quarta-feira, 30 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: AS CRENÇAS ATUANDO NA FELICIDADE E NO SUCESSO

 


A crença é uma construção da mente do indivíduo pelo que se vê, ouve ou sente, sendo que, a pessoa a tem como uma verdade absoluta, influenciando atitudes, comportamentos e a tomada de decisões, impactando nos resultados alcançados e se constituindo em um diferencial para se alcançar a felicidade e o sucesso.

Claro que, existem diversas definições sobre crença, as quais diferem conforme a abordagem, contudo, convergem para o princípio sintetizado na definição do parágrafo anterior.

Nos dicionários, crença é definida como opinião adotada com fé e convicção ou ainda, processo mental de quem acredita em pessoa ou coisa. Perante outra abordagem, o conjunto de ideias religiosas compartilhadas por muitas pessoas ou um pensamento que se acredita ser verdadeiro ou seguro. Para a Psicologia, crenças são um conjunto de ideias generalizadas sobre algo, que definem a percepção e o comportamento do indivíduo com foco na adaptação, repercutindo nos resultados alcançados.

Existem três tipos de crenças quanto a sua origem, quais sejam: hereditárias, que são construídas pelo que se vê, ouve ou sente no ambiente familiar, predominantemente de maneira inconsciente entre os 8 e 12 anos; sociais, são populares, construídas pelos meios de informação e pela sociedade; e pessoais, construídas pela experiência de vida.

Quanto a sua atuação, podem ser: positivas ou limitantes. As crenças limitantes, de origem hereditária, se constituem no principal fator a sabotar a felicidade e o sucesso humano.

O Coaching, os Métodos Aplicados de Desenvolvimento Humano, a Hipnoterapia e a Psicoterapia, focam seu trabalho inicial em destravar as emoções e os sentimentos do indivíduo. Isto se processa através do autoconhecimento com a identificação e eliminação das crenças limitantes, com sua substituição por crenças positivas, que libertem o individuo e permitam sua evolução existencial, profissional e financeira.

As crenças limitantes prevalentes, portanto, são as de origem hereditária, formadas e existindo de maneira inconsciente, criadas, predominantemente, entre os 8 e 12 anos, pelo que se vê, ouve ou sente. Sua formação ocorre de duas maneiras, pelo forte impacto emocional e pela repetição de eventos.

Os exemplos da criação deste tipo de crença expressam a convivência do individuo no ambiente familiar quando criança, quais sejam: a mãe repressora que repreende em vez de ensinar e permitir o acerto através do erro, quando um dos genitores ou ambos são dependentes químicos, gerando brigas domésticas e até agressões, qualquer tipo de violência doméstica, abandono por parte de um dos genitores ou ainda pequenos traumas, como jogar a criança na piscina para forçá-la a aprender a nadar, também o que se fala, como exemplo, que o dinheiro é sujo e quem o tem em excesso é mau caráter.

A eliminação das crenças limitantes se processa da mesma forma que da sua elaboração, através do forte impacto emocional e pela repetição. Contudo, existe o pré-requisito do estado psíquico ser alterado para uma situação de positividade. Isto é alcançado a partir do momento que o indivíduo desenvolva uma comunicação positiva consigo, com os outros e com o universo.

O desenvolvimento dos sentimentos de gratidão, perdão e autoperdão, assim como do princípio da autorresponsabilidade fazem parte da jornada de autoconhecimento e são importantes para a aceitação que os resultados aquém do desejado, alcançados pelo indivíduo, não ocorrem por culpa de outras pessoas ou pela falta de oportunidades, mas por comportamentos e decisões pessoais. O que interfere nestes comportamentos e decisões é algo que precisa ser descoberto e eliminado.

Assim como as crenças limitantes, independente de qual tipo, levam o indivíduo a ter comportamentos e tomar decisões que o conduzem a infelicidade, ao insucesso e a mediocridade existencial e profissional, as crenças positivas atuam por conduzir a pessoa a se comportar de uma maneira que a encaminha para uma situação de vida totalmente oposta, qual seja, do bem viver, da felicidade e do sucesso.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: OS TRÊS VERBOS QUE CONJUGADOS CONDUZEM AO SUCESSO



Existem abordagens distintas para se identificar os caminhos que conduzem ao sucesso, contudo, todas elas convergem sobre a importância maior do desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Essas variadas abordagens foram sendo elaboradas através dos estudos desenvolvidos com maior intensidade e resultados a partir de 1920, tendo a Inteligência Emocional e a psique humana como foco. Esses estudos tiveram um grande salto em 1936 com Dale Carnegie, precursor de escritos e de treinamentos de desenvolvimento humano. Entre os anos 30 e 40, a Gestalt Terapia, importante abordagem da psicoterapia, foi conceitualizada. Em 1995, o Dr. Daniel Goleman elaborou o conceito da Inteligência Emocional que está mundialmente difundido e é aceito cientificamente. O Coaching também elaborou diversas ferramentas que conduzem o indivíduo a ter uma vida abundante, entre elas, a Roda da Vida e a Roda da Prosperidade.

Este breve histórico de estudos e descobertas sobre o que conduz o ser humano a trilhar o caminho da felicidade e do sucesso convergem em um ponto fundamental, qual seja, o comportamento humano é o maior responsável pelo fator sucesso, e claro, pela felicidade, a qual antevê e é um condicionante para ser bem sucedido em qualquer área da vida.

Segundo o Dr. Daniel Goleman, os comportamentos humanos são responsáveis por 87% do fator sucesso.

Conforme a leitura de atitudes que o indivíduo deva elaborar, pode-se identificar os três verbos que conjugados conduzem ao sucesso, quais sejam: desejar, querer e realizar.

O desejar está associado com o sonhar e todo ser humano precisa ter sonhos, em qualquer fase da vida. O fato de não ter desejos ou sonhos pode conduzir a pessoa a um estado psíquico negativo, potencial causador da infelicidade e do insucesso, podendo ainda provocar desequilíbrios e doenças físicas e mentais.

O fato de se desejar algo, é o primeiro passo para se conquistar o que deseja.

A partir do desejar, vem o segundo passo, o querer.

O querer se projeta como uma atitude de se buscar o que deseja, já tendo vencido muitas dúvidas impostas, na maior parte das vezes, por crenças limitantes. O autoconhecimento e o desenvolvimento comportamental são fundamentais para se discernir sonho de “viagem”, contudo, se bem preparada, a pessoa pode transformar o que parece ser impossível em um case de sucesso.

Lamentavelmente, a maior parcela das pessoas deseja e fica por aí, sonhando com algum objetivo por um longo tempo até sepultar seu sonho ou mesmo por toda uma vida, se julgando satisfeita apenas com o desejar e ao mesmo tempo incapaz de alcançar o que deseja, fazendo da procrastinação sua atitude de vida, colhendo os frutos disto através da infelicidade e da mediocridade existencial, sentimental ou profissional. Se tornando, em última análise, refém das suas crenças limitantes, da sua falta de autoconhecimento e do não desenvolvimento comportamental.

O desejar é a idealização de algo, se completando com o querer, que é a prática, o passo seguinte para se alcançar o que idealizou.

Esta jornada para se alcançar o que deseja se reveste de medos e dúvidas, que se tornam mais pungentes a partir do inicio da jornada, que se faz com a atitude de querer. Neste momento, se mostra fundamental a identificação e supressão das crenças limitantes e dos sentimentos tóxicos, ainda a elaboração de comportamentos que preparem o indivíduo para o percurso e para atingir o sucesso.

O realizar é o terceiro passo, contudo, caminha de mãos dadas com o querer, sendo que só se efetivará e com a real possibilidade de sucesso, a partir do preparo emocional do indivíduo.

O sucesso do passo realizar e o próprio fato de chegar a ele tem como pré-requisitos, o autoconhecimento, com a identificação e eliminação das crenças limitantes e sentimentos tóxicos, a elaboração de crenças e sentimentos sedimentados no bem viver, a elaboração de uma comunicação positiva consigo, com as outras pessoas e com o universo, o desenvolvimento do princípio da autorresponsabilidade, além da evolução comportamental.

Os três verbos que conjugados conduzem ao sucesso é um conhecimento e uma ferramenta disponível e ao alcance de todos, diferindo aqueles que são felizes e bem sucedidos, contudo, a decisão de utilizar este conhecimento é individual, mas importante, pois pode ser a diferença entre a frustração e amargura para a felicidade e o sucesso, instâncias que só o alcançar do que é desejado permite.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: A IMPORTÂNCIA DE SER PROTAGONISTA DA SUA VIDA


 
Ser protagonista da sua vida é uma competência que reside em pessoas que atingem a felicidade e o sucesso nos variados âmbitos vivenciais.

Por outra leitura, ao protagonizar a sua vida, o indivíduo não se coloca a mercê de ser usado como massa de manobra, assumindo responsabilidades, buscando se conhecer e se preparar para o grande espetáculo da vida, do qual é o ator principal.

Ao desenvolver esta competência a pessoa se coloca no rol daqueles que fazem a diferença.

Além disso, quem é mais habilitado para conhecer o João se não o próprio. Quando o indivíduo assume o controle da sua vida, estando preparado e com objetivos claros do que deseja, a possibilidade de sucesso é bem maior.

A felicidade também tem maior possibilidade de se pronunciar, afinal, quem protagoniza sua vida, não delegando esta função, não se permitirá a relacionamentos, atitudes e decisões, ainda a projetos profissionais que venham a ferir seus princípios e valores.

A decisão de protagonizar a própria vida é disruptiva na medida que valoriza a personalidade e as opções pessoais, mas favorece também o fortalecimento dos relacionamentos pessoais, familiares e afetivos, visto que, se desenvolverão em bases mais claras no que tange ao que realmente a pessoa é, decide fazer e assume as responsabilidades implícitas nesta tomada de atitude.

Pois então, como fazer para assumir o protagonismo vivencial e atingir o bem viver com esta decisão?

O autoconhecimento é a primeira competência a ser trabalhada, afinal, quem não se conhece, que apresenta comportamentos ditados por crenças limitantes e sentimentos tóxicos, está fadado a uma vida medíocre e ao caos existencial.

O desenvolvimento da Inteligência Emocional também se faz prioritário, com o aprendizado e elaboração de atitudes que repercutam em comportamentos e sentimentos, os quais favorecem a tomada de decisões assertivas, os relacionamentos, a liderança e a autoliderança, a empatia, a resiliência e a automotivação.

É importante ressaltar que o autoconhecimento é a porta de entrada para o desenvolvimento da Inteligência Emocional, portanto, se permitem, se completam e se somam no espectro do desenvolvimento humano.

O princípio da autorresponsabilidade completa o tripé de pré-requisitos para o indivíduo assumir o protagonismo da própria vida, juntamente com a autoconhecimento e o desenvolvimento da Inteligência Emocional.

A autorresponsabilidade atua por fomentar a tomada da decisão de assumir as rédeas da própria história, assim como norteia atitudes e outras decisões durante toda a vida, sendo fundamental nas relações interpessoais e para se atingir a felicidade e o sucesso afetivo e profissional. Portanto, a autorresponsabilidade é o princípio mais importante para que a pessoa atinja a prosperidade.

Ao abordar a autorresponsabilidade, toca-se em um ponto fundamental e que é o início da jornada de protagonismo da própria história, a tomada de decisão.

Sair do lugar de conforto e decidir tomar o controle da vida, exige que a pessoa já esteja em um processo de autoconhecimento e de valorização do princípio da autorresponsabilidade.

Esta jornada se inicia pelos questionamentos, pelas dúvidas e inclusive, pelo sentimento de medo. Isto é natural e faz parte desta jornada, contudo, a motivação em se aprofundar nas descobertas sobre si mesmo e a necessidade de entender e suprimir os comportamentos sabotadores precisam ser maiores.

Nesta fase inicial e até serem eliminadas, as crenças limitantes funcionarão por sussurrar conselhos derrotistas e muitas pessoas desistem já nesta fase.

De outra ordem, é muito importante focar no aqui e agora, evitando olhar no retrovisor, deixando para lá o que foi, o que de ruim e até de bom aconteceu. O passado é importante para prover ensinamentos, os quais podem, se bem utilizados, serem imprescindíveis para se atingir a felicidade e o sucesso no presente e no futuro.

Assumir o protagonismo da vida é uma atitude transformadora, inerente e imprescindível para aqueles que desejam fazer a diferença, que não se contentam com a mediocridade existencial, profissional e financeira, assim como entendem que sempre é possível escrever um novo capitulo em sua história, pautado pelo bem viver, a felicidade e o sucesso.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: O PRINCÍPIO PARA UMA VIDA ABUNDANTE

 




A pessoa pode ter princípios que conduzem a prosperidade em determinada área da vida, como a profissional/financeira, mas que quando aplicados em outra área, por exemplo a afetiva, conduzem ao caos. Entretanto, existe um princípio que conduz a felicidade e o sucesso em qualquer âmbito vivencial, podendo ser identificado como o princípio para uma vida abundante.

Esclareço que, princípios são um conjunto de padrões de comportamento universais e incontestáveis que trabalham em prol da espécie humana. Os princípios são a base para a formação dos valores, estes individuais, atuando como regras a nortear as relações, as atitudes e as decisões das pessoas.

Uma excelente distinção conceitual é que princípio seria o que a pessoa é e valor, como ela está. Sendo que, os valores, mesmo tendo como base os princípios, se elaboram a partir do ambiente familiar, profissional e de amigos, se alicerçando em questões de moral e ética.

Mas então, estando explicado e diferenciado princípios e valores, qual seria o princípio para uma vida abundante?

A autorresponsabilidade é esse princípio transformador de vidas.

Claro que, a honestidade, a lealdade e o respeito consigo, com os outros e com opiniões que divergem do que a pessoa pensa, são princípios importantes e podem conceber valores fundamentais para o bem viver.

Na mesma medida, sentimentos como o amor, a compaixão, o perdão e a gratidão podem se originar de princípios e valores, sendo igualmente importantes e condutores de uma vida abundante.

Contudo, a autorresponsabilidade é um fundamento que conduz a esses valores e sentimentos supracitados, sendo o pilar para a construção de uma vida abundante.

Já em 1936, Dale Carnegie, precursor do Desenvolvimento Humano através do seu livro, “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, além de uma metodologia de treinamentos que é referência ainda nos dias atuais, já discorria a respeito da importância da autorresponsabilidade. Em seu livro, onde são enunciadas as regras de ouro para fazer amigos e influenciar pessoas, a primeira delas é: “Não critique, não condene, não se queixe...”.

Um dos maiores autores do segmento de desenvolvimento humano da atualidade, John Maxwell, aborda a importância da autorresponsabilidade em sua obra, “O livro de ouro da Liderança”, que começou a ser escrito em 1964, quando o autor tinha 17 anos e foi lançado em 2014.

A autorresponsabilidade também é fundamental para se atingir a felicidade e o sucesso em todos os âmbitos da vida, segundo a Inteligência Emocional (IE). Apesar de não estar enunciada como um dos 5 pilares e 8 comportamentos essenciais da conceitualização da IE, elaborada em 1995 pelo Dr. Daniel Goleman, considerado o pai da IE, este princípio vai além, fundamentando seus pilares e comportamentos essenciais.

Com base neste longo percurso de estudos e escritos sobre a importância da autorresponsabilidade para o individuo prosperar, o Coaching elaborou as 6 leis da autorresponsabilidade, quais sejam: 1-Se é para criticar os outros, cale-se; 2-Se é para buscar culpados, busque solução; 3-Se é para justificar seus erros, aprenda com eles; 4-Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor; 5-Se é para reclamar, dê sugestões; 6-Se é para julgar as pessoas, julgue suas atitudes.

A autorresponsabilidade norteia a felicidade e o sucesso no âmbito afetivo, afinal quando um dos conjugues ou por vezes os dois vivem por apontar o dedo para o outro e por não exercitar a compreensão, a empatia e a busca pelo autoconhecimento, com subsequente supressão de comportamentos ruins e elaboração de outros que conduzam e sejam conduzidos por uma comunicação positiva, o caos e o fracasso conjugal enunciado está e isto ocorre pela falta de autorresponsabilidade.

Da mesma forma, no ambiente profissional, o colaborador que não assume seus erros, sempre encontrando culpados ou se comporta de uma maneira acusatória para com os colegas, isto se torna, com o passar do tempo insustentável. Neste caso vale a máxima que diz: ‘o profissional é contratado pelo seu currículo, mas demitido por seu comportamento.

Os exemplos que demonstram que autorresponsabilidade e prosperidade caminham de mãos dadas podem ser encontrados em todos os setores da vida.

Os estudos confirmam esta verdade e identificam a autorresponsabilidade como princípio precursor e sustentador de uma vida abundante.

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TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...