A ciência demonstra a cada dia ser a luz no final do túnel desta pandemia, trazendo esperança no momento que o mundo é assolado por uma segunda onda pandêmica, vitaminada por novas cepas virais mais contagiosas e agressivas, se aproximando rapidamente das 3 milhões de mortes em razão da Covid-19. No Brasil, que registrou em 23/03 um novo recorde de 3.251 mortes em 24h, apresentando em 25/03 a assustadora marca de 63 dias seguidos com média móvel acima da marca de 1.000 mortes e há 8 dias seguidos com média acima de 2.000 mortes, somando mais de 300 mil óbitos em razão da Covid-19, o negacionismo, a alienação, os interesses menores e a irresponsabilidade de muitos trabalha por privar a população da informação correta e da tão necessária conscientização, entretanto, a ciência caminha no sentido de salvar vidas, inclusive, destas pessoas de valor humano duvidoso.
Se no início desta crise sanitária sem precedentes o meio médico se utilizou de muitas medicações sem comprovação científica, pressionado pelo iminente colapso dos sistemas de saúde, neste momento deixou de lado o foco em encontrar medicações de combate e até de prevenção, trabalhando com a realidade de identificar ou desenvolver medicamentos que promovam o equilíbrio imunológico, mitiguem os sintomas e controlem as infecções, buscando evitar o avanço da doença para casos mais graves.
Da primeira geração de medicamentos, estudos científicos robustos já descartaram o uso da Hidroxicloroquina e da Cloroquina, associadas ou não a Azitromicina, visto não apresentarem eficácia no tratamento da Covid-19 e demonstrarem um potencial muito alto para o desenvolvimento de efeitos colaterais, em especial no músculo cardíaco. Em função disto, a Food and Drugs Administration (FDA), a ANVISA dos EUA, revogou a autorização de uso da Hidroxicloroquina e da Cloroquina para pacientes acometidos pela Covid-19.
Desta primeira fase ainda estão sendo utilizadas a Heparina (anticoagulante), a Dexametasona (corticoide), certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) perante sua capacidade de reduzir a inflamação, sendo recomendada para uso em ambiente hospitalar em casos moderados e graves, o Remdesevir (antiviral), com aprovação de uso da FDA e, recentemente, da ANVISA, com capacidade de diminuir a replicação viral e, portanto, a agressividade do vírus, sendo utilizado em ambiente hospitalar.
Mas uma segunda geração de medicamentos está chegando, tornando o dito “kit Covid” uma referência “pré-histórica” nesta pandemia, os anticorpos monoclonais, o plasma convalescente, o soro elaborado a partir de plasma equino, o ácido acetilsalicílico e os sprays nasais estão dando um novo enfoque e demonstrando que a despeito da indiferença de alguns, a ciência está trabalhando muito.
O Plasma convalescente é desenvolvido a partir do plasma de pessoas que já tiveram a Covid-19 e tem a função de aumentar rapidamente o aspecto imunológico de pacientes em ambiente hospitalar, impedindo a evolução para casos mais graves e diminuindo o tempo de internação. O Soro desenvolvido a partir de plasma de cavalos, que está sendo desenvolvido pelo Instituto Butantan, o qual solicitou da ANVISA autorização para testes em humanos, tem uma função similar ao Plasma convalescente, entretanto, segundo estudos, potencialmente maior e poderá ser produzido em maior escala.
O Ácido Acetilsalicílico, princípio ativo da Aspirina (Bayer) e do AAS (Sanofi), segundo estudo realizado pela George Washington University (EUA), tem potencial para evitar a formação de coágulos sanguíneos, evitando, portanto, inflamações importantes nos pulmões e no músculo cardíaco, tendo uma atuação similar a Heparina, mas diferentemente desta última medicação que é utilizada em ambiente hospitalar, poderia ser utilizada de maneira preventiva.
Quanto aos Sprays Nasais, temos 2 tipos: produtos para a saúde e medicamentos. Os produtos para a saúde têm uma aprovação mais simples por parte da ANVISA e já são utilizados para prevenir, por exemplo, a gripe e o resfriado, criando barreiras físicas dentro do nariz para impedir vírus e bactérias de entrar no organismo. O Vick Primeira Proteção (P&C Health), este muco-adesivo em micro gel estava fora de linha e foi relançado, o Filtrair (Zambom), mistura de celulose e hortelã em pó, é um lançamento recente, assim como o Taffix (Nasus Pharma) que, segundo o divulgado pela farmacêutica, “ajuda a capturar e matar 97% dos vírus, incluindo o Sars-Cov-2”.
Temos 3 Sprays Nasais medicamentosos mais divulgados, o ExoCD24, desenvolvido pelo Centro Médico Ichilov de Israel, para casos moderados e graves, se propondo a erradicar a “tempestade de citocinas” no pulmão, inflamação causada por uma descarga imunológica severa em função da doença, de efeito similar ao da Dexametasona, mas potencializado. Uma comitiva do governo brasileiro esteve em Israel e foi assinado um Termo de Cooperação, acredita-se que em um ano estará disponível. Spray Nasal de óxido nítrico (Nons - SaNOtize), já aprovado em Israel e na Nova Zelândia, tendo o nome comercial de Enovide, trabalha com a intenção que o óxido nítrico destrua o Sars-Cov-2 que tente entrar no organismo pelo nariz. INNA-051 (Ena Respiratory), se propõe a refrear a replicação do vírus, ainda não foi testado em humanos e teria uma atuação similar ao Remdesevir (antiviral), mas com custos menores.
A ciência trabalhou muito nesta pandemia e diversas medicações começam a surgir, passou a fase do “kit Covid” e da busca de curas messiânicas, mas estas que estão surgindo são auxiliares, o verdadeiro caminho para o encerramento desta pandemia são as vacinas, campanhas de conscientização, ações de governança corretas e o comprometimento de todos com o que precisa ser feito.
Na crise, se repense, se transforme, CRIE!
Vem comigo!!!
Contatos:
Fones/Whatsapp: (47) 99983-6026, (47) 99916-0744
E-mail: ballesteroconsultoremsaude@gmail.com
Se no início desta crise sanitária sem precedentes o meio médico se utilizou de muitas medicações sem comprovação científica, pressionado pelo iminente colapso dos sistemas de saúde, neste momento deixou de lado o foco em encontrar medicações de combate e até de prevenção, trabalhando com a realidade de identificar ou desenvolver medicamentos que promovam o equilíbrio imunológico, mitiguem os sintomas e controlem as infecções, buscando evitar o avanço da doença para casos mais graves.
Da primeira geração de medicamentos, estudos científicos robustos já descartaram o uso da Hidroxicloroquina e da Cloroquina, associadas ou não a Azitromicina, visto não apresentarem eficácia no tratamento da Covid-19 e demonstrarem um potencial muito alto para o desenvolvimento de efeitos colaterais, em especial no músculo cardíaco. Em função disto, a Food and Drugs Administration (FDA), a ANVISA dos EUA, revogou a autorização de uso da Hidroxicloroquina e da Cloroquina para pacientes acometidos pela Covid-19.
Desta primeira fase ainda estão sendo utilizadas a Heparina (anticoagulante), a Dexametasona (corticoide), certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) perante sua capacidade de reduzir a inflamação, sendo recomendada para uso em ambiente hospitalar em casos moderados e graves, o Remdesevir (antiviral), com aprovação de uso da FDA e, recentemente, da ANVISA, com capacidade de diminuir a replicação viral e, portanto, a agressividade do vírus, sendo utilizado em ambiente hospitalar.
Mas uma segunda geração de medicamentos está chegando, tornando o dito “kit Covid” uma referência “pré-histórica” nesta pandemia, os anticorpos monoclonais, o plasma convalescente, o soro elaborado a partir de plasma equino, o ácido acetilsalicílico e os sprays nasais estão dando um novo enfoque e demonstrando que a despeito da indiferença de alguns, a ciência está trabalhando muito.
O Plasma convalescente é desenvolvido a partir do plasma de pessoas que já tiveram a Covid-19 e tem a função de aumentar rapidamente o aspecto imunológico de pacientes em ambiente hospitalar, impedindo a evolução para casos mais graves e diminuindo o tempo de internação. O Soro desenvolvido a partir de plasma de cavalos, que está sendo desenvolvido pelo Instituto Butantan, o qual solicitou da ANVISA autorização para testes em humanos, tem uma função similar ao Plasma convalescente, entretanto, segundo estudos, potencialmente maior e poderá ser produzido em maior escala.
O Ácido Acetilsalicílico, princípio ativo da Aspirina (Bayer) e do AAS (Sanofi), segundo estudo realizado pela George Washington University (EUA), tem potencial para evitar a formação de coágulos sanguíneos, evitando, portanto, inflamações importantes nos pulmões e no músculo cardíaco, tendo uma atuação similar a Heparina, mas diferentemente desta última medicação que é utilizada em ambiente hospitalar, poderia ser utilizada de maneira preventiva.
Quanto aos Sprays Nasais, temos 2 tipos: produtos para a saúde e medicamentos. Os produtos para a saúde têm uma aprovação mais simples por parte da ANVISA e já são utilizados para prevenir, por exemplo, a gripe e o resfriado, criando barreiras físicas dentro do nariz para impedir vírus e bactérias de entrar no organismo. O Vick Primeira Proteção (P&C Health), este muco-adesivo em micro gel estava fora de linha e foi relançado, o Filtrair (Zambom), mistura de celulose e hortelã em pó, é um lançamento recente, assim como o Taffix (Nasus Pharma) que, segundo o divulgado pela farmacêutica, “ajuda a capturar e matar 97% dos vírus, incluindo o Sars-Cov-2”.
Temos 3 Sprays Nasais medicamentosos mais divulgados, o ExoCD24, desenvolvido pelo Centro Médico Ichilov de Israel, para casos moderados e graves, se propondo a erradicar a “tempestade de citocinas” no pulmão, inflamação causada por uma descarga imunológica severa em função da doença, de efeito similar ao da Dexametasona, mas potencializado. Uma comitiva do governo brasileiro esteve em Israel e foi assinado um Termo de Cooperação, acredita-se que em um ano estará disponível. Spray Nasal de óxido nítrico (Nons - SaNOtize), já aprovado em Israel e na Nova Zelândia, tendo o nome comercial de Enovide, trabalha com a intenção que o óxido nítrico destrua o Sars-Cov-2 que tente entrar no organismo pelo nariz. INNA-051 (Ena Respiratory), se propõe a refrear a replicação do vírus, ainda não foi testado em humanos e teria uma atuação similar ao Remdesevir (antiviral), mas com custos menores.
A ciência trabalhou muito nesta pandemia e diversas medicações começam a surgir, passou a fase do “kit Covid” e da busca de curas messiânicas, mas estas que estão surgindo são auxiliares, o verdadeiro caminho para o encerramento desta pandemia são as vacinas, campanhas de conscientização, ações de governança corretas e o comprometimento de todos com o que precisa ser feito.
Na crise, se repense, se transforme, CRIE!
Vem comigo!!!
Contatos:
Fones/Whatsapp: (47) 99983-6026, (47) 99916-0744
E-mail: ballesteroconsultoremsaude@gmail.com





