quarta-feira, 10 de junho de 2020

MEDICINA POPULAR, UM NOVO OÁSIS DE SUCESSO?









A Medicina Popular tem crescido de maneira impressionante no país, os Cartões de Descontos, os Cartões Pré-Pagos, os aplicativos de Home Care e as Clínicas Médicas Populares de uma nova geração, que prima pela cuidadosa elaboração dos processos, desde a sua construção até o modelo de assistência, são novos nichos de sucesso.

Na crise, crie!

Vem comigo!!!



(47) 99983-6026 / (47) 99916-0744

ballesteroconsultoremsaude@gmail.com

terça-feira, 9 de junho de 2020

O CORONAVÍRUS E O BRASIL PÓS PANDEMIA: DA ESCURIDÃO AO NOVO NORMAL.




Todos estamos sendo impactados diariamente por novas informações ruins desta pandemia, estamos chegando aos 7 milhões de casos no mundo, no Brasil são mais de 600 mil, com mais 35 mil óbitos, mas claro, é imensa a subnotificação de casos e em menor proporção de óbitos. Estamos virando “experts” em termos médicos, em distanciamento social e em tudo que diz respeito ao SARS-COV-2 e a COVID-19.

Paralelamente a isso, o mundo e nosso país está imerso em discussões político-ideológicas, direita e esquerda, discriminação racial, o radicalismo parece ditar os rumos e o bom senso, assim como o respeito às opiniões, a diversidade de ideias, ao contraditório e ao valor humano parecem em desuso. Não sou historiador e nem sociólogo, mas os fatos presentes nos reportam aos tempos da guerra fria e a discussões sessentistas, que exalam naftalina, que a muito deveriam ter sido superadas.

Conquanto vemos o desrespeito às instituições e aos valores humanos nos afrontarem diariamente, esta pandemia evolui implacavelmente e nos agride no que temos de mais valioso, o convívio com as pessoas e com nossos entes queridos, o nosso trabalho sofrendo com as sequelas econômicas juntamente com as transformações que ocorrerão e com a insegurança que esta doença, ainda desconhecida, nos impõe.

De tudo o que estamos aprendendo, algo importante se confirmou, a COVID-19 está atingindo de maneira mais intensa em torno de 20% da população, formada por idosos, doentes crônicos e pessoas com comorbidades (mais de uma doença pré-existente), entretanto, a sua velocidade de contágio é muito maior que imaginávamos e nossos problemas conjunturais são muito mais letais que a doença, senão vejamos, apesar de termos um sistema de saúde público universal (SUS), nossos hospitais são mal preparados e mal distribuídos, temos uma desigualdade social aviltante e a corrupção no serviço público parece não nos abandonar nem nessa hora de dor.

Sabemos o que precisa ser feito: ampla testagem, a partir disso, um planejamento que tenha como principal ferramenta o distanciamento social; incentivar a indústria nacional, com foco no fornecimento de equipamentos e insumos hospitalares; deixar a ciência e o Ministério da Saúde (MS) no comando da situação; entender o difícil momento em que vivemos. Por que não é feito? Sinceramente, a COVID-19 é o menor dos nossos males.

Estou falando do Brasil, mas ao falar de Santa Catarina, veremos quadro diferente? O governo estadual teve um acerto até aqui, que foi o distanciamento social (17/03), quase totalmente revogado e também foi seu maior erro, feito com base no medo e não em dados científicos, sem fazer uma ampla testagem, e até agora não faz, só se o governador tivesse uma “bola de cristal” para planejar e executar isto com eficácia, medida certa em tempo e dose inadequados. Erro imenso, a economia paga o preço disso, também não preparou o sistema de saúde como deveria, a Operação Oxigênio evolui e neste momento prendeu o ex-secretário da Casa Civil, Douglas Borba, assim como evolui uma CPI na ALESC por suposto superfaturamento na aquisição de respiradores, valor pago e produto não recebido, ainda observa os trâmites do “finado” hospital de campanha de Itajaí, sinceramente, já parei a muito tempo de dar valor aos dados superficiais e circunstanciais que o estado divulga. Visto que resido em SC, isto me impõe um malabarismo imenso na busca de informações de várias fontes para prover com responsabilidade as minhas observações, lembrando que no mês de junho deve incidir a curva de crescimento aqui.

Não acredito que este estado de coisas vá se alterar, o MS, com ministro interino e com reposição duvidosa de seus quadros técnicos, já praticamente não faz mais coletivas e agora sonega informações, o volume de testes que era no início de maio de 2,1mil/milhão aumentou para 4,4mil/milhão, pouquíssimo se comparado ao EUA (40 mil/milhão) e países da Europa (60 mil/milhão), que ainda estão aumentando o seu volume, com o relevo de ter aumentado com testes rápidos (baixíssima eficácia), portanto, sem testes e vontade política, não existe planejamento. Os estados, com relevo para SC, com algumas poucas exceções, seguem esta toada, deixando os municípios à própria sorte de seus esforços.

Acredito que em agosto já teremos superado a fase de crescimento da doença, por sermos um país continental, haverá diferenças de tempo entre as regiões, claro que uma pandemia tem várias fases e poderemos ter outras ondas de crescimento, como aconteceu com a gripe espanhola que apresentou 4 ondas, portanto não estaremos voltando a nossa normalidade e sim adentrando a um novo normal, o qual impõe responsabilidades sanitárias, o uso constante da máscara e o distanciamento social responsável.

Esta pandemia, tudo quanto ela nos impôs e principalmente o quanto o ser humano foi desnudado perante o que é e o que faz, identificando fatores que podem desencadear outras pandemias ainda mais letais, quais sejam: a desigualdade social, os interesses menores prevalecendo, a superpopulação do planeta e esta mal protegida, a corrupção, o extremismo político tanto de esquerda quanto de direita juntamente com discussões que estavam escondidas em camadas até então desconhecidas da nossa sociedade.

O momento nos impõe entender que o mundo está em transformação, está ocorrendo uma catarse de tudo o que há de pior em todos nós, mas também a solidariedade e o valor humano estão mostrando as caras, as transformações nas relações de trabalho serão intensas e a crise econômica também, mas o momento é de nos repensarmos, de nos prepararmos como seres humanos e como profissionais para o que há de vir.

Na crise, se repense, se transforme, CRIE!

Vem comigo!!!

Contatos:

Fones/Whatsapp: (47) 99983-6026, (47) 99916-0744 

terça-feira, 2 de junho de 2020

A PANDEMIA DO CAOS EVOLUI PELO BRASIL E SANTA CATARINA VIVENCIA O CRESCIMENTO DE CASOS COM SEUS LEITOS DE UTI NO LIMITE



Globalmente já são mais de 5,5 milhões de casos e 350 mil óbitos causados pela COVID-19, esta pandemia que assola o mundo e remodela as relações de trabalho e de convivência humana começa a desacelerar na Europa, com vários países adentrando a um novo normal, o EUA vive o pico de crescimento, já somando mais de 100 mil óbitos e o Brasil, novo epicentro da pandemia, tem apresentado mais de 1000 óbitos por dia.

Uma pandemia não é uma corrida de 100m e sim uma maratona, visto a gripe espanhola que durou de janeiro de 1918 a dezembro de 1920, apresentando diversas fases e 4 ondas da doença, sendo a 2ª mais intensa, vitimando mais de 50 milhões de pessoas. Por vivermos em tempos distintos, com uma evolução assombrosa da tecnologia e da ciência, entendo que não haverá este nível de mortalidade, entretanto os fatores desencadeadores destas pandemias estão mais intensos, como o aumento da população mundial, maus hábitos de higiene, degradação ambiental, desigualdade social e a despeito de termos sistemas de saúde organizados, muitos são frágeis, sendo a velocidade de disseminação global do vírus, muito mais rápida.

O Brasil está desde 15 de maio com um ministro da saúde interino, um militar de carreira ilibada, mas sem qualquer experiência na área da saúde, os cargos técnicos do Ministério da Saúde (MS) estão sendo alterados de maneira pouco criteriosa, as entrevistas coletivas estão esvaziadas e se ressentem do protagonismo do ministro. O comando e a articulação das ações em nível nacional, além do diálogo seguro com a população, primeiro dos mandamentos para se vencer uma crise sanitária deste porte, já não existe mais, assim como um planejamento eficaz parece um objeto de ficção.

Sabemos que a população precisa ser testada de maneira ampla e sem isto não há planejamento que se sustente, não existe uma “bola de cristal” que diga o momento de se fazer o distanciamento social, em que proporção ele deve ocorrer, quando distendê-lo ou sair do mesmo, aliás, a nota de orientação do MS em relação ao distanciamento social para estados e municípios, tardiamente elaborada, ainda carece de ser aprimorada.

Não compreendo a inexistência de uma política nacional de ampla testagem, ficando restrita a alguns estados, não poderia ser mobilizada, por exemplo, a Fundação Oswaldo Cruz, lembrando que a Biomanguinhos (pertencente à Fio Cruz) é a maior fornecedora de hemoderivados e vacinas do MS, além de outros grandes laboratórios brasileiros? O hospital Albert Einstein, sem incentivo, produziu um teste similar ao RT-PCR (laboratorial), igualmente eficaz, com o diferencial de cada equipamento analisar 1500 exames (o RT-PCR analisa 96), mas mesmas 3 horas. Também é difícil entender a falta de uma grande mobilização da indústria nacional, incentivada pelo governo, para fornecer respiradores, insumos e outros equipamentos, isto que, todos estão cientes das dificuldades do mercado internacional. Não seria uma luz para o empresariado nesta difícil crise?

De boas novas, a alteração da política com relação aos hospitais de campanha pelo MS, não pretendendo mais construir novos hospitais e preconizando que os que vierem a ser construídos pelos estados sejam de baixa e média complexidade, na proporção de 40 leitos de enfermaria para 10 leitos intermediários com respiradores, sendo que estes leitos com respiradores poderão ser habilitados por 90 dias, com custeio de R$ 478,72/dia recebidos em parcela única de R$ 43.000,00/leito. Por exemplo, a prefeitura de Itapema-SC montou 10 leitos com respiradores para a COVID-19, se enquadrados nas diretrizes da portaria específica, o MS vai habilitá-los e repassará R$ 430.000,00 em parcela única.

Ainda editou a Portaria GM/MS nº 561/2020, com o intuito de habilitar leitos de UTI para a COVID-19 em hospitais de pequeno porte que tenham entre 31 e 49 leitos, serão 179 leitos habilitados, R$ 3,2 milhões investidos e valor de custeio que varia de R$ 186 a 294 mil. Iniciou o repasse de R$ 2 bilhões para Santas Casas e hospitais filantrópicos para o combate a pandemia, viabilizados pelo PL nº 1006/2020 do Senado aprovada pela Câmara, sancionada pelo Presidente da República e transformada na Lei nº 13.995/2020, assim como foi sancionada a Lei Complementar nº 173/2020 do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus que destinará para estados e municípios R$ 60 bilhões.

Com o Brasil vendo alguns estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Pará e a maior parte dos estados do nordeste já enfrentando a curva de crescimento da doença, mostrando desigualdade na capacidade de resposta tanto na prevenção com uma ampliação na oferta de testes e nas condições de implementar o distanciamento social, quanto na estruturação de seus sistemas de saúde, reitero que a despeito dos investimentos federais que citei, é lamentável a ausência do MS como instituição.

Santa Catarina, que começa a perceber um aumento gradativo de casos, com relevo para algumas regiões: Grande Oeste, Oeste, Sul e Foz do Rio Itajaí, está no limite da ocupação dos seus leitos de UTI, em especial na região da Foz. O governo estadual continua a fazer poucos testes, não apresenta dados confiáveis e tem deixado os municípios a própria sorte. De positivo, o fato de ter descoberto que a WEG de Jaraguá do Sul pode produzir respiradores, adquiriu 500, por preço normal e já em fase de entrega.

Contatos para PALESTRAS VIRTUAIS e ORIENTAÇÕES para você e sua empresa nestes TEMPOS DE CORONAVÍRUS:

Fones/Whatsapp: (47) 99983-6026, (47) 99916-0744

E-mail: ballesteroconsultoremsaude@gmail.com
 

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Projeto de Negócio Cartão de Descontos

O Cartão de Descontos é uma oportunidade de sucesso para este momento de crise, um negócio de baixo investimento com retorno rápido e garantido!

Saiba mais:
(47) 99983-6026 / (47) 99916-0744
ballesteroconsultoremsaude@gmail.com

#cartaodedescontos #negociocerto #empreendedorismo #clientes

TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...