidade, um dos 5 sentimentos universais, juntamente com a tristeza, o nojo, o amor e o ódio, impacta cada pessoa conforme a sua visão sobre a vida, o seu amadurecimento pessoal e, principalmente, o quanto essa pessoa conhece sobre si mesma.

Quando se fala em autoconhecimento, deve-se entender não apenas no sentido da introspecção e do conhecer a nós mesmos, mas no entendimento de como funciona a área límbica do cérebro, onde o inconsciente habita, onde se elaboram os pensamentos que acarretam atitudes e comportamentos que repercutem em toda a nossa vida. Ainda o local onde as crenças limitantes são armazenadas, as emoções e os sentimentos são elaborados. Em última análise, quando se fala em autoconhecimento, está se pensando na porta que nos acessa o desenvolvimento da Inteligência Emocional e com isto a capacidade de desenvolvermos empatia, melhorarmos nossas relações interpessoais, desenvolvermos a automotivação, resiliência e tantas outras competências comportamentais essenciais para se atingir a felicidade e o sucesso.

Como dizem, o homem complica o que é simples, sofistica o que é básico e passa a vida por angariar conhecimento e aprender a aplicar o mesmo, até que em determinado momento, resolve ou entende ser melhor voltar as suas origens e melhorar seus comportamentos. Nesse momento começa a entender como a vida pode ser tão mais simples e que a real felicidade não está no belo carro adquirido ou no status financeiro alcançado, mas na realidade ela é encontrada em coisas simples, que muitos conviveram na infância, durante a vida. A felicidade não se apresenta da maneira como idealizamos e, por vezes, demoramos tempo, alguns uma vida toda, para entender isso.

O autoconhecimento efetivamente é a chave para a felicidade, afinal, como compreender e entender o que se é, se não se conhece? Por vezes, o ser humano se perde de si mesmo, da sua essência e isto é muito complicado. Se reencontrar consigo mesmo, portanto, se aprofundar em autoconhecimento e se achar no caos que, por vezes, nossa vida se torna, não é uma apenas uma questão de encontro com a felicidade e o bem viver, mas acima de tudo, uma questão de viver.

Claro, o processo de autoconhecimento, por vezes, é dolorido, você se enxergar por dentro, perante seus erros e acertos, não é algo tolerável por todos. Sempre será mais fácil julgar que o mundo está errado e eu estou certo, quando na realidade os comportamentos humanos são responsáveis em 60% do fator sucesso e isto repercute também na felicidade.

Tem pessoas que passam uma vida a fugir de si mesmos, eu aconselho que, por mais complicado que seja, se passe uma vida a buscar e se esforçar por se conhecer e se encontrar.

Nos dias atuais, existem vários tipos de metodologias para se alcançar o autoconhecimento, cito, por exemplo, o Coaching, através de palestras, treinamentos de desenvolvimento humano e, claro, a própria Psicoterapia.

Como diz o dito popular: “só não existe solução para a morte” e temos que convir que, por mais difícil que possa vir a sê-lo, o processo de autoconhecimento é vida. Aliás, em muitos casos, é o renascer para uma nova vida e isto precisa ser feito.

O autoconhecimento é a chave para a felicidade na medida que nos permite libertar das correntes em que nós mesmos nos aprisionamos. Nos permite a liberdade perante a armadura que nos encarcera, a qual, por vezes, nos isola do contato com o mundo exterior, ao tempo em que nos aprisiona.

A atitude de buscar o autoconhecimento é o primeiro passo no caminho que leva a felicidade e ao sucesso.

Vem comigo!!!

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