quarta-feira, 4 de maio de 2022

TRANSFORMANDO VIDAS: O SUCESSO DEPENDE DAS ATITUDES





As pessoas se perguntam porque duas pessoas com formações acadêmicas similares, quociente de inteligência (QI) que se equipara e grandes oportunidades, tanto um quanto outro, acabam tendo resultados profissionais diferentes. Afinal, o fator sucesso, em qualquer área da vida, pode ter seus fatores causadores identificados? Mais que isso, será que podemos desenvolver aptidões que nos facilitem o alcançar e a manutenção do sucesso?

Mas então, o estudo sobre a psique humana e das atitudes comportamentais que fazem com que algumas pessoas atinjam seus objetivos e outras não, vem de longe.

Já em 1920, iniciaram os estudos sobre a Inteligência Emocional, a qual aborda a importância do desenvolvimento de atitudes comportamentais para se atingir a felicidade e o sucesso. Ainda em 1920 se iniciaram os estudos sobre a metodologia de gestão por competências, a qual mostra quanto de responsabilidade tem para o fator sucesso o conhecimento adquirido, a aplicação deste conhecimento e as atitudes comportamentais. Neste ano também, a Gestalt Terapia começou a ser estudada, importante abordagem da Psicologia, que tem uma relação intrínseca com a análise comportamental do indivíduo e a possibilidade de situá-lo no aqui agora, corrigindo comportamentos que o fizeram se distanciar do alcançar dos seus sonhos.

Em 1936, a Gestalt Terapia foi conceitualizada, na mesma medida, o desenvolvimento humano teve um grande salto através de Dale Carnegie, com o lançamento do seu livro, um best seller mundial, “Como fazer amigos e influenciar pessoas” e de seus treinamentos de desenvolvimento humano que visavam fortalecer os pontos fortes comportamentais das pessoas e desenvolver os pontos fracos, perante a lógica de que as aptidões comportamentais são o diferencial para os fatores felicidade e sucesso. Ainda na década de 30, a metodologia de gestão por competências começou a ser utilizada, de maneira insipiente, pelo governo americano.

Já em 1995, o psiquiatra e PhD de Harvard, Dr. Daniel Goleman conceitualizou a Inteligência Emocional, através de seus 05 pilares: conhecimento das emoções, gestão das emoções, automotivação, empatia e relação interpessoal. Identificando 08 competências a serem desenvolvidas, quais sejam: autoconsciência emocional, autocontrole, automotivação, foco, autoliderança, liderança, relacionamentos, ação e consistência (disciplina, decisão e resiliência).

A Inteligência Emocional é cientificamente aceita, se tornou a base para palestras, workshops e treinamentos de desenvolvimento humano, assim como para o Coaching. Em 1996, tendo por base a Inteligência Emocional, o professor Scott B. Parry conceitualizou a Metodologia de Gestão por Competências, muito aceita e utilizada no mundo corporativo, a qual explica através da pirâmide do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), as competências humanas que repercutem no sucesso pessoal e corporativo. Segundo esta metodologia, o fator sucesso está relacionado em 15% ao Conhecimento (formação acadêmica, formação continuada, leitura, etc.), 25% ao fator Habilidade (aplicação do conhecimento) e 60% ao fator Atitude, qual seja, as aptidões comportamentais.

As respostas para as perguntas com as quais iniciei esta coluna estão mais do que claras, os fatores que conduzem uma pessoa ao sucesso já são conhecidos e podem ser desenvolvidos.

Na mesma medida, o conhecimento que a pessoa tem e a capacidade de aplicá-lo na prática, são responsáveis, na sua somatória, em apenas 40% do fator sucesso, 60% é de responsabilidade das atitudes, do desenvolvimento comportamental das pessoas.

O mundo corporativo já entendeu isso, segundo a Talent Smart, gigante mundial do setor de consultoria corporativa, 89% dos profissionais de alta performance tem alta taxa de desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Foi-se o tempo em que uma empresa poderia focar o trabalho de recrutamento e seleção dos seus colaboradores apenas no currículo, conhecimento específico e QI.

A análise comportamental precisa ser trabalhada, portanto, desde o recrutamento e seleção. Programas de T&D (Treinamento e Desenvolvimento Humano) precisam ser elaborados e aplicados. Com isto, as empresas tem diminuído os gaps (lacunas) comportamentais, o turnover (rotatividade de colaboradores), entre outros problemas recorrentes no setor de Recursos Humanos (RH), permitindo que as mesmas se posicionem no mercado como employer branding, formadoras e desenvolvedoras de talentos. Este posicionamento é muito bem visto perante o mundo corporativo e junto ao seu público consumidor, na mesma medida que os resultados se potencializam e o investimento no setor de RH é compensado de maneira positiva nos negócios.

É impossível se pensar nos dias atuais em ter sucesso no casamento sem conhecer e controlar as emoções ou ter empatia, por exemplo. Creio ser difícil conceber um grande corretor de imóveis que não tenha o desenvolvimento da automotivação, da autoliderança, da relação interpessoal, portanto, a venda também exige desenvolvimento da Inteligência Emocional. Como passar no vestibular sem desenvolver o conhecimento e controle das emoções, o foco e a resiliência, por exemplo? Será que um aluno que tenha bastante conhecimento, um QI razoável, se aplique nos estudos e tenha alto desenvolvimento da Inteligência Emocional, não será vitorioso com relação a outro com o mesmo conhecimento, habilidade, com QI até superior, mas sem desenvolvimento de aptidões comportamentais?

Já estão desvendadas as respostas para as perguntas que faço acima, certamente para aqueles que querem atingir a felicidade e o sucesso, nos mais variados âmbitos da vida, assim como para as corporações de múltiplos setores que desejam atingir o sucesso, o desenvolvimento de aptidões comportamentais é a chave da questão.

Vem comigo!!!

Contatos para Coaching, Palestras, Treinamentos de Desenvolvimento Humanos, Consultoria e Mentoria:
(47) 99983-6026 (Fone / WhatsApp)
drballesterojr@gmail.com
 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

TRANSFORMANDO VIDAS: COMO VENCER A AUTOSSABOTAGEM

Autossabotagem é quando a pessoa toma atitudes que lhe são prejudiciais, influindo de maneira negativa nas suas tarefas cotidianas, nos seus...