quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: NÃO TRANSFORME PREOCUPAÇÕES EM PROBLEMAS



A maior parte das pessoas tendem a transformar preocupações em problemas e isto afeta a saúde física e mental, altera o estado psíquico o que impacta na comunicação e acarreta a elaboração de pensamentos negativos, os quais repercutem em atitudes e comportamentos. Um círculo vicioso é construído onde os resultados obtidos em todas as áreas da vida se veem à mercê dele.

Os problemas são inerentes a vida e todos têm, se conotando como uma adversidade com a saúde, nas finanças ou na área afetiva, podendo ou não ser resultante das atitudes da pessoa e que poderia ou não ter sido evitada.

As preocupações, diferentemente dos problemas, não são algo concreto, sendo projeções elaboradas pela mente da pessoa sob o impacto do medo e da insegurança.

Problemas se enfrentam, sendo importantes para o autoconhecimento e a preparação de grandes vitórias que hão de vir. Já as preocupações, quando não são refreadas, conduzem ao desequilíbrio orgânico e a outros problemas que sabotam o alcançar de uma vida plena e abundante.

No aspecto orgânico, as preocupações provocam o cérebro a uma sensação de perigo eminente com a consequente estimulação das glândulas suprarrenais a liberarem a adrenalina e o cortisol na corrente sanguínea, ativando o mecanismo de defesa do estresse, contudo, a ação continuada deste circuito diminui as barreiras autoimunes e provoca o estado de ansiedade ou de depressão, quadro que pode evoluir para doenças físicas ou mentais, como os Transtornos de Ansiedade e a Depressão.

De outra forma, as preocupações ao alterarem o estado psíquico impactam na elaboração dos pensamentos, na comunicação, nas atitudes e comportamentos, consolidando um quadro que resulta no insucesso, na infelicidade e na desesperança.

As preocupações precisam ser combatidas, mas como fazê-lo?

Primeiro entendendo a sua origem, normalmente relacionada as crenças e tendo a atitude de mergulhar em uma jornada de autoconhecimento.

As crenças são formadas de maneira predominante entre os 8 e os 12 anos, pelo que se vê, ouve ou sente e que acarrete forte impacto emocional ou seja objeto de repetição. Ainda, através de eventos ocorridos durante a vida, o quais, igualmente, provoquem forte impacto emocional.

Elas atuam na elaboração dos pensamentos, os quais repercutem em atitudes e comportamentos, na construção da autoestima e do autoamor, e na elaboração das emoções e sentimentos.

As crenças limitantes são as maiores sabotadoras do bem viver, da felicidade e do sucesso, provocando a elaboração do sentimento de medo, o qual resulta no estado psíquico de insegurança, sendo a principal responsável pelas preocupações.

O autoconhecimento é o mecanismo pelo qual se chega as crenças limitantes, as quais originam as preocupações e precisam ser eliminadas. De outra forma, esta jornada por se conhecer irá permitir que a pessoa identifique seus pontos fortes e comportamentos a serem criados. Ainda permite a mensuração de como está a autoestima e o autoamor, além do conhecimento das emoções que se fazem fortalecidas.

Quando as preocupações deixam o lugar de ocorrência em eventos específicos para se tornarem cotidianas está sinalizada a possibilidade de um transtorno ou doença mental se fazer presente, neste caso, a busca de auxílio com um profissional da saúde mental é premente. Da mesma ordem, o combate das preocupações, do medo e da insegurança, de qualquer magnitude, precisa ser feito, tanto para se preservar o organismo ao tempo em que se tem uma vida feliz e harmoniosa, quanto para se evitar a evolução deste estado para quadros mais graves. Neste estágio, o Coaching é uma método aplicado de escolha para desenvolver com êxito a jornada do autoconhecimento e trabalhar as questões relativas ao desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Aqui vai uma dica, as preocupações podem ser combatidas através do exercício diário da comunicação positiva, com a prática de exercícios físicos, se permitido momentos de lazer, estando junto de pessoas que gosta e vivendo plenamente esses momentos. Ainda, ao vivenciar este quadro, emitindo a ordem mental e verbal de “cancela”, ao mesmo tempo em que elabora um pensamento positivo que se contraponha ao motivo da preocupação.

As preocupações não devem se transformar em problemas, para tanto precisam ser eliminadas e enaltecidos o bem viver, a felicidade e os sonhos.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: A AUTORRESPOSABILIDADE E O SUCESSO





A autorresponsabilidade é um princípio poderoso, que precisa ser desenvolvido, impactando no autoconhecimento e no controle da própria vida. A partir do desenvolvimento da autorresponsabilidade a pessoa altera os resultados alcançados em todas as áreas, sendo fundamental para o fator sucesso.

Antes de continuar, se faz importante estabelecer a diferença entre princípios e valores. Os princípios são pressupostos universais, incontestáveis e atemporais que atuam em prol da humanidade. Os valores se formam a partir dos princípios, contudo são pessoais e recebem forte influência do meio externo, se conotando como temporais. Em suma, princípio é o que a pessoa é, já valores, é como ela está.

A autorresponsabilidade é competência fundamental para o indivíduo ser protagonista da sua vida, perfil comportamental que identifica os vencedores. Não terceirizando, com isto, as decisões. Ouvir opiniões e buscar bons conselhos é sábio e importante, contudo, decisões não devem ser terceirizadas.

Como dito, este princípio estabelece o padrão comportamental dos vencedores, sendo pré-requisito para se tornar protagonista da sua história, atitude que conduz ao bem viver, a felicidade e ao sucesso.

Infelizmente, a maior parte das pessoas não desenvolve este princípio ou não o faz de maneira plena, se é que isto é possível. Preferindo o fácil caminho de encontrar em outra pessoa o motivo para os resultados ruins alcançados, se abstendo de culpa e de buscar as respostas pelos insucessos em suas atitudes e decisões. Que fique claro, as atitudes e comportamentos são pessoais, portanto, os resultados alcançados são de responsabilidade da pessoa.

A ausência da autorresponsabilidade também é danosa para a convivência profissional, familiar ou entre amigos, influenciando ainda na comunicação, sendo fator a evidenciar arrogância, intolerância e agressividade. É aquela pessoa que notadamente tem um grande potencial, embasado em conhecimento e aplicação eficaz deste, contudo, destrói tudo isto com sua incapacidade de assumir erros e uma predisposição em encontrar a culpa nos outros.

De outra forma, o desenvolvimento da autorresponsabilidade é oriundo da jornada de autoconhecimento, sendo que, também a favorece e potencializa.

A pessoa com este princípio aflorado se torna responsável pelos eventos de sua vida, se colocando no centro do palco existencial, atuando como protagonista da sua história, como já foi abordado, competência que está presente nos vencedores.

O autoconhecimento é favorecido na medida que ao se assumir erros, igualmente se busca identificar o que precisa ser suprimido , mantido e melhorado.

Se for colocado em pauta que 87% do fator sucesso é de responsabilidade da parte comportamental, como definiu o Dr. Daniel Goleman, considerado o pai da Inteligência Emocional, em sua conceitualização de 1995 da IE, a qual é cientificamente aceita e mundialmente difundida, é possível dimensionar o impacto do desenvolvimento do princípio da autorresponsabilidade nos resultados alcançado nas diversas áreas da vida, como a afetiva, profissional, familiar e financeira.

O impacto da ausência deste princípio também será sentido no organismo humano, sendo dominado por crenças que limitam e sentimentos tóxicos que ao tempo que impedem um estado psíquico positivo também bloqueiam o cérebro de dar a ordem de liberação no organismo dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer e a alegria, os quais se contrapõe ao mecanismo do estresse e protegem contra doenças físicas, estados e doenças mentais. Claro, a comunicação positiva, pilar da comunicação eficaz estará prejudicada e assim se desencadeará o círculo vicioso do insucesso.

Este princípio precisa ser desenvolvido para se ter uma vida plena e abundante, para tanto, o autoconhecimento é o caminho, podendo ser trabalhado com auxílio profissional, por exemplo do Coach.

Uma dica para se trabalhar o autoconhecimento e por consequência o desenvolvimento da autorresponsabilidade é através do exercício diário da comunicação positiva, desde o momento do despertar, elaborando bons pensamentos e os materializando em palavras e atitudes.

O princípio da autorresponsabilidade caracteriza os líderes e os vencedores, sendo imprescindível para o bem se relacionar, para o bem viver e para se atingir um estado de felicidade e de sucesso, ainda para o equilíbrio físico e mental, repercutindo em todos os resultados alcançados na vida.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: TODOS NASCEM COM UM DOM

 

O dom é uma habilidade para determinada área que é nata, diferentemente de talento, competência desenvolvida com treinamento e dedicação. Dom vem do latim donu, que significa dádiva, se somando ao talento para formar uma combinação que conduz a felicidade e ao sucesso, transformando vidas.

Já tendo diferenciado dom de talento, se faz importante diferenciar de vocação, palavra que vem do latim e significa chamado, não nascendo com a pessoa e recebendo forte influência do meio externo, em especial o familiar.

Portanto, a pessoa nasce com uma habilidade para determinada área, o dom, podendo desenvolver competência, a custa de treinamento e persistência, para desenvolver uma atividade, qual seja, o talento. Já a vocação, é um propósito de vida que pode residir em ajudar pessoas ou estar contida em uma área profissional, tendo forte influência para sua elaboração no ambiente familiar, em crenças e valores oriundos desse ambiente. Tem-se como exemplo, o filho de pais médicos, dentistas ou políticos que seguem a mesma carreira. Ainda, o filho de pais dedicados as causas sociais, que por influência ou inspiração deles, tem nesta área o seu propósito de vida.

Mas então, já tendo entendido a diferença entre dom, talento e vocação, será que todos nascem com um dom?

Sim, todos nascem com um dom, contudo, é muito raro alguém nascer com um dom tão intenso para determinada área que o torne um “Pelé” da matemática, da medicina, da arte de liderar ou mesmo do futebol, mas o encontro do dom com o talento, o qual é desenvolvido, torna a pessoa acima da média em determinada área.

De outra forma, quando descobre o dom, o indivíduo identifica um propósito de vida que lhe é nato, facilitando o seu desenvolvimento e desempenho em determinada atividade profissional, além de facilitar a sua performance nos mais variados setores da vida.

A origem do dom é indeterminada, não havendo indícios de ser de ordem genética. Buscando pela fé, a Bíblia Sagrada, livro mais lido de todos os tempos, aborda o tema em alguns de seus versículos, deixando claro que todas as pessoas nascem com um dom, podendo ser de liderar, servir, ensinar, entre outros. Ainda que, junto com este presente divino vem a capacidade de desenvolvê-lo.

Pelo exposto, fica fácil de depreender que identificar o dom desde jovem ou em não tendo esta possibilidade, em qualquer fase da vida, é imperativo para se atingir um nível pleno de satisfação existencial. A felicidade e o sucesso profissional, sentimental e em outras áreas da vida, assim como a prosperidade financeira também serão impactados por este conhecimento.

Perfeito, todos nascem com um dom e o quanto antes descobrir o seu, mais chances terá de encaminhar uma vida menos errática e mais abundante. Contudo, como descobrir o seu dom?

Olha só, o dom de cada qual está contido no inconsciente de cada pessoa. A sua descoberta passa por uma jornada de autoconhecimento.

Desde muito jovem, no ambiente familiar e da mesma forma nos bancos escolares, o indivíduo é ensinado a privilegiar o conhecimento como forma de inclusão social, para alcançar o sucesso profissional, financeiro, o bem viver e a felicidade. Isto se faz importante, mas a ausência de foco no autoconhecimento pode levar a muitas escolhas erradas, a começar pela profissional. Neste quesito, a vocação, a qual tem forte influência familiar, pode não estar de acordo com o dom da pessoa, começando aí um problema que pode se arrastar pela vida, levando a diversas outras decisões equivocadas, ao insucesso e a infelicidade.

É de se lamentar que ainda nos dias atuais, as grades de ensino, desde o ensino fundamental, passando pelo ensino médio e a universidade, não tenham se aberto para a importância da Inteligência Emocional, onde o autoconhecimento se insere, preparando com isto profissionais com conhecimento e capacidade de aplicá-lo, entretanto sem desenvolvimento comportamental e autoconhecimento condizentes com os desafios que a vida impõe e que favoreçam a convivência social. Perante esta realidade, é crescente o volume de pessoas que padecem da insatisfação profissional, tendo dificuldades em se relacionar, vivenciando a mediocridade existencial e financeira. Neste mesmo caminho, é crescente os casos de estados e doenças mentais e o suicídio, principalmente entre os jovens.

Descobrir o dom, o quanto antes possível, é o mesmo que encontrar o pote de ouro no final do arco-íris, sendo imprescindível para se encaminhar uma vida feliz e abundante.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

TRANSFORMANDO VIDAS: NÃO BASTA QUERER PARA VENCER



O processo de se atingir o sucesso em qualquer área da vida ou com relação a um objetivo específico se inicia por desejar, uma atitude mental e consciente, posteriormente vem o querer, que se constitui no início de uma jornada por alcançar o objetivo desejado. Contudo, não basta querer para vencer, as atitudes e comportamentos são um divisor de águas a separar vencedores e derrotados.

Olha só, nesta jornada pelo sucesso é sabido que o preparo acadêmico e o nível de informações gerais se somam a aplicação prática do conhecimento para influenciarem nos resultados alcançados, com relevo na área profissional. Entretanto, conforme vaticinou o pai da Inteligência Emocional, Dr. Daniel Goleman, 87% do fator sucesso é de responsabilidade do desenvolvimento comportamental e isto vale para qualquer área da vida.

O Coaching criou uma ferramenta para auxiliar as pessoas a cumprirem de maneira eficaz a jornada que conduz ao sucesso, qual seja, a Roda da Prosperidade, a qual apresenta 4 passos (comunicar, solicitar, arriscar e gratidão), sendo que, esses passos são colocados em uma roda em função de serem revisitados nesta jornada, em suma, a roda gira e as ações são revisitadas até se alcançar o objetivo desejado. Esta ferramenta se faz muito importante para direcionar as ações de quem empreende esta jornada, contudo, sem o desenvolvimento comportamental como se pode desenvolver esses passos ou fazê-lo com assertividade?

Pois é, o preparo daquele que almeja alcançar um objetivo é anterior ao início desta jornada. Quando do transitar do desejar para a atitude de querer, dúvidas sobre a capacidade de se alcançar o que deseja podem ocorrer. É o medo e a insegurança, oriundos de crenças limitantes atuando, portanto, o momento se faz de dar início a um processo de autoconhecimento.

O autoconhecimento vai permitir a identificação dos pontos fortes, os quais devem ser mantidos e explorados, o que sabota a jornada de conquista do que se deseja, que precisa ser suprimido, ainda o que necessita ser desenvolvido.

No processo do autoconhecimento, é prioritário identificar e eliminar as crenças limitantes, as quais se formam de maneira mais intensa no ambiente familiar, entre os 8 e 12 anos, pelo que se vê, ouve ou sente, ainda por situações que geraram forte impacto emocional vividas durante a vida. Estas crenças agem como gatilhos que são acionados em momentos importantes, travando a jornada que transforma o querer em alcançar o que se deseja. Ainda são responsáveis pela elaboração dos sentimentos tóxicos e por fragilizar a autoestima e o autoamor.

Durante o preparo para a jornada que conduz a busca do que se deseja, o desenvolvimento comportamental ou da Inteligência Emocional deve ser trabalhado em conjunto com o processo de autoconhecimento, quando é mapeado o que precisa ser eliminado, mantido e desenvolvido.

No desenvolvimento da Inteligência Emocional ocorre a eliminação e substituição das crenças limitantes por outras que enalteçam o bem viver, a elaboração do princípio da autorresponsabilidade e dos sentimentos de perdão e gratidão. A autoestima e o autoamor serão fortalecidos, assim como um sentimento vital, a esperança.

Este processo prévio, que envolve o autoconhecimento e o desenvolvimento comportamental é fundamental para se conciliar o querer com o vencer, sendo que, ao se desejar algo e partir para a fase de se empreender esforços para alcançar, qual seja, o querer, o medo e a insegurança, emoções resultantes das fragilidades que precisam ser trabalhadas, darão o sinal de alerta de mudanças que precisam ser executadas. Portanto, a questão reside em desistir e se resignar a uma condição de insatisfação pessoal, profissional ou na vida afetiva, sem ter coragem para buscar o que deseja ou se inundar da atitude de transformação e do sentimento de esperança, agindo por entender e suplantar o que está impedindo o alcançar dos sonhos.

Uma boa dica para ter sucesso no que se deseja e quer, é a elaboração da comunicação positiva, exercício que deve ser executado diariamente, desde o despertar, através da elaboração de pensamentos positivos, a verbalização destes e de atitudes que os espelhem. Os sentimentos de perdão e gratidão também compõem o quadro da comunicação positiva, sendo que ela atua por alterar o estado psíquico e catalisar o processo do autoconhecimento.

Não basta querer para vencer, mas se realmente deseja algo, tenha coragem e atitude para mudar, se autoconhecer e evoluir em comportamentos para conquistar a vitória.
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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...